<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[A Mulher do 31]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://amulherdo31byanafilipaoliveira.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Ana Filipa Oliveira]]></author_name><author_url><![CDATA[https://amulherdo31byanafilipaoliveira.wordpress.com/author/ecomtato/]]></author_url><title><![CDATA[Dizer &quot;Sim&quot; a Nós&nbsp;Mesmas]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left:auto;margin-right:auto;text-align:center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align:center;"><a href="https://images.pexels.com/photos/1809344/pexels-photo-1809344.jpeg?auto=format%2Ccompress&amp;cs=tinysrgb&amp;dpr=2&amp;h=650&amp;w=940" style="margin-left:auto;margin-right:auto;"><img alt="Sonha com Café e Flores" border="0" height="426" src="https://images.pexels.com/photos/1809344/pexels-photo-1809344.jpeg?auto=format%2Ccompress&amp;cs=tinysrgb&amp;dpr=2&amp;h=650&amp;w=940" title="Have a Dream with Coffee and Flowers" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption">Foto de <a href="https://www.pexels.com/@nietjuh">Ylanite Koppens</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Estou num sprint para acabar um curso que já devia ter acabado há um ano. Nesta fase tenho dado com a minha concentração (ou falta dela), a minha ansiedade e alguns estados emocionais que normalmente passam despercebidos ou são quase inexistentes. É incrível como é ao sairmos da rotina habitual, das áreas em que já estamos confortáveis, que percebemos como efectivamente nos encontramos.</p>
<p>Encontrei-me uma pessoa, com poder para fazer em curto espaço de tempo o que deveria ter feito a longo; em coordenar a emoção com a razão; em dizer &#8220;sim&#8221; a mim mesma&#8230; e também uma pessoa com falta de poder de concentração e com ansiedade.</p>
<p>Mas no meio disto tudo, a maior descoberta foi que a melhor forma de amar os outros, é sem dúvida amar-nos a nós próprios. Quando nos amamos, quando dizemos &#8220;sim&#8221; à nossa felicidade, aos nossos sonhos, toda a revolta interna &#8211; que vive em silêncio dentro de nós &#8211; por nos negarmos, cai por terra. As muralhas desaparecem e passamos a ver tudo mais claro, e a sentir o amor que temos guardado no nosso coração pelos outros.</p>
<p>Ontem, entre o estudo, enquanto ia buscar a Mariana ao infantário, senti tremendamente no meu coração o amor que sinto pelos meus filhos. Senti-o como raras vezes sinto: profundo, harmonioso, envolvente&#8230;</p>
<p>Estou certa que nada é por acaso. E com este sprint sei que irei para lá de distâncias curtas&#8230; vou mergulhar mais e mais neste amor próprio, e no amor sereno pelos que me rodeiam, sem paredes de revolta silenciosa, por ter dito que &#8220;não&#8221; a mim, para dizer &#8220;sim&#8221; aos outros. Às vezes é surpreendente&#8230; quando dizemos &#8220;sim&#8221; a nós, é mais simples e leve dizer &#8220;sim&#8221; aos outros. Já pensaste nisso? </p>
<div style="text-align:right;"><b>Ana Filipa Oliveira</b> 🙋‍♀️</div>
<div style="text-align:right;">a tua influenciadora de bem estar e felicidade ❣️</div>
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]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://i1.wp.com/images.pexels.com/photos/1809344/pexels-photo-1809344.jpeg?fit=440%2C330&ssl=1]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[439]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[293]]></thumbnail_height></oembed>