<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Amor em teoria]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[[MJL]]]></author_name><author_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com/author/mjmlm/]]></author_url><title><![CDATA[Enraizar]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>[Na Prática]</p>
<p><a href="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png"><img data-attachment-id="1010" data-permalink="https://amoremteoria.wordpress.com/2015/09/15/enraizar/raizes/" data-orig-file="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png" data-orig-size="1124,1124" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="raizes-amor-teoria" data-image-description="" data-medium-file="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png?w=300" data-large-file="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png?w=1024" class="alignleft wp-image-1010 size-thumbnail" src="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png?w=150&#038;h=150" alt="raizes-amor-teoria" width="150" height="150" srcset="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png?w=150&amp;h=150 150w, https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/raizes.png?w=300&amp;h=300 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>&#8220;Pelo facto de nascer, entramos num estado ou sensação de desenraizamento e, portanto, de insatisfação. Procuramos veemente outra pessoa que nos faça sentir uma sensação de enraizamento e que nos ajude a superar a nossa insatisfação, sem nos apercebermos que <strong>somos nós próprios que temos de amadurecer e enraizar-nos no nosso ser</strong> e assim completarmo-nos e encontrarmos satisfação e bem-estar.</p>
<p>Na medida em que nos sentimos enraizados em nós já não procuramos compulsiva ou veemente um companheiro. E é desde essa maturidade, precisamente, quando podemos encontrar o companheiro idóneo, mas já não precisamos dele. Se surgir, veremos a opção que tomámos, mas já não procuraremos que alguém procure por nós aquilo que só nós interiormente podemos procurar.</p>
<p>Ao não procurar um companheiro obsessivamente, porque <strong>já estamos completos em nós próprios</strong>, é quando pode aparecer o adequado. Deveríamos começar por prescindir do termo &#8220;casal&#8221;, porque já é um rótulo que limita e constrange, quando na verdade, ninguém é de ninguém.&#8221;</p>
<p><em>Nuria Jiménez Marquéz in A arte do casal, Ramiro Calle</em></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/09/istock_000014458292medium.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>