<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Cláudia Sofia]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://claudiasofia.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[Claudia Sofia]]></author_name><author_url><![CDATA[https://claudiasofia.pt/author/sophiaspotlight/]]></author_url><title><![CDATA[Vida II]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>A vida&#8230;<br />
A vida é um enigma.<br />
Um enigma disfarçado de vida.<br />
Um enigma disfarçado de uma vida limitada por um corpo, por um tempo, por um espaço.<br />
E tudo junto só existe para desvendar em nós a verdadeira vida.<br />
Curioso!<br />
Uma realidade ilusória<br />
Uma ilusão repleta de limitações que apenas fazem com que nos apercebamos que tudo isso não existe.<br />
O que existe é a vida.<br />
Aquela que não se disfarça; aquela que não complica; aquela que equilibra e harmoniza a nossa dualidade intrínseca de energia.<br />
Esta energia só se mostra e só se propaga, quando há um equilíbrio entre o nosso lado trevas e o nosso lado luz. E todos temos os dois lados.<br />
Até porque para haver luz tem que haver trevas e para haver trevas tem que haver luz – os dois opostos não se atraem, como se costuma dizer. Eles permitem que o outro exista. Cada um é completo por si, fortalecendo-se mutuamente.<br />
E os dois juntos em harmonia, em equilíbrio, permitem que a nossa energia, que a vida que há em nós flua e se propague.<br />
Quando um está em desequilíbrio, seja ele luz ou trevas, acaba por provocar um perder de vida – é a ilusão, é quando a vida se disfarça de uma outra vida que não é verdadeira, que não existe.<br />
E isso reflecte-se em nós.<br />
Quando não estamos em harmonia, tendemos a não ser genuínos; damos com o intuito de receber ou não damos com medo de perder. E desta forma automutilamo-nos, deixando cicatrizes por todo o nosso ser.<br />
Já quando tomamos consciência desses dois lados e permitimos que se juntem, se abracem, se equilibrem e se harmonizem, aí deixamos de viver a ilusão, deixamos os véus que nos toldam a essência e passamos a viver a vida que há em nós. É aí que passamos a dar sem medo de não receber, sem exigências, sem contrapartidas, sem exageros.<br />
Por isso é que hoje é fundamental adequar a forma como nos preparamos e preparamos os que de nós dependem para que não se percam na vivência de um enigma disfarçado de uma vida; para que não se percam no labirinto que nos dá alguma lógica para tudo o que vivemos, enquanto nos afasta do mais importante. Se esquecermos o espaço, o tempo e o corpo em que nascemos, o que resta?<br />
A sabedoria que aos poucos nos transporta de volta ao Eu Universal.<br />
Esta sabedoria não é deste tempo, deste espaço, deste corpo apenas; há muitos outros enigmas disfarçados de vida que nos acompanham por esta realidade ilusória do agora gravado no nosso adn energético que provocam medos, escolhas, experiências e aprendizagens que nos iluminam nesta viagem de retorno.<br />
Vida após vida, experiência após experiência, eliminamos mais um véu que esconde a verdade vital da não existência.<br />
A não existência aponta para a não existência do tempo, do espaço, do corpo – enfim, a não existência do Eu isolado. Nós só existimos como parte integrante do Eu Universal, como se fossemos biliões de bolinhas minúsculas unidas dentro de uma gigantesca bola energética.<br />
A verdade é que estamos perdidos e desconectados do Todo, pois deixámo-nos levar pela ilusão do tempo, do espaço e do corpo. Por exemplo, já ouviram falar do conceito de vidas passadas?<br />
Eu sempre acreditei neste conceito. Vidas passadas&#8230; faz todo o sentido! A verdade é que hoje questiono esse conceito e pergunto: porquê passadas?<br />
Não há vidas passadas. Há apenas uma VIDA que se fragmenta e disfarça para criar uma ilusão de passado, presente e futuro. Tudo isto é uma aprendizagem. É criada uma ilusão de passado, presente e futuro para nos tirar a atenção do essencial. Condicionados por um suposto passado, focamos a nossa atenção no futuro e perdemo-nos das aprendizagens que recebemos a cada segundo e que aparecem para evoluirmos como seres energéticos.<br />
O Eu Universal está hoje a pedir-nos para percebermos de uma vez por todas que tudo o que fazemos aos outros, estamos a fazê-lo a nós mesmos. A gigantesca bola energética está a vibrar numa frequência diferente, pedindo assim para que os biliões de bolinhas minúsculas elevem a sua frequência para além das vivências ilusórias, aproveitando as oportunidades de transmutação que a nossa alma puxa para a nossa actual realidade ilusória.<br />
Elevar a frequência de biliões de bolinhas minúsculas é um caminho longo e necessário. Assim, é fundamental conhecer e abraçar, aceitar, o lado trevas e o lado luz de cada uma delas. Ao fazê-lo, a vida deixará de ser um enigma disfarçado de vida ilusória e passará a ser apenas VIDA! A vida que há em nós!<br />
Para que as bolinhas acompanhem a mudança energética é necessário desenvolver a consciência global, desvendando qual a motivação que está por trás das nossas acções, dos nossos pensamentos, atitudes e comportamentos. Assim surgirá o amor-próprio e o amor pelos outros e maior compaixão por nós e pelos outros.<br />
Isso é evoluir!<br />
Isso é mudar o mundo, é iluminar o mundo!<br />
Por isso, ilumina o mundo com o teu brilho único, com a tua alegria, com as tuas trevas, com tudo o que faz de ti um ser maravilhoso e único. Porque o mundo precisa de ti!</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://sophiaspotlight.files.wordpress.com/2017/08/avidaii.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[293]]></thumbnail_height></oembed>