<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[o absurdo]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://absurdo.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Eduarda Sousa]]></author_name><author_url><![CDATA[https://absurdo.wordpress.com/author/absurdo/]]></author_url><title><![CDATA[Incursão no mundo da Ficção&nbsp;Científica]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img data-attachment-id="1186" data-permalink="https://absurdo.wordpress.com/2008/11/09/incursao-ao-mundo-da-ficcao-cientifica/bde/" data-orig-file="https://absurdo.files.wordpress.com/2008/11/bde.jpg" data-orig-size="144,200" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="bde" data-image-description="" data-medium-file="https://absurdo.files.wordpress.com/2008/11/bde.jpg?w=144" data-large-file="https://absurdo.files.wordpress.com/2008/11/bde.jpg?w=144" class="alignleft size-full wp-image-1186" title="bde" src="https://absurdo.files.wordpress.com/2008/11/bde.jpg?w=91&#038;h=127" alt="bde" width="91" height="127" srcset="https://absurdo.files.wordpress.com/2008/11/bde.jpg?w=91&amp;h=127 91w, https://absurdo.files.wordpress.com/2008/11/bde.jpg 144w" sizes="(max-width: 91px) 100vw, 91px" />Os dias têm sido demasiado curtos para, no meio de tanto trabalho, conseguir ainda dedicar algumas horas diárias à leitura. Nunca devo ter lido tão pouco num período de tempo tão largo. Mas para quem não trata da sua saúde, a doença é implacável. E a minha não tardou a chegar: o vírus da “ausência de leitura” atacou-me violentamente o corpo, atirou-me para a cama e obrigou-me a uma sessão violenta de leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">A escolha recaiu sobre <strong>A Bondade dos Estranhos</strong>, de João Barreiros &#8211; um dos maiores escritores portugueses de Ficção Científica. As primeiras páginas custaram a avançar e não é complicado descobrir porquê:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Wiston desperta de um sonho de prazer e morte com uma baleia azul a gritar a milhas de distância. O som ribomba através das profundezas, próximo dos 188 decibéis, e este berro de agonia vindo de longe sacode o wetware do torpedo, rompe circuitos orgânicos, lança outros offline, aqui e ali soltam-se cabos de alimentação, uma das lentes virtuais desloca-se da córnea e parte do snuff-movie nipónico que participa perde a definição (…)</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Um leitor não acostumado a este género de literatura começa a ler e não percebe patavina. É preciso não desistir e continuar. Neste momento já vou a meio do livro e estou completamente rendida, apesar de ainda não saber muito bem se gosto ou não, o que é estranho. Mas, pelo menos, uma certeza tenho: as minhas investidas na FC vão continuar.</p>
<p style="text-align:justify;">[dica]: Ler a crítica ao livro &#8220;A Bondade dos Estranhos&#8221; <a href="http://orgialiteraria.com/2008/03/bondade-dos-estranhos-joo-barreiros.html" target="_blank">aqui</a>;</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://i0.wp.com/absurdo.wordpress.com/files/2008/11/bde.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[144]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[200]]></thumbnail_height></oembed>