<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[o absurdo]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://absurdo.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Eduarda Sousa]]></author_name><author_url><![CDATA[https://absurdo.wordpress.com/author/absurdo/]]></author_url><title><![CDATA[ípsilon]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>a melhor passagem do primeiro ípsilon:</p>
<p>diz Esteves Cardoso, a propósito de <strong>Alexandre O&#8217;Neill</strong>: &#8220;Não se consegue ser um escritor sem se ter uma vida , e tem que se subir ao povo. Nos copos, nos engates. Estes tipos eram fodilhões do pior. A coisa mais chocante e divertida é que a escrita não era a coisa principal para eles. Escrevia-se para ganhar dinheiro ou porque se estava fodido da vida&#8221;.</p>
]]></html></oembed>