<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[estórias com sexo]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://estoriascomsexo.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[estórias com sexo]]></author_name><author_url><![CDATA[https://estoriascomsexo.wordpress.com/author/lideiro/]]></author_url><title><![CDATA[Casamento no Sertão]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Meu avó contou essa história quando eu e meu primo Dinho atingimos certa idade, na adolescência. Ele evitou contar a passagem para meu irmão mais novo e o resto da primaiada porque dizia não botar muita fé naqueles cabras.</p>
<p>Vô Chicão era homem das antigas, sério e macho! Porém um velho bom e muito respeitado. Migrou do nordeste pra São Paulo com 20 anos de idade, arrumar trabalho e trazer a família, onde acabou fincando raízes. No entanto, adorava lembrar das coisas vividas na sua juventude, das coisas que moldaram sua personalidade.</p>
<p>É claro que dentre todos os relatos, os que mais gostávamos de ouvir eram as cenas de putaria, sobre os moleques que barrancavam cabritas, meninas que tomavam banho peladinhas na lagoa, e principalmente sobre a libidinagem das vadias do sertão que desafiavam o machismo da época e da região.</p>
<p>Pois bem, quanto mais crescidinhos a gente ficava, mais sacanagem o velho se permitia contar. E numa determinada data, era um feriado se me lembro bem, Vô Chico chamou eu e o Dinho pro canto onde ficava a sua poltrona, e servindo um gole da &#8220;marvada&#8221; pra gente, disse que nós dois já tinhamos idade pra ouvir a história mais pesada, e a mais verdadeira que ele tinha pra contar: &#8220;Olha aqui&#8230;se vocêis quisé acreditar, é só acreditar! E não me amolem querendo saber como eu sei ou porque fiquei sabendo dessa história! Já faço demais em contar procêis dois.&#8221;</p>
<p>Viramos logo o ardido gole da cachaça, que confesso, até hoje não aprendi a gostar, e tratamos de prestar atenção. Se me lembro bem, a história começava assim: Tinha lá na cidade dele, sertão mesmo, dois moleques até que bem grandinhos, já caminhando pra serem homens de fato. E quis o destino que essa condição fosse antecipada, pois ambos haviam se tornado praticamente arrimos de família, quando seus pais saíram de lá em direção ao Sudeste, os deixando sozinhos com as mães e irmãs pequenas.</p>
<p>A situação só não era pior para aqueles dois primogênitos, porque suas famílias não eram das grandes, uma exceção a regra do lugar, já que cada um contava apenas com um par de irmãs bem mais novas para dividir o pouco que suas mães obtinham, e o quase nada que os dois conseguiam providenciar como ajuda.</p>
<p>Na pior fase, quando já se havia passado 3 anos da partida de seus pais, e nenhuma notícia se tinha deles, suas abandonadas mães decidiram então juntar os trapos, e se mudaram para uma única casa, pensando em economizar no aluguel pago ao Sinhô Castro, o &#8220;coronel&#8221; daquelas bandas. Também trataram de botar os dois rapazes, Neco e Riva eram seus apelidos, pra trabalharem como ajudantes de um feirante da região.</p>
<p>A decisão se mostrou sábia, porque aos poucos conseguiram ao menos botar comida na mesa. Passado um tempo, já conseguiam comprar também umas roupas, uns panos, utensílios pra casa. Nos dias de festa já estavam até podendo bancar um bode, que beleza! Era verdade que tanto Neco como Riva, não podiam gastar dinheiro nas coisas que a maioria dos rapazes da região gastavam. Nada de puteiro, bebedeira, bola de futebol. Mesmo sair com as raparigas da cidade, suas mães proibiam, temendo que os dois logo emprenhassem umas buchas e complicassem ainda mais a modesta vida daquela grande família. Espertas aquelas donas, já manjavam de planejamento familiar!</p>
<p>Com as coisas mais estabilizadas e ao menos a barriga cheia, a cabeça do ser humano começa a se preocupar com outros assuntos, com coisas que dão prazer. E assim estava a mente do jovem Neco, que dia após dia, batia recordes de punhetas batidas. A quantidade e o vício ganhavam tais contornos, que mesmo a visível falta de privacidade no lugar onde viviam (o casebre tinha uma grande cozinha, uma sala, um pequeno quarto onde dormiam as meninas, e um quarto maior onde dormiam as mães ao lado de um banheirinho, e no outro canto, separados das mulheres apenas por um lençol velho, os dois garotos) não impedia as mãos rápidas do moleque mesmo quando era certo que outras pessoas sabiam ou até podiam ver o que ele fazia.</p>
<p>Meu avô não quis dizer como sabia disso, mas ele garantiu que a mais safada das punhetas que Neco teve o prazer de bater, foi aquela vez, na hora de dormir. Riva, seu amigo, já roncava na rede ao seu lado, virado de costas, quando Neco pensando estar com o caminho livre pra sua sessão noturna, botou o bicho pra fora do calção e relaxadão também numa rede, tratou de malhar o garoto sem pressa, de cima até embaixo. A coisa estava tão boa, que ele se demorava em escolher qual seria a homenageada da ocasiâo: Ritinha, a mais bonita das meninas que tomavam banho na lagoa, Dalva, a mais gostosa das vagabundas da feira, ou a pequena Cilene, irmã do Riva. Ainda uma menina, no entanto já mostrava sinais de que seria bem peituda a danada.</p>
<p>E nesse deleite juvenil de escolher com quem sonhar, foi que o coração de Neco quase vem a boca de susto! Do outro lado do quarto, encostada na portinha do banheiro, nua, completa e totalmente nua, iluminada apenas pela lamparina que sempre ficava acesa, estava Dona Cida, a mãe do Riva.</p>
<p>Apesar de dormirem todos juntos naquele quarto e do calor nordestino não exigir o uso de lençóis ou cobertores, Neco jamais havia visto o seu corpo nu, nem mesmo tinha reparado nas partes mais íntimas daquela mulher que não deixava de ser uma das donas da casa, uma quase segunda mãe.</p>
<p>Cida olhava de volta pra ele, olhava pro pinto dele com um olhar impassível, como se não houvesse nada de errado ou de anormal acontecendo. No entanto, não aparentava desdém ou reprovação, o seu silêncio e seus olhares hora encarando o rosto do jovem, hora mirando o movimento da sua mão sobre o pau em riste(que não parou um minuto sequer) indicavam que ela estava tranquila, e talvez ficasse ali de pé, até alguma outra coisa acontecer.</p>
<p>Percebendo isso de algum modo, Neco ficou maluco de tesão, passou a punhetar o bicho com uma vontade de leão no cio, por mais que evitasse chacoalhar a rede ou demonstrar a respiração ofegante, não conseguia. Era a primeira vez que tinha assim, o corpo de uma fêmea totalmente exposto diante dos olhos, e que não precisava estar escondido para vê-lo. A sensação era diferente, o que notava naquele corpo de mulher de verdade, mulher formada que já pariu filho, enfurecia ainda mais o trabalho da sua mão esquerda.</p>
<p>Dona Cida tinha uns peitão delgado, meio caídos de tão grandes e por não verem sutiã todo dia, mas não eram flácidos, suas tetas pareciam feitas de mármore marrom, largas, amplas, duas tigelas ocupando quase tudo da altura do seu peito até a barriga. E tinha as auréolas grandes, bojudas, bastante negras, despontando bem no centro um mamilo igualmente farto e intrometido.</p>
<p>Neco ficou com a impressão de ter notado um discreto sorriso no rosto daquela mulher, quando se deu conta de que ela percebeu que seus olhos repousavam mirada na direção dos seus seios.</p>
<p>Ela então deu dois passos adiante, e botou a mão na cintura, ficando assim mais iluminada pela lamparina, e permitindo que Neco admirasse melhor o seu corpo. Cida era uma mulher brasileira, muito miscigenada, cabelos lisos e negros de índia, sua cor também era bastante indígena, tinha a estatura pequeno-média de cabocla, nos enormes seios havia uma mistura de fartura portuguesa com a grandeza africana. No meio das pernas, carregava uma densa mata de pêlos que floreavam uma cintura bem sinuosa, delicada, o que acabava compensando a magreza da sua bunda, que não era feia, mas distoava do gigantismo das suas mamas.</p>
<p>Mas para Neco não importavam os pormenores, ele se encontrava hipnotizado, em transe, adorando a beleza da mulher nua, a beleza de Dona Cida, mãe do seu &#8220;irmão&#8221; Riva, e os olhares que trocava com ela, por mais que ele ainda não soubesse descrever o que significavam, foram as primeiras experiências que ele de fato, teve com uma fêmea.</p>
<p>Neco se esfolava, se esgueirava na rede. Em certos momentos lhe brotavam rompantes de querer levantar dali e abraçar por inteiro o corpo daquela mulher, mas ele se continha, era preciso se conter. Cida mais uma vez deixou escapar um discreto sorriso, e se aproximou ainda mais, debruçando o seu corpo sobre a corda que sustentava o lençol que fingia dividir o quarto à meia altura. Inclinando-se ligeiramente, ofereceu para o rapaz uma visão integral, panorâmica e maçiça dos grandes seios, onde ele pôde ver a menos de 1 metro dos olhos, o quão acesos e arrepiados estavam os negros mamilos da Dona Cida, ô meu pai, Neco queria gozar em cima daqueles bicos!</p>
<p>Neco punhetou, punhetou e castigou o pau até o seu limite, subia e descia até o talo do bichano, mais uma vez trocou olhares com Cida, fazendo ela finalmente abrir um sorisso largo, um sorriso safado até, como ele nunca viu antes no rosto dela. E foi com esse sorriso que Neco se aliviou, gozou e acertou o tão desejado alvo!</p>
<p>A porra do jovem varou o ar, e foi aterrisar justamente sobre os delgados seios dela, escorrendo caudalosos sobre os seus bojudos mamilos cor de café! Acompanhar o jovem leite masculino acertar em cheio o corpo de uma mulher parecia estimular ainda mais a fábrica de porra do rapaz. No abrir e fechar de olhos que a explosão de prazer lhe causou, Neco podia jurar ter visto Dona Cida olhando vitoriosa e toda prosa para as gotas brancas de líquido quente que contrastavam com a pele morena do seu peito.</p>
<p>De repente, ele lembrou-se subitamente do seu amigo, filho da mulher que acabava de protagonizar uma cena de safadeza, estaria ele dormindo? Neco se revirou na rede e acompanhou por alguns instantes a respiração de Riva&#8230;ufa, ele parecia até roncar, não viu nada pelo jeito.</p>
<p>Mais tranquilo, virou-se novamente na rede, queria mais uma vez contemplar a sua proeza, as marcas do seu gozo sobre os largos seios que tinha a Cida, mas já não encontrou ela, apenas pôde notar o lençol balançando, e algumas manchas brancas no mesmo, bem abaixo do lugar onde Cida apoiou-se nuazinha.</p>
<p>Meu Vô fez uma pausa, lembro que aproveitou pra pegar mais uma cachacinha! Olhando pra gente, percebendo nossas caras de espanto misturado com tesão, riu: &#8220;Hehehe, tão pensando que é mentira é? Que esse velho aqui tá só querendo botar sacanagem na cabeça docêis? Hehe, peraí que tem mais!&#8221;</p>
<p>Vô Chico contou que Neco caiu no sono e acordou numa manhã que parecia ser normal. Já estavam Cida e a sua mãe, Neide, de pé preparando o café, as meninas se arrumando no outro quarto, e Riva se lavando no banheirinho. Ele deu um tempo, esperou o colega sair de lá e após se lavar com calma, foi pra mesa do café.</p>
<p>Pensava ele que não conseguiria olhar na direção da Cida depois do ocorrido, que não conseguiria mirá-la nos olhos, ou pior, que ela por algum desses motivos misteriosos que habitam a mente das mulheres, o castigasse. Mas nada disso ocorreu.</p>
<p>Para sua sorte, Cida estava como sempre, do seu jeito naturalmente ativo de mulher trabalhadeira, decidida, meio teimosa até, mas com tudo em paz. Neco notava que ela tinha um gênio bastante diferente do que a sua mãe Neide tinha, que era por sua vez mais passivo e sem voz. A verdade é que a verdadeira &#8220;dona&#8221; da casa ali era a Cida, uma líder natural. Neide parecia mais uma irmã mais nova que no final das contas, obedeceria os comandos da mais velha.</p>
<p>Sem dúvida Cida não estava encucada com a punhetação do rapaz na noite passada, teria ela gostado? No entanto, não estar encucada, não significava que nada havia mudado ou que tudo seria como antes depois daquilo. Curiosamente, enquanto Neco tomava o seu café, Cida dirigiu-se a ele num tom diferente, altivo como sempre, porém chamando-o pelo nome ao invés do maternal &#8220;fio&#8221;, e fazendo-lhe pedidos, não dando comandos como fazia até então! &#8220;Neco, eu quero que ocê veja pra mim na vendinha do Seu Ramos dois colchonete, daqueles baratinho que nem o das menina! Mas ó, tem que ser um pouco maior! Compra hoje se tiver dinheiro.&#8221;</p>
<p>&#8220;Colchonetes, o que ela queria fazer com isso&#8230;e por que pro Neco, Vô?&#8221; Dinho perguntou.</p>
<p>&#8220;Ah&#8230;está ficando mais curioso agora, pilantra? Acompanhe a história meu neto, só acompanhe até o final!&#8221;</p>
<p>Vô Chico continuou o relato, o mais longo e mais intrigante que já tínhamos escutado sobre todas as coisas vividas por ele lá no Nordeste.</p>
<p>&#8220;Mas então, o moleque foi mesmo comprar os colchão?&#8221; insistiu Dinho. &#8220;Mas e o resto Vô, a mãe dele não achou estranho aquele pedido?&#8221; O velho retornou sua imersão ao passado:</p>
<p>Pois bem, Riva e Neide ouviram o pedido e estranharam mais ainda, por que diabos Cida chamou ele de &#8220;Neco&#8221; pensou Riva, e por que não fazer o pedido para o filho dela, matutou Neide? Mas Cida não deu corda pra cara de bobo dos dois, e soltou logo um &#8220;Que é?&#8221; fazendo a platéia desistir de perguntar qualquer coisa a mais. Neco que também não era bobo de desobedecer, tratou de comprar logo as colchonetes que foram pedidos. Não importava para que servissem, ainda mais depois do que aconteceu na noite anterior, pedido da Cida era ordem cumprida!</p>
<p>Logo a noite caiu e os dois regressaram a casa, cada um carregando uma colchonete. Tudo estava normal lá dentro, o jantar quase pronto, o silêncio da noitinha que chegava, que era até maior do que o normal, pois Cida decidiu levar as meninas até a casa de uma das avós, pra passar uma temporada com os primos.</p>
<p>Cida recebeu os meninos na cozinha, Riva pediu a benção e a recebeu, mas quando Neco foi pedir, ouviu um &#8220;Você não precisa!&#8221; da mulher, que aproveitou a conversa e mandou os dois irem se lavar, assim que Neide saísse do banheiro, pois também tinha sido mandada ao lavatório pela &#8220;irmã&#8221; mais velha.</p>
<p>Quando ela saiu, Riva foi primeiro, deixando assim o seu amigo sozinho com Dona Cida na cozinha, os dois quase não trocaram palavras, no entanto era claro que alguma coisa havia mudado naquela casa. Cida estava com os cabelos molhados, também acabava de sair do banho, trajava um vestido azul, simples e bem leve, mas que grudava no corpo meio molhado de quem não se preocupou em se enxugar direito. Neco via nitidamente o contorno dos seios pesados se revelando através daquele vestido, e mais ainda, via a vulva e o denso mato que a cobria em auto-relevo, grudados na roupa que Cida vestia. &#8220;Você trouxe o colchonete né? Muito bom, assim que eu gosto, homem de palavra!&#8221; comentou ela rapidamente enquanto montava a mesa.</p>
<p>Neco foi se banhar sentindo um misto de terror e tesão. O que será que estava acontecendo? Pensou em descascar umazinha ali mesmo pra relaxar da situação, mas quando levava a mão até o seu virgulino, Cida bateu na porta do banheiro: &#8220;Ande Neco, se lave logo porque tu precisa me ajudar a trazer os colchonetes pro quarto!&#8221;</p>
<p>Sim, os dois removeram as redes que até então faziam as vezes de cama, e botaram um colchonete em cada lado do quarto, separados pelo tal lençol. &#8220;Como iriam dormir agora, duas pessoas em cada colchão?&#8221; se questionava.</p>
<p>O jantar transcorreu em silêncio coletivo, apesar de também não ter passado livre de esquisitices. Cida reorganizou a mesa, agora ela sentava de frente para o Neco, e Neide de frente para Riva. Os dois últimos riam sem entender nada, certamente faziam menos idéia do que ocorria, do que Neco. As coisas só começavam a ganhar cara e nome certo quando durante o jantar foi Cida quem montou o prato dele, não sua mãe. Ficaram ainda mais claras quando ela, ao retirar seu prato, colou o corpo no ombro dele e perguntou: &#8220;Gostou da comida da Cidinha, gostou de como ela serve o painho?&#8221; Neco pôde ver a centímetros dos seus olhos aqueles grandes mamilos se acenderem, colando ainda mais no vestido molhado. Havia algo de profundo nos olhos de Cida agora, seria desejo? Uma coisa estava certa, a Cida mulher que se exibiu pra ele noite passada, reaparecera ali.</p>
<p>Foram então dormir, menos Cida, e se distribuiram do mesmo jeito que antes. Neide numa cama e os dois na outra. Riva fazia graça da situação, dizia que se o amigo virasse demais o rabo pra Lua, ele não perdoaria o rabo de ninguém! Neco não deu bola, pressentia que a coisa não terminaria bem assim. Quando começavam a adormecer, Cida entrou no quarto, aos berros: &#8220;Mas que porra é essa, ó meu pai? Compramos dois colchão pra no fim das conta homi dormir com homi? É isso? E ocê mulhé, acha que eu vou dormir com ocê?&#8221;</p>
<p>Neide assustada, respondeu: &#8220;Que titica de galinha é essa mulhé, oxê? Tu não acha que eles já estão bem crescidinhos pra dormir na mesma cama que a mãe? Eu não vou dividir cama com o meu filho a essa altura da vida!&#8221;</p>
<p>Cida ria, gargalhava alto, mas retomando a altivez da voz, colocou a situação em pratos limpos: &#8220;Deixa de ser passada, sua lésa! Você vai é dormir com o meu filho, e eu vou dormir com o teu! Neco será agora meu marido, ou o meu homem, meu macho, já que não tamô de papel passado na Igreja! E eu sugiro que você e Riva se entendam&#8230;porque eu já me entendi com o Neco! Vem pra cá Neco!&#8221;</p>
<p>Para Neco a revelação mais parecia a confirmação de um mistério que durou apenas um dia, mas para Neide e Riva, foi um choque. Mas se Cida sabia uma coisa, era tirar susto de gente passada, nem que fosse no grito!</p>
<p>&#8220;Mas que porra, que lerdeza, anda logo Neco tu quer ou não quer botar as mão nas minhas tetas, ontem tu ficou de pinto duro seu safado!&#8221; e furiosa, desceu as alças do vestido exibindo os seios valentes, grandes como dois escudos de bronze e tesão. &#8220;Daí Eu fui né, quer dizer&#8230;o Neco foi&#8221; Vô Chico se enganou por um momento, mas consertou e prosseguiu.</p>
<p>Daí Neco não resistiu a vontade de possuir aquela mulher que pra ele inteira se oferecia, ao mesmo tempo que ordenava o que devia ser feito naquele quarto. Os dois se agarraram, se beijando atrapalhadamente, mas cheios de tesão, Cida se despiu de uma vez do restante do vestido, e levou a mão até o pau do rapaz, apertando o bicho com a mesma força que Neco sugava os fartos mamilos do seu seio esquerdo.</p>
<p>&#8220;Você me quer Neco, meu painho? Quer ser meu macho, quer me fazer sua rapariga? Diz que sim vai seu safado&#8230;tu sabe que sou boa mãe, boa dona de casa, mas tu ainda não me viu no papel de puta, de fêmea sem-vergonha!&#8221; Neco só dizia sim, sim, deve até ter deixado escapar um &#8220;Eu te amo!&#8221; precipitado, com a voz dividida entre as respostas e a viagem da sua língua pelas tetas da sua agora mulher.</p>
<p>Riva estava boquiaberto, olhando muito de perto talvez se notasse uma pontinha de lágrima nos olhos, isso olhando ele da cintura pra cima, porque na parte de baixo havia uma montanha se formando no meio das suas pernas.</p>
<p>Neide gritava &#8220;O quê! O quê é isso?&#8221; levando as mãos na altura do peito, indignada, como se estivesse sentindo pontadas no coração! Porém, isso tudo não passava de encenação pra Cida:</p>
<p>&#8220;Ah, para com isso Neide! Será que eu preciso cuidar docê até nisso&#8230;baixa logo esse teu vestido e mostra o seu rabão de quenga bunduda pro meu filho, faz alguma coisa pra tirar as vistas do moleque de cima das minhas tetas e do meu macho!&#8221;</p>
<p>Neide persistiu: &#8220;Cuidar de mim, olha só o que ocê tá fazendo, sua bruxa!&#8221; mas Cida não era de pouca briga: &#8220;Bruxa o raio que te pariu, sua vaca. Então tu é boa demais pra dar a bunda pro meu filho, mas fica se esfregando com o Ramos da vendinha. Que que é, acha que eu não sei? Se é pra dar o fiofó pra alguém, dê pra quem bota comida na tua boca!&#8221;</p>
<p>Riva ainda com cara de bobo, começou a se mover na direção da Neide, e dando sinais de que deixava o tesão vencer o trauma, foi lentamente levantando o vestido da sua &#8220;tia&#8221;. A visão daquele belo rabo, uma verdadeira obra-prima da genética brasileira, redondo, firme e largo, na cor moreno-claro da pele lisa da sua ainda jovem &#8220;madrinha&#8221;, que tinha só 30 anos de idade, pois pariu Neco ainda muito menina, e portanto, era inclusive mais nova que Cida, atiçou de vez o lado homem do rapaz.</p>
<p>Ele tirou a jeba pra fora do calção e passou a esfregar minuciosamente o seu brinquedo pela extensão do gostoso rabo dela, que imediatamente sentiu um arrepiou subir pela espinha. &#8220;Meu pai, se só a pontinha já parece ser grossa desse jeito, imagina o resto!&#8221; pensou.</p>
<p>Cida riu:&#8221;Hahaha&#8230;tá vendo só, quengona! Eu sei que o menino tem um trabuco e tanto no meio das pernas! É um presente que lhe dou, ensina direito esse menino&#8230;doma logo a cobra dele nesse rabão que a natureza lhe deu!&#8221;</p>
<p>Neco não se avexava pelas coisas ditas por Cida, era a primeira vez dele com ela, e com uma mulher, mas já se sentia muito atraído pelo jeito desbocado e safado da sua iminente esposa! Até mesmo as obscenidades que ela dizia sobre a sua mãe, só o fazia ficar ainda mais excitado, de pau ainda mais duro pra meter naquela mulher!</p>
<p>&#8220;Tu tá gostando dessa safadeza toda que eu criei, né pilanta! Tu tá gostando da boca sem-vergonha da mainha, não tá? Diz que sim meu amor, diz que me ama&#8230;vai!&#8221;</p>
<p>Neco delirava, empurrou Cida pro colchonete enquanto atacava com a boca, com as mãos, com os pés se possível, todos os cantos do corpo dela, todas as dobras, todas as curvas, e repetia na voz afobada de tesão: &#8220;Eu te amo mulhé, eu te quero&#8230;eu te amo, eu te amo, peitão da porraaaa!&#8221;</p>
<p>Cida gargalhava, sua gargalhada infernal revelava o lado devasso, diabólico, e maravilhosamente safado que existia por trás daquela mulher de pulso firme, trabalhadeira, genuína comandante de família! &#8220;Me ama meu dengo, me ama por inteiro moço! Enfia sua língua em mim todinha. Enfia ela no meu rabo, enfia no fundinho do meu rabo!&#8221;</p>
<p>Cida ergueu a cintura e puxou a cabeça do menino ao encontro do seu rêgo, e teve o desejo literalmente atendido pela incontrolável língua de Neco. Na sua primeira vez com uma mulher, tudo tinha o melhor dos gostos!</p>
<p>A engalfinhação do casal Neco-Cida por sua vez promovia Riva a enxergar que podia e devia fazer o mesmo com Neide. Ela que apesar de ter cessado com os protestos e já se encontrar também inteiramente despida, ainda se mantinha travada, de pé, com os braços cruzados impedindo o acesso do seu afilhado aos seus tenros seios, de biquinhos pequenos, mimosos e bem durinhos, cor vermelho-escuro.</p>
<p>Cida mais uma vez interviu, mesmo precisando interromper o maravilhoso serviço que a língua do seu recém-promovido macho operava em seu rêgo. &#8220;Ahh vamô parar de frescura, Neide! Se entrega de uma vez e aproveita, tu anda precisada de homem também!&#8221;</p>
<p>&#8220;Precisada? É fácil resolvê isso&#8230;é só chamar de volta os nossos marido de verdade, que foram lá pro Sul!&#8221;</p>
<p>Aí Cida perdeu de vez o controle, aquela resposta lhe tirou até mesmo do transe que vivenciava com Neco. Em três passos, ficou de pé, saiu do colchonete e com as tetas balangando, levou a mão com força ao rosto da sua concunhada:</p>
<p>&#8220;Marido, que marido? Aqueles dois desgraçado que fugiram pro Sul, nunca mais mandaram notícia, e pra avisar o quê, que já devem ter arrumado outras rapariga praqueles lado, é? Que abandonaram nóis, que já devem ter outras família lá, é isso que tu quer ouvir?&#8221;</p>
<p>A mãe de Neco se ajoelhou, calada, cobrindo o rosto avermelhado pelo tapa. Parecia chorar, enquanto Cida continuava com o olhar ameaçador, revoltado. Riva quebrou o silêncio, e suas palavras não foram exatamente de encontro ao que pensava sua mãe: &#8220;Mãe&#8230;tem o pai, nóis não sabe o que aconteceu! Tu não pode dar pro Neco, é pecado!&#8221;</p>
<p>Cida se virou pro filho, estava se preparando pra mandar o menino tomar no cu, quando Neco engrossou a voz! E foi em defesa da sua mulher:</p>
<p>&#8220;Tu cala a boca também, e não fale bosta! Se hoje nóis trabalha que nem condenado, se hoje a gente precisa cuidar da família, é porque aqueles dois merda esqueceram da gente! Fugiram sim e não voltam mais! E você que tome jeito e trate de se entender com a minha mãe, pois se não quisé, eu vou pegar as duas pra mim!&#8221;</p>
<p>Cida sorriu, um sorriso ainda mais aberto! Agora tinha certeza que além do entendimento na cama, também compartilhava com o seu machinho das mesmas idéias em outros assuntos. E gostou da atitude dele. &#8220;Meu amor, se não é nóis dois nessa casa, isso não vai pra frente!&#8221; Cida ainda se dirigiu para Neide antes de voltar aos braços do seu novo esposo, ordenando que ela aproveitasse que já estava de joelhos pra abocanhar a jeba do Riva, seu filho.</p>
<p>E se desobedecesse, iria levar porrada! Cida bem sabia que homem nenhum resiste a umas mamadas no pinto, e estava certa de que seu filho pegaria Neide de jeito quando a safada deixasse de frescura.</p>
<p>Finalmente esquecendo dos descontentes, Cida e Neco caíram de vez na cama e na fodolância! Cida tratou logo de pedir vara na buceta, até porque já fazia tempo que ela não sentia o pau roçando o fundo da sua periquita. A transa foi intensa e sem frescuras, foda de verdade, de animal, de papai e mamãe, foda de dez minutos&#8230;de inesquecíveis dez minutos.</p>
<p>Neco grudou na sua mainha, sugando boca adentro os grandes seios que o fascinavam, enquanto furava o bloqueio da densa mata. Cida gemia, gritava, ela acertou em cheio quando mandou as meninas pra casa da avó. Pena que não teria jeito, mais cedo ou mais tarde elas se veriam obrigadas a se acostumar. Neco marretava-lhe a buceta, os sucos de prazer melavam os negros pêlos a cada entrada e saída do pau em riste, e seus fartos seios já demonstravam sinais de dor, uma dor gostosa de tanto que o rapaz os mordia.</p>
<p>Ele se devotava apenas a transa, sua mente só enxergava as tetas e a buceta da sua agora amada Cida, mas ela, mais experiente, conseguiu ver apesar do calor da foda, quando Neide pareceu perder os pudores, e após ter lambuzado a grande verga do seu Riva com mamadas abocanhadas já por livre e espontânea vontade, se arreganhou de quatro e finalmente ofereceu sua flor de buceta ao jovem.</p>
<p>Vendo seus planos ganhar contorno de realidade, Cida se deleitou ainda mais com a foda, pois no fundo odiava brigar com Neide, a quem tinha como uma irmã, e também se sentia excitada sabendo que seu filho também encontrava um rabo amigo, do mesmo jeito que Neco encontrou um nos braços dela. Cida contraiu mais forte a vagina, gozou, gozou serenamente ao contrário do que a sua boca suja podia sugerir, Cida gozava como princesinha, arfando mansinho e curtindo pacífica as ondas de prazer percorrendo seu corpo.</p>
<p>Neco gozou também, gozou aos soluços, vivenciando um prazer ainda mais intenso e verdadeiro do que a punheta nos peitos dela, noite passada. Logo em seguida, do outro lado do lençol (que a essa altura já estava caído no chão) Riva não conseguiu se conter diante da magnífica visão do rabão da sua madrinha. Despejou muita porra, a maior quantidade de gala quente que Neide já havia sentido dentro de seu útero. Pudera, a porra era equivalente ao tamanho do jegue.</p>
<p>Cida ria, e rir dali em diante tornou-se uma rotina. E enquanto acariciava os cabelos do jovem Neco, que não parava de chupar os negros mamilos dos seus seios, disse olhando para Neide, então mais calma: &#8220;Menina&#8230;você precisa entender! Esses dois, já estão muito grandinhos pra viverem sem buceta!&#8221;</p>
<p>Neide riu, finalmente. Agora, ela também gargalhava.</p>
<p>Vô Chico também sorria, perguntou o que achávamos da história? Além de concordar que era uma baita de uma safadeza, tinhamos certas dúvidas. Dinho queria saber se aquilo foi real mesmo, já eu me perguntava como vovô soube de tudo isso, e com tanto detalhes.</p>
<p>O velho respondeu que a parte dele era contar, já acreditar era cabeça e sentença de cada um. Mas não deixamos o assunto morrer assim, de cara, e perguntamos se ele sabia como a vida continuou pra Cida, Neco e os outros?</p>
<p>E Vô Chico complementou. Disse que as coisas geralmente são assim na vida, começam de repente e na maioria das vezes, acabando ficando!</p>
<p>É verdade que nas primeiras semanas a coisa não acontecia naturalmente. As mulheres ainda tratavam os dois mais como filhos do que maridos ou &#8220;machos&#8221;, e que a safadeza durante as noites, mesmo quando as gurias pequenas não estavam em casa, precisavam ser &#8220;estimuladas&#8221; sempre pela iniciativa da Dona Cida. Neco logo se acostumou com a rotina, e tomou gosto por essa coisa de ser homem da casa, e poder mamar nos mamão da Cida, mas Riva tinha umas recaídas, por vezes sentiu ciúmes da mãe.</p>
<p>No mais crítico dos momentos, ele procurou a mãe no quarto, enquanto ela repousava sozinha, e aos prontos confessou morrer de ciúmes do Neco, dos carinhos que trocavam, do jeito que ele &#8220;beijava&#8221; os seios dela. Cida tentou animar o filho, justificou que se Neco tinha a ela e suas tetas, ele era um homem de sorte, pois Neide tinha o rabo mais desejado da cidade. Mas não adiantava, o menino chorava sem parar.</p>
<p>Comovida pelo senso de maternidade, e prática como sempre na resolução de problemas, Cida então botou os seios pra fora, e deixou Riva mamar como um bebezão até se fartar. Terminou o serviço puxando a grossa jeba do filho pra fora das calças, e tratou de chupá-la. Coisa que curiosamente ainda não havia feito com Neco, seu agora marido.</p>
<p>O cabra gozou, e a mãe engoliu. E tudo parecia ter se resolvido, se não fosse Neco acabar descobrindo o episódio.</p>
<p>Uma pequena crise se instalou ali, pois ele já tinha desenvolvido um sentimento de posse com relação a Cida, e ela também sentia pelo rapaz algo mais profundo do que uma simples união de conveniência, ou uma relação de pura sacanagem, os dois se gostavam. Cida então chamou Neide para uma conversa, e combinou o que fariam pra empatar as coisas entre os dois homens da casa.</p>
<p>Inventaram uma desculpa e fizeram Riva passar o domingo inteiro fora. As meninas também estavam na avó. Cida surgiu na cozinha pelada, e toda safada convidando Neco pra dar fodinha de reconciliação no banheirinho. Quando Neco adentrou o pequeno espaço, lá também estava sua mãe, nua e já enfiando dois dedos no meio do rabo.</p>
<p>Ele primeiro recebeu de presente uma dupla chupada, e gostou tanto, que fez Cida prometer fazer isso todas as noites, antes dele botar o pau pra invadir sua periquita. E por fim, enfiou fundo a vara na grandiosa bunda da sua própria mãe. Realmente, aquela bunda firme e arteira era incomparável. Neco gozou muito, e até precipitadamente, pois Cida enciumada com o apreço que ele parecia demonstrar pelos fundilhos da mãe, tratou de revelar umas obscenidades ao pé do seu ouvido, contou para o jovem que a sua vara só entrava fácil e macia naquele rabo, porque toda semana ele era malhado ao menos por duas picas, a jeba do Riva e a do Seu Ramos. Era verdade, a vagabunda da sua mãe dava a bunda pro comerciante, só salvava a buceta porque temia se emprenhar dele.</p>
<p>Neco gozou de fazer bolhas no gostoso cu da Neide, a porra escapava pelas nádegas fazendo barulhinhos até.</p>
<p>&#8220;E depois eles viveram numa boa, Vô?&#8221; perguntou Dinho.</p>
<p>Vô Chico não quis julgar se viveram numa boa ou não, mas que certamente tocaram a vida, isso eles fizeram.</p>
<p>Riva e Neide, que no início pareciam não ter gostado da união forçada pela Cida chefona, surpreenderam a todos, e depois de uns 2 anos dividindo o quarto com o outro casal, resolveram se mudar para um canto próprioo e casar pra valer. E nem foi tão difícil.</p>
<p>Riva acabou se tornando sócio do Seu Ramos na vendinha (e na bunda da sua esposa também) e comprou uma casa pra ele, Neide e as meninas. Tiveram mais duas crianças e viveram juntos até a velhice. &#8220;Engraçado, né?&#8221; ria o Vô.</p>
<p>Já Cida e Neco eram mais reservados. O fogo ardia toda noite na cama, mas não tinham essa coragem de assumir a coisa em público, de refazer uma vida no Sertão. E mais, Cilene, a filha mais velha de Cida tinha um gênio muito parecido com o da mãe, e várias vezes foi se intrometer na vida de casal dela com o Neco. Barracos rolavam noite adentro.</p>
<p>&#8220;E qual fim levou Cida, Neco, Cilene?&#8221; eu perguntei.</p>
<p>&#8220;Bom meu neto&#8230;Cida fez Neco migrar para São Paulo e levar a família nas costas. O rapaz obedeceu, chegou aqui, trabalhou, sofreu, mas com a ajuda das duas duronas, arrumou forças pra vencer na vida e vingar na cidade grande!&#8221;</p>
<p>&#8220;Com as duas??&#8221; indagamos tanto eu quanto o Dinho!</p>
<p>&#8220;Isso mesmo, as duas! Cida e Cilene eram idênticas, só mudava a idade. Era bem verdade que Neco sempre tentou tirar uma casquinha da menina desde cedo, mas ela correspondia e muito. Chegou uma hora que pra manter a família, Cilene teve de ser promovida ao cargo de esposa, de dona de casa também&#8230;e como ninguém queria abrir mão de nada, viveram os três juntos na mesma cama por muito tempo!&#8221;</p>
<p>&#8220;E&#8230;??&#8221;</p>
<p>&#8220;E Cilene ficou grávida, e Cida achou justo que a sua filha casasse e morasse sozinha com o seu marido, Neco é claro, e Cida então sossegou, virou avó e deixou o caminho livre para a Cilene e o Neco. Naquela altura já estava satisfeita, agora morava bem, a sua família estava alojada dignamente&#8230;e também estava ficando velha, já tinha curtido muita vara enquanto precisou! Hahahaha!&#8221; Vô Chico ria, mas com os olhos marejados de emoção.</p>
<p>Dinho também ria, adorou ouvir a história. Eu também achei toda a trama fantástica, mas ainda tinha uma última pergunta a fazer:</p>
<p>&#8220;Vô, Vô Chico? Por acaso o nome verdadeiro dessa tal Cilene, é Vô Célia?&#8221;</p>
<p>Vô Chico se surpreendeu com a pergunta, ficou sério por alguns segundos, levantou e foi se servir de mais uma cachacinha, e então voltou a sorrir maroto: &#8220;Hehehe, quem sabe meu neto&#8230;quem sabe!&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>Candir</strong></em></p>
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