<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://animo30.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[animo30]]></author_name><author_url><![CDATA[https://animo30.wordpress.com/author/animo30/]]></author_url><title><![CDATA[MAÇÃO.QTV.CASA REBELO, REBELA-TE,OU NOS PATAMARES DA&nbsp;DEMAGOGIA]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Estamos a aproximar-nos do grande dia de <strong>Todos os Santos</strong> que faz subir a Mação multidões para a tradicional Feira que aqui tem lugar.</p>
<p>Mais um ano em que a nossa querida terra fica a marcar passo, alindada que deveria estar, para receber aqueles que aqui se deslocam, muitas vezes com o único objectivo de &#8230;. vir à <strong>Feira dos Santos de Mação</strong>!</p>
<p>Quer isto dizer que, apesar de tudo, apesar de todos os <strong>atropelos</strong> ao nosso património edificado, Mação ainda existe,<strong>Mação ainda resiste</strong>. O último dos quais, na continuada linha de nos rupestrizarem,  é meterem-nos num <strong>jogo rupestre</strong>, assim à descarada, dando possibilidade aos jogadores de intervirem, no jogo, claro, com o nosso atribulado quotidiano. É melhor ficarmos por aqui esperando por <strong>um sinal</strong>, por uma <strong>atitude </strong>que tarda por parte dos rupéstricos (académicos rupestre) responsáveis e de quem lhes dá total cobertura, no sentido de aguardadas intervenções que, de uma vez por todas, nos tranquilizem os corações.</p>
<p>As imagens que se seguem, de tão reais, de tão inestéticas, fazem parte do jogo outro que vos propomos: <strong>não vamos deixar</strong> que <strong>continuem a brincar</strong> connosco &#8230;. <strong>às casinhas</strong>!</p>
<p>Atente-se, só, para o <strong>naco de refinada e cínica</strong> prosa do presidente no seu último boletim:</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em>&#8220;Mação oferece-lhe ainda os conhecimentos e a ciência que aqui se desenvolvem pelas mãos de investigadores de arte rupestre de todo o mundo e os projectos internacionais que elevam o <strong>nosso nome</strong> a <strong>patamares</strong> elevados  à escala mundial!!!&#8221;</em></p>
<p>Para além das redundâncias o que mais choca é a <strong>deslumbrância</strong>! Um nome, dr. Saldanha, só o é quando significa <strong>vida por dentro</strong> do nome de quem o habita e o Mação que andam a vender é, de facto, o Mação morto, rupestre, coisa bem diferente do <strong>Mação agonizante</strong> em que, com o silêncio cúmplice de todos os académicos nos vai tornando os dias! Uma coisa é estudar o passado, outra coisa é deixar estalar o presente! </p>
<p>No mínimo deveria perceber-se que os nossos académicos têm o dever de combinar preocupações rupestres com <strong>um não decidido</strong> à <strong>crescente rupestrização de Mação</strong>! O seu <strong>silêncio</strong> e a <strong>cumplicidade</strong> da autarquia torna <strong>ambos responsáveis</strong> por cada pedaço de telhado, por cada pedaço de muro em que vamos tropeçando, seja na Travessa do Fraião, seja na desvirtuada rua de Santo António!  </p>
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<p>antónio colaço</p>
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