<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[BLASFÉMIAS]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://blasfemias.net]]></provider_url><author_name><![CDATA[helenafmatos]]></author_name><author_url><![CDATA[https://blasfemias.net/author/helenafmatos/]]></author_url><title><![CDATA[Os meninos à roda da&nbsp;propaganda]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><a href="https://observador.pt/opiniao/os-meninos-a-roda-da-propaganda/"><em>Sempre que uma nova causa nos é apresentada lá está ele: o jornalismo activista. (Obviamente também está Catarina Martins enquadrando a “nova luta” “num dia histórico” mas isso não é propriamente um assunto que valha a pena ser comentado, é mais o nosso fado.)  Em 2012 eram os tempos dos meninos da lágrima porque não havia dinheiro para bolachas, chorados em textos como “O menino que Gaspar não conhece”, publicado pelo Expresso em Novembro de 2012. Lembrei-me do “menino que Gaspar não conhece” quando esta semana li por essa imprensa fora os textos que noticiavam a dita greve climática, nomeadamente no mesmo Expresso uma espécie de panfleto intitulado “Trazem flores nos olhos para mudar o planeta“. Comecei a ler aquelas linhas que redimem José Jorge Letria daquela prosa em verso que levou muita gente a desistir do PREC e constatei que os meninos que não podiam comer bolachas em 2012 cresceram e agora querem salvar o planeta mesmo que para tal tenham de fechar fábricas, as de bolachas incluídas.</em></a></p>
]]></html></oembed>