<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Cláudia Sofia]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://claudiasofia.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[Claudia Sofia]]></author_name><author_url><![CDATA[https://claudiasofia.pt/author/sophiaspotlight/]]></author_url><title><![CDATA[A essência és&nbsp;tu!]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>“<em>A essência és tu!</em>” é a minha frase favorita.</p>
<p>Assim que a ouvi, tocou-me bem fundo na alma. Não percebi de imediato o impacto que teve, se bem que aos poucos aquela energia foi invadindo o meu ser.</p>
<p>Hoje, anos depois, entendo o significado desta curta e simples frase.<br />
O essencial na vida somos nós! Nós como ser. O essencial é o “<em>eu</em>” que dá luz à vida!</p>
<p>A verdade é que esta pequena frase me motivou a descobrir quem sou eu. Talvez seja a questão mais habitual quando entramos numa busca incessante pelo que nos é mais essencial.</p>
<p>Isso aconteceu comigo, se bem que, nos momentos mais críticos desta utopia, percebi que é outra, a questão mais importante a responder para descobrir o que nos é mais essencial.</p>
<p>Em vez de “<em>Quem sou eu ?</em>”, há que perguntar “<em>Porque sou eu como sou?</em>”. Por outras palavras, “<em>Porque faço eu o que faço?</em>” ou “<em>O que me conduz ao longo desta vivência?</em>” ou mesmo “<em>Porque vivo eu as experiências de vida que vivo?</em>”.</p>
<p>Será tudo na vida aleatório?<br />
Andamos nós à deriva, sem rumo algum traçado?<br />
Ou será que trazemos incorporado uma bússola interior que nos conduz?<br />
Se sim, o que é efectivamente essa bússola?<br />
O que interage com a nossa bússola interior?</p>
<p>Como uma apaixonada pela numerologia e pela astrologia, devo admitir que a data em que nascemos e o nome que recebemos tem uma grande influência na nossa vida, interagindo com a nossa bússola interior, com o intuito de nos levar ao melhor do nosso ser.</p>
<p>Por exemplo, o meu caso é por demais evidente neste ponto.</p>
<p>Nasci sobre o signo de Caranguejo. Emoções, Lua, Água&#8230;só que, no meu caso, vem a triplicar. Tenho o Sol, a Lua e o Ascendente em Caranguejo. Esta coincidência astral reflecte muito a minha intuição e sensibilidade extrema, para além da necessidade natural para a introspecção. Contudo, outras coincidências me levam nesse sentido.</p>
<p>O nome próprio que me deram, surpreendentemente, tem o significado de “<em>Diferente Sabedoria</em>”. Se aplicarmos a Numerologia, percebemos que o meu nome aponta para um número mestre, o número 11; número este nascido pela união do 6 (Cláudia) e do número 5 (Sofia). As maiores forças do 11 são a intuição e a sensibilidade extrema, fundamentais para o desenvolvimento de uma sabedoria diferente, de uma visão mais clarividente e inspiradora do mundo.</p>
<p>A data do meu nascimento corresponde também ao número 11 – apontando um caminho de busca do bem da humanidade, através de ideias avançadas e elevadas pela evolução do Homem. Se bem que este 11 é formado pelo 3 (comunicação) e pelo 8 (realização). Esta ideia da realização pela comunicação imprime em mim o gosto pela escrita e pela criatividade – crio através das palavras que escrevo; realizo através da forma única como comunico. Esta vibração é elevada por uma visão diferente (diferente sabedoria) ao transformar-se em 11.</p>
<p>Anteriormente, falei do número 6 – o número da Harmonia, da Família – unido ao número 5 – o número da Descoberta, do Conhecimento. É esta a vibração que se junta para criar o número 11 que vem do meu nome. Apontando assim uma vibração de intuição e sensibilidade extrema ao serviço da descoberta da harmonia humana através do conhecimento do que nos é mais próximo e familiar. Se bem que neste caso, como a minha missão de vida é realizar pela comunicação – criar pela partilha – quer dizer que recebi no dia em que nasci <strong>uma forte vibração de intuição e sensibilidade extrema ao serviço da descoberta da harmonia humana através do conhecimento profundo e verdadeiro do que aceitamos criar com o próximo e partilhar como família!</strong></p>
<p>Será que desta forma ficam decididas as experiências que vamos viver desde que nascemos até que morremos?</p>
<p>Não. Acredito no livre arbítrio. Acredito que nascemos com uma dada vibração e ao longo da vida temos também uma certa vibração que poderá empurrar-nos num determinado sentido, se bem que nada acontece se nós não quisermos que aconteça. Tudo o que acontece na nossa vida vem da união da nossa crença com os nossos sonhos e as nossas acções.</p>
<p>Posto isto, para nos conhecermos verdadeiramente torna-se fundamental:</p>
<ul>
<li>Analisar as influências que os outros têm em nós, principalmente na nossa infância;</li>
<li>Identificar as nossas paixões, os nossos interesses, os nossos talentos ou dons e as nossas competências;</li>
<li>Desvendar a nossa personalidade mais característica e crenças que adoptamos ao longo da vida;</li>
<li>Enumerar aquelas experiências de vida que sentimos que mudaram de certa forma o nosso rumo;</li>
<li>Tomar consciência das coincidências ou sincronicidades da vida;</li>
<li>Eliminar as crenças que já não nos servem ou que nos limitam e dificultam a vida;</li>
<li>Riscar da nossa linguagem aqueles “mas” que nos impedem de atingir a nossa excelência</li>
</ul>
<p>Depois de clarificar cada uma das fases descritas anteriormente, podemos perceber quem somos de verdade, porque somos como somos e o que nos motiva a fazer o que fazemos e a ser como somos. Nesse momento, poderemos recuperar o nosso poder, reescrever a nossa vida e tornar consciente qual o nosso propósito de vida e qual o significado que esta experiência de vida tem para nós.</p>
<p>E é assim que vamos iluminar o mundo com a nossa luz única e autêntica!</p>
<p>Vá lá, descobre o teu porquê e junta-te a nós para iluminar o mundo, porque o mundo precisa de ti!</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://sophiaspotlight.files.wordpress.com/2017/10/113.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[294]]></thumbnail_height></oembed>