<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Denúncia Coimbrã]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://denunciacoimbra2.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Paulo Abrantes]]></author_name><author_url><![CDATA[https://denunciacoimbra2.wordpress.com/author/denunciacoimbra2/]]></author_url><title><![CDATA[CAV exige maior&nbsp;visibilidade]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://media.photobucket.com/image/CAV%20Coimbra/Historia_da_Arte_uc/Imagens/CAV.jpg" target="_blank"><img data-attachment-id="2683" data-permalink="https://denunciacoimbra2.wordpress.com/2009/07/12/cav-exige-maior-visibilidade/cav/" data-orig-file="https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg" data-orig-size="700,595" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="CAV" data-image-description="" data-medium-file="https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg?w=300" data-large-file="https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg?w=700" class="size-full wp-image-2683 aligncenter" title="CAV" src="https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg?w=666&#038;h=565" alt="CAV" width="666" height="565" srcset="https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg?w=666&amp;h=565 666w, https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg?w=150&amp;h=128 150w, https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg?w=300&amp;h=255 300w, https://denunciacoimbra2.files.wordpress.com/2009/07/cav.jpg 700w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Em entrevista ao <a href="http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&amp;numero=73760&amp;ed=10072009" target="_blank">Diário das Beiras de 10 Julho</a> o director do CAV exige maior visibilidade.<br />
São discutíveis as suas exigências. Como discutível será a minha opinião pessoal, feita em consciência e liberdade de exprimir uma critica/opinião/sugestão.
</p>
<p style="text-align:justify;">Albano da Silva Pereira exige que Coimbra deve “olhar” para o CAV. Quanto a nós, o CAV é que se fechou a Coimbra. Enclausurou-se, no Pátio da Inquisição, com a elite da fotografia nacional. Passados 6 anos o CAV reclama públicos. Mas o que fez o CAV para os conquistar? Exposições? Mesmo que sejam “as melhores” do mundo, não chegam. O CAV não organiza conferências em torno da arte contemporânea, não faz formação e não produz debate sobre a arte visual. Não questionamos a qualidade das suas exposições, julgamos é que será muito pouco para angariar visitas ao CAV. É manifestamente pouco para haver obrigatóriamente uma “sinalética” para o Pátio da Inquisição.</p>
<p style="text-align:justify;">O isolamento do CAV/Encontros de Fotografia começa logo por cima, pela CMC e pelo seu presidente. O edil não aparece, nem se faz representar, em cerimónias oficiais organizadas no CAV (mesmo metendo ministro). Se entendemos o lamento de Albano da Silva Pereira também percebemos a autenticidade de Carlos Encarnação.<br />
Todo, ou quase todo, o dinheiro dado pela autarquia à fotografia em Coimbra vai para o CAV. Pouco ou muito, suficiente ou não, o facto é que vai todo para o CAV (60 mil euros anuais). Os outros “agentes fotográficos” levam zeros da CMC.
</p>
<p style="text-align:justify;">Carlos Encarnação já demonstrou que não gosta de perder confiança política, ou outra. Cumpre, despreza e segue em frente. A autarquia aloja o CAV, apoia com 60 mil euros, no entanto distancia-se e não quer saber do CAV. Quanto a nós, este paradoxo, é uma inquietação humilhante.</p>
<p style="text-align:justify;">O CAV já deu primazia à cidade de Coimbra em diversas formas expositivas, nomeadamente na exposição inaugural do CAV e na actual. No entanto, poder-se-á perguntar: o que o CAV fez, ou quis saber, da arte visual produzida em Coimbra?</p>
<p style="text-align:justify;">Para Albano da Silva Pereira “<em>A arte é livre, mesmo em termos de instituições, que têm a sua estratégias curatoriais e estéticas. E, naturalmente, esta instituição tem uma história de prestigio no país que não lhe permite passar de uma momento para o outro à demagogia, ao populismo, <strong>construir exposições de máquinas a tiracolo</strong>, fazer concursos de fotografia, porque isso seria a destruição de toda a sua história, de todo o seu legado e de todo o seu futuro</em>”.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas palavras, bem como a postura de quem as diz, pecam por subestimar o trabalho feito em Coimbra. Por tal razão, não vejo qual o sentido de exigir que Coimbra “olhe” para o CAV.                                <a href="http://pauloabrantes.wordpress.com/" target="_blank"><em></em></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://pauloabrantes.wordpress.com/" target="_blank"><em>Paulo Abrantes</em></a></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://i0.wp.com/denunciacoimbra2.wordpress.com/files/2009/07/cav.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[388]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>