<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[» bLógica]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://blogica.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Carlos José Teixeira]]></author_name><author_url><![CDATA[https://blogica.wordpress.com/author/carlosteixeira/]]></author_url><title><![CDATA[» bom dia!]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>[boa tarde]<br />Sol, uma vez mais, e desta feita a conseguir mesmo ler um pouco de Ovídeo, pelo meio da manhã, numa breve escapada ao trabalho. &#8220;A arte de Amar&#8221;, manual de instruções perfeitamente actual para o[a] sedutor[a] principiante escrito na forma mais extravagante que um latim de época permitia. A lê-lo com atenção para tentar compreender as coisas que ouvi ontem num programa de rádio acerca das diferenças entre homens e mulheres, compreensão a exigir apenas o filtro cultural que permite anular o efeito do tempo que separa as duas épocas.<br />De uma coisa tenho a certeza: a tal falta de sensibilidade de que sou geralmente acusado [e a fazer-lhe honras vaidosas pois, tanto quanto parece, é sinal de masculinidade], está para continuar. Não a considero um defeito em si, o que poderá ser considerado defeito é a forma descabida como ela se manifesta, mas isso é outra coisa. Haja paz, reconheçam-se os espaços próprios de cada &#8220;espécie&#8221; e, sobretudo, os seus direitos intrínsecos à condição humana, pois homens e mulheres somos apenas isso. Cada um de nós.<br />A acabar a quota de pensamentos repentinos de hoje, fica a ideia de que sempre existirá uma &#8220;guerra de sexos&#8221; e que esta não é necessariamente negativa. Talvez seja, pelo contrário, o verdadeiro motor social.</p>
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