<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://atrium.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Luis António Santos]]></author_name><author_url><![CDATA[https://atrium.wordpress.com/author/atrium/]]></author_url><title><![CDATA[ISOJ &#8211; sumário]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>(Obrigado, André, pelo empurrão 🙂 no post anterior).</p>
<p>Estive uns dias ausente.</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://i2.wp.com/farm4.static.flickr.com/3618/3485941932_dd514f284c_o.jpg" alt="" width="500" height="342" /><br />
Fui a Austin, participar no <a href="http://online.journalism.utexas.edu/index.php" target="_blank">International Symposium on Online Journalism</a> e, da riquíssima experiência, deixo aqui algumas notas:</p>
<p><strong>1.</strong> Vivemos ainda um tempo de experiências, de ensaios, de propostas. O que me pareceu &#8211; e isso é algo que considero bastante positivo &#8211; é que muitas delas estão já muito mais ancoradas na realidade do que em projecções excessivamente optimistas sobre &#8216;futuros brilhantes&#8217;. Foi muito interessante, por exemplo, perceber que há um modelo de negócio muito particular que<a href="http://online.journalism.utexas.edu/2009/presentations/Chandran.ppt" target="_blank"> funciona</a> num país (a Malásia) mas que a fórmula muito dificilmente se aplicaria a outros mercados. Foi igualmente interessante perceber que a aposta de um periódico colombiano na infografia de grande qualidade está a ter enorme sucesso e &#8211; nas condições específicas daquele país &#8211; contribui de forma muito relevante para a criação de uma consciência social colectiva [Apresentação de Maria Teresa Ronderos disponível <a href="http://online.journalism.utexas.edu/2009/presentations/Ronderos.ppt" target="_blank">aqui</a>].</p>
<p><strong>2.</strong> Definitivamente começa a pensar-se a informação online como algo distinto da informação apresentada no papel / rádio / TV. E, sendo diferente, talvez se deva questionar a avalanche de produção (sobretudo proveniente de gurus e/ou empresas de consultadoria) sobre a fusão de operações ou sobre a chamada integração total. Nunca mais vou esquecer a brilhante apresentação de Torry Pederson, CEO do grupo norueguês VG que &#8211; tomando como exemplo a estratégia do seu grupo &#8211; nos disse que importa fazer crescer os produtos de forma autónoma (a imagem da cascata com água que corre de forma permanente, sem limites por oposição à garrafa, com conteúdo purificado, num formato fechado, deverá ter sido a mais forte do simpósio para todos os presentes). [Mais sobre a intervenção de Pederson <a href="http://onlinejournalismsymposium.wordpress.com/2009/04/18/222/" target="_blank">aqui</a> e sobre a estratégia do grupo VG<a href="http://forum4editors.com/2008/10/where-did-norwegian-success-of-vg-come-from/" target="_blank"> aqui</a>].</p>
<p><strong>3.</strong> As mudanças em curso no jornalismo (na actividade mas também na profissão em si) estão a ter efeitos nas redacções; na sua estrutura, na sua organização, nas posições relativas de cada um dos seus elementos, na sua relação com o exterior e na sua relação com a identidade profissional. Nessa, que é também a minha área de interesse pessoal, importará seguir com atenção os contributos futuros de Sue Robinson, Neil Thurman e Chris Anderson (cuja tese de Doutoramento deve ser publicada ainda este ano).</p>
<p>PS: Fotos do simpósio e do encontro iberoamericano de jornalismo digital que teve lugar logo a seguir <a href="http://www.flickr.com/photos/utknightcenter/" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://i2.wp.com/farm4.static.flickr.com/3618/3485941932_dd514f284c_o.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[301]]></thumbnail_height></oembed>