<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Arqueologia Das Cidades De Beja]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://arqueologiadascidadesdebeja.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[ceaucp]]></author_name><author_url><![CDATA[https://arqueologiadascidadesdebeja.pt/author/ceaucp/]]></author_url><title><![CDATA[Construção do Centro de Arqueologia e Artes de Beja, de 2,2 milhões de euros, arranca até&nbsp;março]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><a name="topo"></a><img data-attachment-id="305" data-permalink="https://arqueologiadascidadesdebeja.pt/2015/01/14/construcao-do-centro-de-arqueologia-e-artes-de-beja-de-22-milhoes-de-euros-arranca-ate-marco/dsc_0018-10/" data-orig-file="https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg" data-orig-size="3286,2629" data-comments-opened="0" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;20&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D90&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1277367515&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;18&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="DSC_0018 10" data-image-description="" data-medium-file="https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=300" data-large-file="https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=1024" class="alignnone size-full wp-image-305" src="https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=500&#038;h=400" alt="DSC_0018 10" width="500" height="400" srcset="https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=500&amp;h=400 500w, https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=1000&amp;h=800 1000w, https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=150&amp;h=120 150w, https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=300&amp;h=240 300w, https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?w=768&amp;h=614 768w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<table class="tableGrey" border="0" width="1000" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="tableWhite" valign="top" width="530">
<table style="height:1055px;" border="0" width="1715" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"></div>
<div class="content">A construção do Centro de Arqueologia e Artes de Beja, num investimento de 2,2 milhões de euros e que inclui um museu vivo com vestígios arqueológicos do fórum romano da cidade, deverá arrancar até março deste ano.</div>
<div class="content">
Atualmente, a Câmara de Beja, a promotora do projeto, está a tratar do processo para financiar a obra através do Fundo Jessica, o qual ficará concluído com o visto do Tribunal de Contas aos contratos de financiamento e de empreitada, disse hoje à agência Lusa o presidente do município, João Rocha.</p>
<p>A autarquia espera adjudicar a empreitada &#8220;em breve&#8221; e as obras deverão arrancar &#8220;logo depois de ser dado o visto do Tribunal de Contas&#8221; e, em princípio, &#8220;durante o primeiro trimestre&#8221; deste ano, ou seja, até final de março, disse o autarca.</p>
<p>O Fundo Jessica, constituído pela Comissão Europeia, pelo Banco Europeu de Investimento e pelo Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, tem como objetivo apoiar os países da União Europeia no financiamento de projetos de reabilitação urbana.</p>
<p>Com o Fundo Jessica, a tradicional forma de apoio a projetos através de comparticipações a fundo perdido é substituída por fundos estruturais comunitários numa ótica de financiamento reembolsável e no âmbito de novos mecanismos de engenharia financeira, ou seja, os Fundos de Desenvolvimento Urbano.</p>
<p>O Centro de Arqueologia e Artes vai &#8220;nascer&#8221; num quarteirão junto à Praça da República, no centro histórico de Beja, a partir da construção de um módulo na área do antigo edifício do departamento técnico da câmara, que foi demolido após um incêndio, em 2008, e da reabilitação de outros dois edifícios.</p>
<p>Os edifícios envolvem um logradouro interior, onde foram achados, têm sido escavados e postos a descoberto vestígios arqueológicos, como os do antigo fórum romano de Beja, os quais vão constituir o &#8220;museu vivo&#8221; do centro.</p>
<p>O núcleo arqueológico inclui, entre outros achados, um templo romano do século I d.C. soterrado em Beja, o qual tem sido escavado desde que foi descoberto em 2008 e, segundo a arqueóloga Conceição Lopes, é &#8220;o maior&#8221; de Portugal e &#8220;um dos maiores&#8221; da Península Ibérica.</p>
<p>De acordo com a arqueóloga, o património do núcleo é &#8220;extraordinariamente importante&#8221;, porque &#8220;pode, finalmente, permitir contar a história&#8221; de Beja, desde o século VII a.C., na Idade do Ferro, até ao século XXI.</p>
<p>O Museu Jorge Vieira, atualmente situado num edifício na rua do Touro, em Beja, será instalado no centro e terá espaços para exposição das coleções de esculturas e desenhos de Jorge Vieira e que o falecido artista plástico doou à Câmara de Beja em 1995.</p>
<p>Segundo o projeto, o centro irá incluir também gabinetes de trabalho e ateliês de arqueologia e áreas onde foram descobertos vestígios medievais de cunhagem de moeda.</p>
<p>O centro vai incluir ainda áreas para tratamento, depósito e exposição de espólio arqueológico recolhido no local, um espaço dedicado a serviços educativos e uma sala polivalente com vista para os vestígios arqueológicos postos a descoberto no logradouro.</p></div>
<div class="content"></div>
<div class="content"> In diario Online; 13 de janeiro de 2015</div>
<div class="content">
<table class="tableGrey" border="0" width="1000" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="tableWhite" valign="top" width="530">
<table border="0" width="95%" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<table style="height:54px;" border="0" width="458" cellspacing="2" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="autor" nowrap="nowrap" width="30%"></td>
<td></td>
<td align="right" valign="bottom"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a name="topo"></a></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://arqueologiadascidadesdebeja.files.wordpress.com/2014/11/dsc_0018-10.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[412]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>