<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Amor em teoria]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[[BC]]]></author_name><author_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com/author/amoremteoria/]]></author_url><title><![CDATA[Quando o amor não&nbsp;chega]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>[Na Prática]</p>
<p>Hoje escrevo sobre insatisfação e desalinhamento nos relacionamentos. Acontece algumas vezes, se calhar já aconteceu contigo&#8230; Aquele momento em que gostavas muito de alguém, eventualmente até amavas essa pessoa, eras correspondid@ e mesmo assim o relacionamento terminou. Será que o amor não che<img data-attachment-id="1170" data-permalink="https://amoremteoria.wordpress.com/2015/10/18/quando-o-amor-nao-chega/bleeding-heart-plant-2/" data-orig-file="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant-2.png" data-orig-size="367,367" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="amor-teoria-chega" data-image-description="" data-medium-file="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant-2.png?w=300" data-large-file="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant-2.png?w=367" class="alignright wp-image-1170 size-thumbnail" src="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant-2.png?w=150&#038;h=150" alt="amor-teoria-chega" width="150" height="150" srcset="https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant-2.png?w=150&amp;h=150 150w, https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant-2.png?w=300&amp;h=300 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />gava? Será que chega sempre?</p>
<p>Os relacionamentos podem &#8220;acabar&#8221; por imensos motivos&#8230; E há dois que gostava de realçar:<br />
<strong>A)</strong> Sentimento de insatisfação<br />
<strong>B)</strong> Sentir que algo não está certo, sentir desalinhamento</p>
<p><strong>No que diz respeito à insatisfação</strong>, Anthony Robbins, um ilustre coach norte americano definiu quatro necessidades básicas (mais duas), que explicam porque fazemos aquilo que fazemos (mesmo quando não parece ter muita lógica).<br />
Estas são especialmente relevantes para o mundo dos relacionamentos. São-no para todas as áreas, só que aqui falamos sobre relações amorosas. 😉</p>
<p>O que Robbins mostra, é que todos fazemos algo para preenchermos as ditas necessidades, seja de forma saudável ou não. É muito interessante, pois as necessidades parecem completamente antagónicas.<br />
São estas:<br />
<strong>1. A certeza ou segurança</strong>, certeza que vais obter prazer e evitar a dor, segurança (quando um casal decide casar ou morar junto, por exemplo, está a fortalecer a &#8220;certeza&#8221;, provavelmente. Também os rituais amorosos, como dar um beijo de boa noite todos os dias, trazem segurança.)<br />
<strong>2. Incerteza ou variedade</strong>, necessidade de algo desconhecido, estímulos diferentes, mudança (quando um casal decide fazer uma viagem ou uma experiência diferente para ambos, estão a preencher esta necessidade.)<br />
<strong>3. Significância</strong>, sentirmo-nos únicos, especiais, sentir que o outro precisa de nós. Dar ou receber um presente (como também vimos nas <a href="https://amoremteoria.wordpress.com/2014/09/27/linguagens/" target="_blank">linguagens do amor</a>), dizer que amamos a pessoa, que el@ é importante para nós, fortalece a noção de significância.<br />
<strong>4. Conexão/Amor</strong>, (esta é fácil, aqui, certo? 😉 )sentirmo-nos ligados, sentir que há algo mais que nos une. Intimidade&#8230; Para fortalecer esta, &#8220;basta&#8221; estarmos presentes, partilharmos o que sentimos, partilharmos banalidades, rir muito juntos, etc!</p>
<p>As duas últimas estão especialmente relacionadas com a ideia de viver uma vida com significado. São descritas por Robbins como duas &#8220;necessidades espirituais&#8221;:</p>
<p><strong>5. Crescimento</strong>, a necessidade de nos sentirmos em crescimento, que num relacionamento pode ser fortalecida, mais uma vez, com a partilha. Quando por exemplo, o teu mais que tudo estuda algo ou tem um novo hobbie que @ apaixona, a partilha do entusiasmo gera uma energia fantástica&#8230; que no casal pode significar crescimento, entreajuda. Aprender algo juntos também é outra forma de a fortalecer.<br />
<strong>6. Contribuição</strong>, necessidade de contribuir para um mundo melhor, ajudar uma causa ou até outras pessoas individualmente, de uma forma significativa. Cada um pode fazer a sua parte de diversas formas, desde procurar uma maneira de ajudar o planeta, a fazer voluntariado (casais que o fazem ou fizeram juntos reportam experiências maravilhosas), ajudar um amigo, etc!</p>
<p>Há milhões de formas de colmatar estas necessidades. Inclusive é possível com uma só actividade preencher duas, até três necessidades! Exemplo: se um casal fizer uma viagem juntos, estão a preencher: variedade (se for para um sítio diferente), conexão (pois há espaço para sair da rotina e namorar mais) e certeza (pois é certo que vão os dois)! 😉</p>
<p>Por outro lado, se estivermos atentos verdadeiramente, sabemos que determinada necessidade pode estar a ser preenchida, fora da nossa percepção ou fora do local para onde estamos a olhar. Pode não estar a ser é sentido, esse preenchimento. Por exemplo, Variedade ou insegurança: imagina um homem que tem uma namorada ou mulher. É muito fácil, demasiado fácil pensar que aquela pessoa está ali, todos os dias, que é &#8220;minha&#8221; (até dizemos isso, não é &#8220;a Minha namorada&#8221; ou a &#8220;Minha mulher&#8221;&#8230; A necessidade de segurança transborda consciente e inconscientemente. Tanto, que a pessoa passa a ser vista como certa, ou como se diz em inglês &#8220;granted&#8221;.</p>
<p>Uma necessidade preenchida é interessante, super preenchida com alucinações, deixa de ser útil. Ninguém é de ninguém&#8230; Quando olhares para o teu/tua mais que tudo, lembra-te disso. Valoriza-@, e ao que vocês têm, não te deixes adormecer&#8230; acorda! A variedade está lá, na realidade, pois tudo pode mudar num estalar de dedos. Porque ambos mudam a todo o instante. Só que aparece difusa (para uma grande parte das pessoas, digo).</p>
<p>Tudo isto para te dizer: que se aumentarmos a percepção relativamente às nossas necessidades, o nosso relacionamento e o nosso nível de satisfação alteram-se.</p>
<p><strong>Se vires que tal, faz este exercício:</strong> lista as necessidades e escreve de que forma o teu relacionamento preenche cada uma delas. Se não estiveres em nenhum, pergunta-te de que forma, na tua vida, estás a preenchê-las!<br />
E&#8230; <a href="https://amoremteoria.wordpress.com/2015/05/23/enamora-te/" target="_blank">Enamora-te</a>. 😉</p>
<p><strong>O segundo grande motivo</strong> que gostaria de realçar quando um relacionamento que tem amor termina ou está &#8220;para aí virado&#8221;, tem a ver com a sensação de <strong>falta de alinhamento</strong>.<br />
Este pode ser sentido quando um ou mais dos teus valores é posto em causa, de alguma forma, com essa interação.</p>
<p>Por exemplo: imagina alguém que valoriza imenso a sua liberdade. E a outra pessoa é muito ciumenta, ao ponto de ter uma super necessidade de segurança (seria bom esta pessoa procurar entender essa emoção, mas isso é tema de <a href="https://amoremteoria.wordpress.com/2015/05/09/sobre-o-ciume/" target="_blank">outro artigo</a>). Daqui podem claramente surgir problemas, na prática. De tal forma que a pessoa pode começar a sentir que a sua liberdade é &#8220;atingida&#8221;, e a certeza que tem na sua verdade, no seu sentir, de que a liberdade é extremamente importante, torna-se mais forte (internamente, nos seus pensamentos, nas emoções que daí advêm) do que o amor que possa sentir pela outra pessoa.</p>
<p><strong>Se por ventura sentes algum desalinhamento</strong>, convido-te a listares os teus 5 principais valores (ex. liberdade, honestidade, amor, amizade, verdade, família, justiça, não julgamento, crescimento, etc.) e tentares perceber o que pode estar aqui a colidir na interação com o outro. Para que possas falar com @ teu mais que tudo e as coisas possam fluir, com um aumento de percepção de ti, da outra pessoa e do que estão a construir juntos.</p>
<p>Voltando ao início e concluindo: <strong>o amor &#8220;chega&#8221; sempre</strong>&#8230; pode é estar a ser posto em causa por crenças limitadoras, por hábitos, por ideias que &#8220;já eram&#8221; e teimam sair. Pode parecer que não chega, por não lhe estarmos a dar a devida atenção, neste mundo físico. Por não fazermos tudo o que podemos para que ele floresça.<br />
Eventualmente pode não ser para se viver com essa pessoa. O amor também está sempre em movimento, tu sabes bem disso. E porque &#8220;chega&#8221;, sempre, a sua próxima paragem pode ser outra estrutura (dentro de um <a href="https://amoremteoria.wordpress.com/2015/07/26/o-que-fica-depois-do-amor/" target="_blank">reinventar de relacionamento</a> com a mesma pessoa, formando uma bela e forte amizade), e até outras paragens (outra pessoa, que por insondáveis caminhos acaba por te encontrar).</p>
<p>Seja por onde for, que o amor esteja sempre presente em ti também. ❤ 🙂</p>
<p>[BC]</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://amoremteoria.files.wordpress.com/2015/10/bleeding-heart-plant.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[275]]></thumbnail_height></oembed>