<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Amor em teoria]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[[MJL]]]></author_name><author_url><![CDATA[https://amoremteoria.wordpress.com/author/mjmlm/]]></author_url><title><![CDATA[Os amigos]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>[Nas Artes]</p>
<p>Esses estranhos que nós amamos<br />
e nos amam<br />
olhamos para eles e são sempre<br />
adolescentes, assustados e sós<br />
sem nenhum sentido prático<br />
sem grande noção da ameaça ou da renúncia<br />
que sobre a luz incide<br />
descuidados e intensos no seu exagero<br />
de temporalidade pura</p>
<p>Um dia acordamos tristes da sua tristeza<br />
pois o fortuito significado dos campos<br />
explica por outras palavras<br />
aquilo que tornava os olhos incomparáveis</p>
<p>Mas a impressão maior é a da alegria<br />
de uma maneira que nem se consegue<br />
e por isso ténue, misteriosa:<br />
talvez seja assim todo o amor</p>
<p>em “A noite abre meus olhos”<br />
ed. Assírio &amp; Alvim</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://amoremteoria.files.wordpress.com/2019/10/priscilla-du-preez-ftsln4l1f7y-unsplash.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[293]]></thumbnail_height></oembed>