<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Amor em teoria]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[[BC]]]></author_name><author_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com/author/amoremteoria/]]></author_url><title><![CDATA[O que é melhor para ti, pode não ser para&nbsp;mim]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>[Na Prática]</p>
<p>(…) Era uma vez uma fêmea de elefante cor-de-rosa que se apaixonou por um elefante branco.<br />
Todos diziam que eles eram muito diferentes, que nunca iria resultar, mas o certo é que quando as suas trombas se tocaram, eles sabiam que, juntos, seriam capazes de caminhar sobre nenúfares.</p>
<p>Consta que a elefanta gostava muito de amendoins descascados e sucede que o elefante preferia as cascas ao miolo. &#8220;Que bom&#8221;, poderiam pensar, deste modo não se perderia nada, mas não era bem assim…</p>
<p>A elefanta preocupava-se em descascar os amendoins para dar ao seu amado apenas o miolo, mas em troca, do companheiro não recebia senão cascas.</p>
<p>Por outro lado, o elefante branco sacrificava-se a comer os miolos para dar à sua amada a parte melhor, as cascas, mas nunca era retribuído no seu gesto.</p>
<p>Nenhum deles se sentia à vontade para comentar este comportamento do parceiro, mas o certo é que ficavam magoados…</p>
<p>A casca e o miolo, Rita Vilela, in <em>Brincar com coisas sérias</em></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://amoremteoria.files.wordpress.com/2017/06/pexels-photo-289237.jpeg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[293]]></thumbnail_height></oembed>