<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Amor em teoria]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[[BC]]]></author_name><author_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com/author/amoremteoria/]]></author_url><title><![CDATA[Sobre quando fica&nbsp;difícil]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>[Na Prática]</p>
<div>Sabes como é, quando tudo parece mais difícil?</div>
<div>Lembras-te quando as coisas param mais, até andam para trás, e demoram a arrancar?</div>
<div>Por aqui, chamamos a isto de esforço. Mas no mau sentido. Aquele esforço que não faz sentido… que é mais luta, menos persistência saudável.</div>
<div></div>
<div>No amor, nos relacionamentos, e mesmo quando estamos sós, às vezes entramos em esforço. Para cada um de nós este esforço será uma coisa diferente, muito “sua”.</div>
<div>A nossa proposta para hoje tem a ver com o “contrário&#8221;.</div>
<div>Com o contornar desse estado.</div>
<div>E fluir.</div>
<div>Permanecer leve.</div>
<div>Voltar à raíz.</div>
<div>No fundo… acreditar. Mas acreditar com “propriedade”, com “sentir&#8221; à mistura. Acreditar por acreditar não vale! 🙂</div>
<div></div>
<div>Hoje, pensa um pouco nisto:</div>
<div>Houve uma altura em que era tudo mais simples.</div>
<div>Sabes o que existia nessa altura?</div>
<div>Fluidez, Abertura, Confiança…. O que mais?</div>
<div>O que fazias, o que sentias e como sentias essa leveza, nessa época, lembras-te? Foi há muito, ou pouco tempo? Foi durante aquela dança, o beijo, o olhar… ou naquela viagem, no campo, na praia&#8230;?</div>
<div>🙂</div>
<div></div>
<div>Experimenta então fechar os olhos, respirar fundo, e colocar-te aí, nesse momento, dizendo o que dizias, abraçando (-te) como abraçavas, tocando como tocavas, olhando como olhavas &#8211; com o <a href="https://amoremteoria.wordpress.com/2015/07/09/o-amor-esta-nos-teus-olhos-2/" target="_blank">colírio do amor</a>. Traz para o momento presente essa sensação. Ela está aí dentro de ti, é só ir buscar. 😉</div>
<blockquote>
<div style="text-align:center;">Caminhos sinuosos conduzem-nos, muitas vezes, a incríveis destinos. (anónimo)</div>
</blockquote>
<div>Para voltares a sentir fluidez mais vezes… vais ter de começar por ti. (Agradece-te a ti próprio/a por isso, quando o fizeres!)</div>
<div>Se voltares a sentir fluidez, poderás tomar decisões melhores, exprimir-te melhor, como já fizeste.<br />
E vai correr tudo bem, de novo.</div>
<div>Acredita. ❤</div>
<div></div>
<div>[BC]</div>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://amoremteoria.files.wordpress.com/2016/09/original-2.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[410]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[297]]></thumbnail_height></oembed>