<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[estórias com sexo]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://estoriascomsexo.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[estórias com sexo]]></author_name><author_url><![CDATA[https://estoriascomsexo.wordpress.com/author/lideiro/]]></author_url><title><![CDATA[Uma senhora de bem]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Tive conhecimento, através de um amigo e colega de profissão &#8211; que aqui chamarei de José &#8211; de uma história, que é a seguinte:</p>
<p>O meu amigo José, que vive num prédio situado numa zona residencial nos arredores de Lisboa, tem como vizinhos um respeitável casal classe média dos seus trinta e poucos anos cada um: o António e a Manuela, ambos funcionários públicos &#8211; os dois no Ministério das Finanças, pensa o José -, vivem sem dificuldades financeiras, e ainda sem filhos.</p>
<p>A Manuela, ou D. Manuela como eu lhe preferirei chamar, é dona de um belíssimo corpo, morena de cabelos longos e lisos, olhos escuros, cara bonita e lábios cheios: queimada do sol, com seios médios e pele lisa. Mas o que mais a distingue é o rabo: perfeito, redondo e abundante, e empinado. O meu amigo José e sua mulher, fazem, aliás, parte do grupo de amigos do casal António e Manuela, tendo por isso o hábito de se juntarem, por vezes, para jantar e jogar às cartas, normalmente em casa destes últimos.<!--more--></p>
<p>Aconteceu, no entanto, que há cerca de uns quatro meses atrás, estando o meu amigo José, num sábado de primavera à tarde a beber um café na esplanada defronte do prédio onde vive, e passando no outro lado do passeio a tal sua vizinha D. Manuela usando um vestido curtíssimo e decotado, ele não resistiu &#8211; apesar de todo o respeito que tinha pela senhora &#8211; a fixar o olhar demoradamente no provocante rabo da vizinha. É nesta altura de distracção, que o José é abordado por um grupinho de três jovens dos seus vinte e poucos anos, apenas seus conhecidos de vista, que também ali vivem na zona, e que são vistos sempre juntos, sabendo-se que são toxicodependentes e correndo o rumor de terem participado nalguns assaltos a estabelecimentos comerciais ali da zona que ultimamente têm ocorrido: são eles um mais alto e forte que às vezes vende peixe no mercado e a quem chamam de Geninho; um muito baixo que tem a alcunha de &#8220;sapo&#8221; e que aparenta uma já muito avançada dependência de drogas; e um de estatura média mas forte, de raça cigana, que, dizem, viver do pequeno trafico de droga, a quem chamam de Eusébio.</p>
<p>Pois, dizia eu, o referido Geninho abeira-se do meu amigo José, sem ele se aperceber, e diz-lhe assim: &#8220;Então pá, distraido a olhar para o tranca da gaja, hã? também gostavas de comer a mula, hã?&#8221;. Ao que ele lhe respondeu rispidamente: &#8220;ò amigo que linguagem é essa?! primeiro não nos conhecemos de lado nenhum, e segundo eu conheço a senhora e o marido e não lhe admito essa conversa comigo!&#8221;. Então com um sorriso sacana diz-lhe o Geninho: &#8220;és mas é um ganda nabo, pá&#8230;, conheces a gaja???? nós é que conhecemos a gaja, pá, que é uma granda puta, e se lhe quiseres dar uma foda, pagas aqui à malta o preçozinho, que o pessoal trata do resto. Mas caladinho, hã, é fuder e calar, otário!!!&#8221;. &#8220;Mas que conversa é essa? é preciso não ter respeito! fala-se assim de uma senhora casada e bem casada! a vontade que tenho é chamar a polícia!!!&#8221;.</p>
<p>No meio dos risos altos dos três diz o Eusébio: &#8220;Este gajo é mesmo otário! chamas a polícia e nós partimos-te a tromba, pá! se não queres comer a mula, o problema é teu! olha quem anda a rebentar com ela toda, à nossa pála, é o Tonhão, sabes quem é, não sabes? ah,ah, ah, aquele anda-lhe mêmo a dar cabo do cabedal! foda-se, é cada foda qua gaja até se passa, ah, ah, ah!!!&#8221;. E diz o Sapo: &#8220;Mas a malta é que a tem que preparar, senão a gaja não dava a balda ao gajo, aquele cabrão é mesmo um animal, e porra, cheira mal!!!&#8221;.</p>
<p>O Tonhão é um homem dos seus cinquenta anos, corpulento, vive sozinho num bairro de barracas, faz fretes de predreiro, canalizador, etc, e é por isso ali conhecido de toda a vizinhança. O José optou por virar costas a abanar a cabeça, e afastar-se daquele grupo de malandros da pior espécie, que ficaram a rir á gargalhada e ainda ouviu chamarem-lhe, em voz alta, &#8220;otário&#8221;. Passados dois ou três dias, estando o José sozinho na mesma esplanada, a tomar um uisque já depois de jantar, viu chegar à esplanada o tal grupo de três malandros, que com a ousadia que os caracteriza, se sentaram mesa à dele, sem pedir licença, dizendo-lhe: &#8220;Então pá, queres deitar a mula abaixo, ou não? o preço qua malta te faz a ti é 300,00, mas vale tudo, hã&#8221;. &#8220;Mas que conversa é esta? mas a senhora é alguma puta, ou quê? vocês tão malucos?&#8221; &#8211; diz-lhes o José. &#8220;É malucos é! e se não te despachas o Tonhão rebenta-a toda, aquilo à vezes é cada foda ca gaja sai de lá toda partida! a malta é que depois a deixa descansar uma semanita, que pelo Tonhão era quase todos os dias!&#8221;. &#8220;Não tou a perceber nada disso! mas vocês são chulos da mulher, ou quê?&#8221; &#8211; inquiriu-lhes o José. &#8220;Aquilo material é nosso, pá!&#8221; &#8211; dizia o Sapo -&#8221; aquilo, agora, é a nossa fonte de rendimento! Até agora temo-la vendido só ao Tonhão! mas malta precisa de por aquilo a render mais e mais, pá! vais a ver, pá, vamos viver á grande só há conta da gaja!&#8221;.</p>
<p>O José, de incrédulo, começou a ficar mas é muito curioso, e decidiu pagar umas boas doses de Whiskys duplos aos três malandros, para que os tipos lhe dessem informação mais pormenorizada sobre o que se estava a passar entre eles e a senhora D. Manuela &#8211; que apesar de ter um ar atrevido (um pouco arrogante) e um rabo que na verdade vira a cabeça dos homens na rua, não a imaginava, nunca por nunca, a dar confiança à quele género de gente. Mas depois de mais de uma hora a encharcá-los de álcool conseguiu apurar o seguinte: Desde já alguns anos que qualquer dos do grupo conhecia bem &#8211; de vista &#8211; a D. Manuela e o marido, mas o Geninho conhecia-a melhor, uma vez que, por hábito, lhes vendia peixe no mercado e por vezes lho ia mesmo entregar ao domicilio, o que aliás deixou de acontecer depois de ocorrer um episódio muito aborrecido, e que foi o seguinte: Numa qualquer manhã de sábado em Agosto, o marido da D. Manuela terá ido sózinho ao mercado comprar peixe, o que fez na banca do Geninho, tendo-lhe pedido, depois de lho pagar, para o entregar directamente em sua casa uma vez que ele ia dali directamente para uma patuscada com os colegas do Ministério e só regressaria alta noite. Quando o marido da D. Manuela virou costas o assunto de conversa entre o Geninho e os outros vendedores ao lado passou a ser sexo e a D. Manuela, que todos conheciam, e a quem &#8211; diziam unanimemente &#8211; dedicavam as suas punhetas, dizendo também todos ao Geninho que ele era um otário em não a comer, porque achavam que se ela, com &#8220;aquele ar de cabra boa&#8221; lhe comprava quase sempre o peixe a ele, era porque lhe queria dar umas &#8220;baldas&#8221; etc etc&#8230;. Talvez derivado a essa conversa, o certo é que quando o Geninho tocou à campainha para entregar a fruta á D. Manuela, e esta o vai atender apenas vestida com um biquíni de praia, pois estava a apanhar sol no terraço da casa, o tipo lhe diz que está cheio de sede e lhe pede um copo de água.</p>
<p>A D. Manuela diz que não tem problema e entra para o ir buscar. O sacana atrevido, entra atrás dela, e num movimento rápido tira-lhe a parte de trás do biquíni que lhe cobria o belíssimo traseiro, expondo-lho, tenta enfiar-lhe um dedo dentro do rabo. Ela gritou de susto. Depois discutiu ásperamente com ele. Mas o Geninho interpretou mal as palavras e o ar zangado de D. Manuela, e continuou a brincadeira, abraçando-a com força, apalpando-a, tendo num movimento brusco a virado de costas e lhe aberto bem o rabo para lhe observar o cuzinho, esfregando-lhe um dedo e conseguindo enfiar-lhe parte dele dentro dela. Ela começou a gritar por socorro, e ele a chamá-la de puta. Ela correu para o telefone e ligou para a polícia dizendo que lhe tinham invadido a casa e a estavam a tentar violar. Quando a polícia chegou o Geninho, claro, já tinha desaparecido dali. No entanto a D. Manuela intensificou-o bem, e a polícia foi procurá-lo e deteve-o. Mas depois a D. Manuela e o marido preferiram abafar o caso e retirar a queixa, de forma a que nem na vizinhança se ficasse a saber de nada. Mas depois daquele dia o Geninho passou a nutrir pela D. Manuela um verdadeiro ódio.</p>
<p>Aconteceu que, tempos depois já deste episódio, o Geninho e o resto do grupinho (Sapo e Eusébio), foram-se divertir, por altura da passagem de ano, para a festa organizada pela Câmara ao ar livre na Praça do Comércio. Lá pelas duas da manhã, o grupo, apesar de estarem todos bêbados, avistou no meio da multidão alcoolizada e em euforia, a D. Manuela e o marido, entre um grupo de casais amigos uns dos outros. Estavam todos a beber bastante álcool, a dançar frenéticamente e a trocar constantemente de parceiros, tudo no meio de grande algazarra e gritaria. O grupo de malandros deixou-se então ficar por ali a observar a D. Manuela e a comentar os dotes físicos desta. O Geninho defendia obstinadamente a ideia de que &#8220;ainda havia de lhe rebentar com aquele rabo todo&#8221; ou de que &#8220;vocês ainda não me conhecem, se eu meto na cabeça, faço da gaja a minha puta! ponha-a a render pra mim e tudo!&#8221;, enquanto os outros riam e lhe diziam &#8220;comes a gaja mas é o caralho!&#8221; &#8220;só tens é garganta&#8221;.</p>
<p>Nisto o Geninho apercebe-se que a D. Manuela está de tal forma alcoolizada que já dança alternadamente com qualquer pessoa da multidão e pelo olhar desorientado já está perdida do marido e restantes casais amigos. É nesta altura que o Geninho pede ao Eusébio: &#8220;olha prá gaja pá, tá toda maluca! epá a gaja tá bêbada que nem se lembra da tua cara pá, dança um bocado com ela e enche-a de copos, e rodopia-a bastante prá gaja ficar tonta doidona, e vai-a trazendo pra longe do marido, ali pró pé do paredão, vá-lá pá, qu´eu hoje vou-lho enterrar todo!&#8221;. A D. Manuela vestia uma blusa justa e uma mini-saia de cabedal preto. O Eusébio enquanto dançava com a D. Manuela estava-lhe sempre a dar mais e mais bebida. O Geninho entretanto aparece por trás da senhora segura-a pela cintura, roça-se no rabo dela e puxa-a para dançar. Ela notou, chamou-lhe abusador, mas a rir e num estado alcoólico que não lhe permitia naquela altura reconhecê-lo, e continuaram a dançar em frenéticos rodopios trocando-a o Eusébio e o Geninho constantemente entre si. Ao passarem por um canto meio escuro que dava para um vão de escada que estava deserto, o Geninho puxou-a para o seu interior, colocou-a de costas para a parede, prendeu-lhe os braços, apertou o corpo dele contra o dela e encostou-se a ela, para que ela lho sentisse &#8220;bem duro&#8221;- dizia ele no café ao José -, a seguir pediu ao Eusébio para a prender ali , arrancou-lhe a lingerie, ajoelhou-se e abocanhou-a enfiando-lhe a língua e chupando-a com vontade.</p>
<p>Ela estava fraca da bebida e começou a gemer baixinho. Ele chupou tanto até ela gozar. E fê-la gozar três vezes. Mas quando a chupava pela terceira vez, o Sapo que andava à procura deles, descobre-os, entra pelo vão de escada de rompante, grita pró Eusébio inclinar &#8220;a puta um bocado&#8221;, enfia-lhe a cara no rabo, enterra-lhe a língua toda &#8220;por ele acima várias vezes&#8221; (para utilizar as expressões do próprio Sapo) e aqui a D. Manuela começa a gemer bem alto até se vir pela terceira vez, desta feita com uma língua enfiada pela frente e outra por trás, completamente descontrolada, levando o Eusébio a dar-lhe fortes estalos na cara para ela se calar- que no entanto tinham o efeito contrário &#8211; enquanto lhe dizia ao ouvido: &#8220;Toma juízo cabrona! então ainda não conheces a malta, ganda vaca! tás-te a passar ou quê! puta do caralho ainda aparece a bófia!!&#8221;. Ela no final acabou por os reconhecer sem no entanto dizer nada e saiu dali a tremer de cima abaixo que quase não se tinha de pé de tanto prazer que teve.</p>
<p>PARTE II</p>
<p>Cerca de uma semana depois do episódio das festas populares, estava a D. Manuela na recepção do balcão da secção do Ministério da Justiça onde é funcionária pública, e onde aliás também trabalha o seu marido, quando entra nas instalações um jovem aparentando vinte e tal anos. procuro uma srª. funcionária de nome D. Manuela perguntou ele à primeira funcionária que encontrou. Uns minutos depois, a D. Manuela apercebeu-se de alguém aproximar-se da secretária onde ela estava a trabalhar e logo que levantou o rosto quase que teve uma ataque de coração.</p>
<p>&#8211; Você?</p>
<p>&#8211; Olá D. Manuela, então é aqui a senhora trabalha, e o seu marido também, que eu já sei! A D. Manuela empalideceu. Não conseguia dizer uma só palavra. Veio-lhe à cabeça num flash tudo o que tinha acontecido à uma semana atrás</p>
<p>&#8211; Pois é, consegui saber onde é que a senhora trabalha, e agora cá tou para falar consigo, mas pra falar a sério.</p>
<p>&#8211; Olhe&#8230; vá-se embora&#8230; eu dou-lhe uma boa quantia em dinheiro &#8211; disse-lhe a D. Manuela baixinho e em suplica.</p>
<p>&#8211; Dinheiro, tudo bem, mas o que eu quero, aliás nós queremos, é muito mais do que isso!</p>
<p>&#8211; O que é que o senhor quer dizer com isso?</p>
<p>&#8211; Não se faça de parva D. Manuela, voçê sabe qu´é muita boa! Quem é que não quer papar esse corpinho todo? Acha qu´a malta vai perder essa oportunidade depois do qu´aconteceu?</p>
<p>&#8211; Mas&#8230; mas&#8230; mas você não vê que isso é impossível&#8230; eu amo o meu marido! Vocês só me podem é dar cabo da minha vida! E o que é que vocês ganham com isso! Por favor vamos esquecer o que aconteceu! Aceite o dinheiro e vá-se embora! Por favor! Então, só depois de falarmos mais em privado! A D. Manuela tomou estas palavras como tendo-o convencido a aceitar dinheiro. Infeliz engano.</p>
<p>&#8211; Então vamos lá fazer o negóciozito para um sitio sossegado, vamos, vamos&#8230;</p>
<p>&#8211; Espere, eu não posso abandonar assim o meu posto de trabalho, vá para o estacionamento do piso  4, que é privado aqui da nossa secção! tome esta chave para o elevador, e daqui por uns 20 minutos eu estou lá!</p>
<p>A D. Manuela apareceu passados os 20 minutos. Vestia um vestido preto colado ao corpo, um decote bem fundo e umas sandálias de salto alto. Era impossível alguém deixar de notar as curvas estonteantes que ela tinha. Era de uma beleza extraordinária. À espera dela, no estacionamento, estavam os três amigos. A D. Manuela ouviu logo um primeiro comentário:</p>
<p>&#8211; a mulher é mêmo uma cavala boa. A D Manuela tentou não perder tempo e quis saber quanto dinheiro é que eles queriam. Sem ela se aperceber, o Sapo colocava-se por trás dela e de surpresa segurou-lhe os seios bem feitos, esticando-lhe o decote e exibindo-lhe os mamilos rijos para os outros</p>
<p>&#8211; aaah &#8230; que desperdiçio &#8211; disse ele. Ela ficou muda, o medo estampou-se-lhe no rosto, e largou uma lágrima. Tentou dizer qualquer coisa para ganhar tempo e decidir o que realmente poderia fazer. Eles automaticamente puxaram-na para um recando mais resguardado. O Eusébio ajoelhou-se na frente dela e subiu-lhe o vestido até aparecer uma tanguinha de renda preta. A D. Manuela tinha umas coxas lindíssimas e apetitosas. Ele lambeu-a dos joelhos até à virilha enquanto o Geninho já dava chupõezinhos num dos bicos dos seios à mostra.</p>
<p>&#8211; Vocês são uns criminosos. Eu não sou puta nenhuma. Eu amo muito o meu marido! -, disse ela baixinho. Antes que tivesse qualquer outro raciocínio levou uma chapada na cara que a deixou tonta e toda despenteada, e lhe trouxe a certeza de que não ia conseguir escapar àqueles três pulhas. O Geninho puxou-lhe a cabeça, segurou-a pelo pescoço e começou a beija-la sofregamente na boca. O Eusébio lambia-a sofregamente entre as pernas. O vestido dela foi todo enrolado na cintura. Então o Sapo agarrou-lhe nas mãos e praticamente arrastou-a até junto de um carro e meteu-lhe o busto de barriga para baixo em cima do capô. Ela começou a chorar e a dizer que iria ser vista por algum colega. Antes dela pensar sequer em qualquer outra reacção sentiu a primeira palmada numa das nádegas. Ela tentou resistir por instinto mas o Sapo segurava-lhe bem as mão, e ela sentiu nova palmada, desta vez na outra nádega</p>
<p>&#8211; vamos-te pôr doidona outra vez, minha cavalona boa &#8211; sussurrou-lhe o Geninho ao ouvido e começou a dar ordens ao Eusébio</p>
<p>&#8211; arreganha-lhe bem o rabo com as duas mãos até ela se queixar que dói. O Eusébio colocou-se de lado, puxou-lhe o corpo um pouco para trás, obrigou-a a arrebitar o rabo e a abrir bem as pernas de forma a ficar totalmente exposta, e com as duas mãos abriu-lhe as nádegas o máximo que conseguiu, até parecia que o rabo se ia rasgar, e ficou à espera. O Geninho observou com toda a atenção aquele buraquinho virgem e começou a falar:</p>
<p>-Tens aqui um problema no traseiro! És virgenzinha no cú, hã, hã! Que maravilha, é mêmo destes que eu gosto! Vou-te tratar disto! Vais ficar c´um rabo novo! Não quero ouvir queixas hã! Agora se quiseres pedir com mais força, tudo bem, c´a malta tá te cá c´uma tesão q´é de ir às lágrimas! Se quiseres chorar também podes, mas baixinho, q´a malta também não se importa! Percebeste mulazona boa?</p>
<p>Ela olhou para trás e vendo o Geninho a fazer gestos com a lingua, disse</p>
<p>-ai, ai, meu deus, com a língua atrás outra vez, não, por favor. Quem entrasse nesse momento no parque de estacionamento encontraria o seguinte quadro: a D. Manuela com a barriga em cima do capô de um carro com os Sapo a segurar-lhe as mão do outro lado do carro, o vestido todo envolto na cintura, as mãos do Eusébio a esticarem-lhe cada um dos lados do seu esplêndido rabo expondo-lhe o seu magnifico buraquinho anal cor de rosa. O Geninho, com olhos de tarado fixados no traseiro da senhora, passou então a encaixar a boca entre as nádegas da senhora e a enfiar-lhe, com habilidade, a língua no buraco anal num movimento de vai vem, enquanto com a outra mão a acariciava à frente entre as pernas. Os seus mamilos foram beliscados com vontade e a sua boca foi sugada pela boca e língua do Sapo. Aconteceu então uma coisa muito curiosa, mesmo estando completamente apavorada, com nojo e com muito medo, ela começou a gemer. O geninho continuou a falar-lhe:</p>
<p>&#8211; Vamos lá! Pra começar de vamos-te lubrificar esta maravilha de cu apertadinho com gel que eu trouxe. Isso, assssiimmmm&#8230; Agora vamos fazer circulos com o dedo aqui na entrada deste cuzinho bom e começar a enfiar-to bem devagar até to enterrar todo. Ela começou a gemer. O Geninho continuava a explicar:</p>
<p>&#8211; Prontinho cavalona boa! Um dedo já foi! entrou todo neste cu de mula. É apertado, q´até me passo! Agora vamos movimentar de um lado para o outro para te laçear, isso, assimmm&#8230; tás a gostar putinha boa? Olha pra mim pra ver se tás a gostar. Enquanto ele rodopiava o dedo no rabo da senhora, meteu a outra mão entra as pernas e começou a massageá-la entre as pernas no clitóris dizendo-lhe ao ouvido:</p>
<p>-tenho o dedo todo enterrado no teu cuzinho&#8230; e a seguir vou-te enfiar mais um&#8230;. que tesão que tu me dás &#8211; e mordiscava-lhe a nuca.</p>
<p>&#8211; Ai, ai, não, não, por favor, mais um dedo não, eu não vou aguentar, por favor&#8230; ai minha mãezinha vocês rebentam-me o meu rabinho&#8230;</p>
<p>&#8211; Oh querida, com esse cabedal aguentas bem, e ainda hás-de aguentar muito mais!&#8230; tens é de relaxar</p>
<p>&#8211; Ai não, não, o meu cuzinho não estica mais, que eu sei, o meu marido já tentou e não se consegue! ai minha mãe vocês vão-me rasgar toda, não, não&#8230;</p>
<p>&#8211; Tem coragem&#8230; relaxa porque tem mêmo de ser &#8230; isso&#8230; isso&#8230; liberta-te caralho&#8230; isso&#8230; tá a ver&#8230; tu sabes que lá no fundo és puta, caralho&#8230; isso&#8230; cede à tesão&#8230; vá&#8230; mais&#8230; mais&#8230; isso&#8230; Ela começou a gozar e ele pressentindo isso mesmo, piscou um olho ao Eusébio, que sem ela se aperceber, e obedecendo a um plano previamente combinado, lhe passou a vasculhar a mala retirando-lhe de lá o telemóvel, atarefando-se a procurar um número de telefone no registo do celular. Depois colocou-lhe em cada ouvido os auriculares e o microfone próprios do telemóvel. Quando o Eusébio fez a ligação para o marido da D. Manuela, estava o Geninho a enfiar-lhe já o outro dedo no cuzinho, e sussurar-lhe</p>
<p>&#8211; Já foram os dois dedos, tás a senti-los hã. O telemóvel conectou-se automaticamente</p>
<p>&#8211; tá, querido, és tu?&#8230; então onde é que estás? &#8230; não, não ainda vou demorar um bocadinho&#8230;</p>
<p>O Geninho ao ver o sofrimento e a atrapalhação dela, parecia que se excitava cada vez mais, e continuava a sussurar-lhe</p>
<p>&#8211; á foram dois dedos, e agora vou-te enfiar o terceiro &#8211; e ela sentiu um terceiro a entrar, a arregaçar-lhe o anus. Ele começou a movimentar os dedos todos, primeiro em círculos para ambos os lados, e depois para dentro e para fora, imitando o movimento de uma cópula. A D. Manuela arfava e estava com muitas dificuldades em responder ao marido –</p>
<p>&#8211; não, não tenhas pressa&#8230; tá tudo a correr bem&#8230; ai é, vais correr hoje, tudo bem, beijocas! Desliga&#8230; pronto amor desliga&#8230; okay, mas desliga agora, vá!</p>
<p>Quando o marido desligou, o Geninho continuou a falar-lhe: queres c´a gente ligue outra vez pro corninho, hã, mulazona adultera, desavergonhada! Não, não! Sim, sim! Parem com isto seus filhos da puta! Desliguem esse telefone, por favor! Agora era já era ela que  provavelmente sem consciência  abria ainda mais as pernas e se torcia toda de forma a facilitar a invasão dos dedos Cabrona! boazona! Relaxa&#8230;relaxa, mula! Assim, assim&#8230;deixa entrar mais&#8230;mais&#8230;muito mais, tás doidona hã! Vai, vai, vai&#8230;.mexe&#8230;isso&#8230;mexe&#8230; começa a rebolar&#8230;. O Geninho continuava a movimentar os dedos, e ela a soluçar, a gemer de prazer com os olhos fechados, zonza, trémula, histérica. O Sapo alternava entre a enfiar-lhe a lingua bem fundo na boca, pequenos estalos na cara e chamar-lhe putona&#8230; maluca&#8230; doidona&#8230; etc. O Eusébio filmava tudo com um telemóvel. Nisto ouviu-se uma porta dos fundos do parque a abrir e rapidamente todos a largaram, subiram o lance de escadas mais próximo e desapareceram. A D. Manuela recompôs-se como pode, esgueirou-se às escondidas para o interior de um WC que havia por ali, e, apavorada, chorou muito</p>
<p>PARTE III</p>
<p>Passaram-se oito dias após os acontecimentos acima descritos, e a D. Manuela começou a pensar que o grupo de malandros não mais a importunaria. Puro engano. Nesse período de tempo, os nossos conhecidos três malfeitores, haviam-se dedicado a conhecer os hábitos quotidianos da D. Manuela e do seu marido. Aperceberam-se, assim, que todas as manhãs, o marido da senhora aguardava, calmamente, com o carro estacionado, em frente ao prédio, que a esposa se vestisse e se maquilhasse – no que aliás ela era bastante esmerada e demorada – e depois seguiam os dois juntos para o trabalho. Nessa manhã, a D. Manuela vestia uma blusinha de um pano fino sem soutien, o que deixava perceber os seus lindo seios pela forma e pelos biquinhos que também se demarcavam naquele tecido; usava uma saia meio indiana curta um pouco acima do joelho e uma sandália de salto, que fazia com que seu lindíssimo rabo ficasse bem empinado. É, pois, com surpresa, que a senhora, ao abrir a porta do apartamento, dá de caras com o Geninho e os amigos que já tinham chamado o elevador monta-cargas e o mantinham preso naquele andar, à espera dela:</p>
<p>&#8211; Távamos em cuidados consigo D.Manuela! Ela ficou logo em aflição, e disse que iria gritar se eles não saíssem dali.</p>
<p>&#8211; Que é isso D. Manuela, só viemos saber se ficaste com algum vício no rabinho, ou se está tudo okay! Ela começou a chorar dizendo para eles não lhe fazerem mais aquilo, porque ela amava muito o marido. Foi inútil, levaram-na para dentro do elevador monta cargas meio à força. Sem que ela pudesse esboçar qualquer reacção, o Sapo e o Eusébio pegaram-na ao colo de bruços com o rabo empinado em direcção à boca do Geninho. Ela estava completamente em suspenso no ar de barriga para baixo. Nem teve tempo de reagir, sentiu a cabeça do Geninho a entrar pelo meio das suas coxas, deu um grito de espanto e sentiu a saia ser levantada, a tanguinha a ser afastada para o lado e uma boca a colar ao buraco do seu suculento rabo. As pernas foram abertas para facilitarem a invasão da língua do canalha no buraquinho desejado. Ela esperneando implorou para eles pararem, e em resposta levou duas fortes palmadas em cada nádega. Ela pediu novamente para eles pararem e continuou a levar palmadas com força nas deliciosas nádegas, que já estavam a ficar bem vermelhas. Ela então disse:</p>
<p>&#8211; Por favor não me deixem marcada! O meu marido depois vê e eu&#8230;</p>
<p>&#8211; Então fica quietinha, senão o teu marido vai ficar a saber de tudo, das fotografias, de tudo! A morena começou a chorar muito, e passou a estar calada e parada, enquanto a língua do peixeiro entrava e saia daquele cuzinho virgem, aos poucos entrando num vaivem frenético. O Sapo por sua vez enfiava-lhe a língua na orelha. E de repente o choro transformou-se em gemidos de prazer.</p>
<p>&#8211; Geme putona! Geme traidora! &#8211; sussurrava-lhe o Eusébio enquanto a mão mais livre lhe desabotoava os botões da blusa, despindo-lha, e atirando-a para o chão. A espectacular morena está semi-nua com a saia toda enrolada na cintura. A língua que lhe bombeava o recto anal manteve o ritmo durante algum tempo enquanto o elevador se mantinha encravada na sub-cave. Nisto, quando recebeu um chupão voraz no clitóris, ela teve um orgasmo intenso. O Sapo e o Eusébio puseram-na no chão e com as suas caras de cínicos disseram-lhe:</p>
<p>&#8211; Vais ser a nossa égua! Hã?! A nossa éguazinha! A belíssima morena estava extremamente envergonhada com o orgasmo que tivera. Não disse uma palavra, vestiu a blusa, ajeitou a saia, carregou no botão do elevador para a portaria, e depois saiu.</p>
<p>PARTE IV</p>
<p>Nessa mesma tarde, ao regressar do emprego de automóvel com o marido – como, aliás, era habitual -, a D. Manuela estava tremendamente incomodada e irritada, acabando por, sem nenhuma razão válida, dar origem a uma discussão conjugal a ponto de ficar praticamente histérica. Por isso, ao passar defronte da tasca do Tonhão, disse que ficava ali mesmo para comprar tabaco e que depois iria a pé para casa, precisava de apanhar ar. Quando entrou no café, que estava cheio, sentiu &#8211; como sempre acontece &#8211; os olhares dos presentes na sua direcção, mas desta vez sentiu qualquer coisa de diferente no ambiente. Nisto, ao encostar-se ao balcão, surgiu por detrás dela sem que ela tivesse percebido o Geninho e o Sapo. O Geninho segurou-a pelo braço apertando-o com uma certa força, ao mesmo tempo que lhe dizia:</p>
<p>&#8211; “senta-te connosco, na nossa mesa! ali no canto! ao fundo!”</p>
<p>&#8211; “Os senhores estão loucos, ou quê?! E está-me a magoar!”</p>
<p>&#8211; “Estamos loucos por ti! Estávamos agora mesmo a ver as tuas fotografias! Tavas com uma tusa do caneco naquele dia, hã?! Senta-te ali! connosco! vá, senão a gente mostra-as ao Tonhão aqui do café, que é um amigão do pessoal!”</p>
<p>Por segundos a expressão da linda senhora ficou séria. As sua sobrancelhas negras franzem-se sobre os seus lindíssimos olhos castanhos. Depois decide-se a disfarçar a situação, o seu sorriso volta-lhe aos lábios, e caminha até à mesa. Já sentada com eles à sua frente, fica novamente com cara séria e diz-lhes entre os dentes:</p>
<p>-”Vocês são uns criminosos! O que vocês me estão a fazer é crime! É chantagem! Ainda vão pagar por tudo isto! Eu mereço respeito! Sou uma mulher casada! O que é que querem de mim agora?” &#8211; “Queremos-te enfiar a língua no rabo! Queremos-te dar prazer! Ainda nos vai agradecer!” &#8211; “Vocês tão-se a arriscar muito!”</p>
<p>Os dois abriram o telemóvel e puseram-se a observar as fotografias. Dizia o Geninho para o outro:</p>
<p>-”Puta que a pariu! que mulher esta! Que rabo de sonho! Esta gaja tem de o gastar a foder! O marido tem de ser corno!”</p>
<p>&#8211; “Eu não aguento isto! Vou-me levantar e vou contar ao meu marido e à polícia tudo o que se está a passar!” -”</p>
<p>&#8211; Ai temos ameaças? &#8211; disse o Geninho levantando a voz, e fazendo o jeito de quem vai chamar o taberneiro. Intuitivamente ela receou logo o que se iria passar a seguir: a exibição das fotografias. Essa possibilidade fê-la arrepiar, e o medo estampou-se-lhe na bonita face.</p>
<p>&#8211; Ameaças é um caso muito sério! Assim temos que conversar em privado” &#8211; disse-lhe, fixando-a nos olhos</p>
<p>&#8211; “vamos ali dentro à arrecadação do café!</p>
<p>&#8211; “Ir ali dentro????” &#8211; ela estava perplexa.</p>
<p>-”É pois! o Tonhão conhece-me! Não há problemas!”</p>
<p>&#8211; “E se eu não for? Que canalhice é que me vão fazer?</p>
<p>&#8211; “Mostro as tuas fotografias ao Tonhão!” &#8211; disse, olhando em redor para chamar o taberneiro</p>
<p>-”queres arriscar?”.</p>
<p>Perante a mudez da bela trintona, ele dá um sorriso de escárnio, e pede-lhe delicadamente para ela o acompanhar até à arrecadação da tasca</p>
<p>-”vamos lá a ver se dás provas dessa coragem toda aqui dentro! Então queixas-te à polícia, ao marido, não é? hã?&#8230;.”</p>
<p>Mostrando-se ofendida e irritada, a escultural mulher dirigiu-se ao corredor e começou a percorrê-lo apressadamente. Mas é forçada a parar com um repente do Geninho que a puxa para si, encochando-a e tentando beijá-la. Ela vira o rosto para evitar o beijo, mas deixa-se apalpar enquanto ele lhe beija o pescoço. Então, ali mesmo, a um virar de esquina da sala da taberna, a D. Manuela é virada, com fúria, de encontro à parede e a sua saia é levantada. O Geninho olha com admiração para as belas nádegas, força-a abrir mais as pernas, e aplica-lhe duas palmadas rápidas. O sangue ferve nas faces da D. Manuela devido ao susto de ter a saia levantada naquele local, e também devido ao ódio por ter levado as palmadas.</p>
<p>A raiva é tanta que as lágrimas lhe caem dos olhos. &#8211; “que coisa linda!” &#8211; é o que a beldade ouve antes de sentir o Geninho enfiar-lhe o rosto por entre as suas nádegas. Sons ininteligíveis saem da boca do crápula enquanto a sua língua circula em redor do buraco anal. A linda esposa, por sua vez estremece toda ao sentir a ponta da língua invasora a querer penetrar-lhe a entrada do anus, e não se contém</p>
<p>&#8211; “Ai ?! Aaaiii nããoo&#8230; aaaiiii o que estou a sentir! Aaaiiii&#8230; ooohhh perdoa-me querido! Aaaaahhh!” O, cada vez mais rápido e furioso, sobe e desce da língua no buraco anal da portentosa mulher produz nela uma espécie de choque eléctricos que começavam na ponta do clitóris e se espalhavam por todo o corpo até ao bico dos seios, provocando-lhe espasmos, e fazendo-a proferindo palavras de luxuria</p>
<p>&#8211; “uuufffffhh aaiii que me venho! Aaaahhh tooodaaaa lá deenntroo! Aaiii que sacana!” &#8211; empinando o rabo e pressionando-o contra a cara do chantagista. Nisto ela sente algo de estranho. Ela percebe que a língua já não está a penetrar-lhe o anus. Até ai tudo bem. Mas é que ao mesmo tempo ela percebe um dedo a penetrá-la por trás, depois sente uma pressão maior do dedo como se este estivesse mais comprido, e alguma coisa de pequenas dimensões a separar-se do dedo e a subir-lhe que nem um foguete pelo intestino acima:</p>
<p>&#8211; “O que é que está a acontecer????.. eu sinto alguma coisa dentro de mim!!! o que é que me fez! Malvado! O que é isto? O que é???” &#8211; disse fazendo beiçinho.</p>
<p>&#8211; “Calma! Não é nada! nada de especial! É um supositório com uma droguinha que te vai pôr doidona por sexo! vais querer que to rebentem todinho!” &#8211; disse-lhe ele em sussurro, ajeitando-lhe a saia para baixo. E abriu com força a porta da arrecadação e empurrou-a para o interior acendendo imediatamente uma luz mortiça.</p>
<p>&#8211; “Este tipo é um louco” &#8211; pensou ela em voz alta. As pernas tremiam e fraquejavam devido ao medo forte que estava a sentir. Apesar disso, a esbelta mulher não consegue evitar o calor que começa a sentir por todo o corpo. Todo o seu sexo e os bicos dos seus seios começaram a sentir a comichãozinha do desejo sexual. Por mais que ela tente evitar, involuntariamente leva uma das mãos entre as coxas e aperta com vigor o sexo. Ela estava a morrer de medo, mas também de tesão. Ela baixou a cabeça envergonhada de estar a demonstrar aquele desejo de sexo imprevisto e incontrolável. Ele percebia o que se estava a passar e ria até que, repentinamente, ficou mudo, e passou a olhá-la fixamente, deliciando-se com a evolução do afrodisíaco no corpo e na mente da apetitosa mulher. Ela, de cabeça baixa, começou a chorar baixinho. A chorar de vergonha por estar tão excitada e não conseguir esconder a vontade louca que tomava conta dela. Ele soltou uma gargalhada e aproximou-se dela e começou a levantar-lhe a saia muito devagar, levantando-a apenas o suficiente para deixar à mostra as magnificas coxas e a pontinha inferior da tanguinha preta, pondo-se a fazer observações e perguntas:</p>
<p>&#8211; “oh, és tão boa! Que pernas!!! mas o que mais gosto é do rabinho! Mas já lá vamos! Essa tanguinha fica-te mêmo bem! Já tás molhadinha? Hã? Já tás?? não respondes? Hã? &#8211; e levantou a saia até por cima da cintura expondo-lhe totalmente a tanguinha e começou a massagear por cima dela, continuando os comentários</p>
<p>&#8211; “és tão tenrinha! Tão maciazinha! Vamos ver se tás molhadinha! Hummm já tás toda molhadinha, hã! Deixa ver atrás&#8230; toda enfiadinha, como eu gosto!”. Ela, num reflexo instintivo, abriu um pouco mais as pernas, e atirou a cabeça para trás fechando os olhos, inebriada pela massagem que lhe estava a ser feita, que agora era à frente e atrás. &#8211; “Isso, abre bem as perninhas princesa! Nem tu sabias que eras tão puta! Hã? Pois não? Hã?! Não respondes, vou parar! Vou-me embora! Queres?” &#8211; dizia ele enquanto com a mãozona atrevida lhe massageava com mais força o clitóris.</p>
<p>O choro da escultural mulher acentuou-se e fez que sim com a cabeça. Ele inclinou-se todo por sobre as costas dela, puxando-lhe o cabelo para o lado esquerdo, para que ela oferecesse o outro ouvido e disse baixo num tom grave. -”Ah é? Então vou-te enfiar mais um supositório” &#8211; mostrando-lho, com a outra mão. &#8211; “Não! Não! Não! Eu já tou sem controle! Ai meu deus, tou louca de tanto desejo! Mais não! Mais não!”</p>
<p>&#8211; “Então vá pede! Pede o que te apetece! Senão meto-te outro supositório! Vá, vá quero ouvir!”</p>
<p>&#8211; “quero a língua!”</p>
<p>&#8211; “A língua onde? Vá!”</p>
<p>&#8211; “ no rabo!” &#8211; balbuciava ela.</p>
<p>&#8211; “Quero a frase toda! Vá!”</p>
<p>&#8211; “Enfia-me a língua no cú! cabrão!” &#8211; disse ela, já despudoradamente.</p>
<p>&#8211; “Tá melhor! Mas olha lá, é verdade que ainda não levaste uma foda a sério no rabo?”</p>
<p>&#8211; “É!”</p>
<p>&#8211; “Tás tramada! Conheço quem vai pagar bom dinheiro por um rabinho virgem!”</p>
<p>&#8211; “Ai meu deus, q´estou cada vez mais excitada!” &#8211; dizia ela mordendo o lábio, sem ter dado conta do que o bandido acabava de lhe dizer.</p>
<p>&#8211; “Ouviste maluca?! Não te vou enrabar! Sabes porquê? Hã?”</p>
<p>&#8211; “Não sei nada&#8230; aaiii&#8230; quero língua! Quero a língua enfiada! Ai que eu preciso! Ai que vergonha! Quero senti-la a entrar! Ai que vergonha! Ai, ai!” Ele abraçou-a, e começou a conduzi-la fazendo-a andar de costas com a saia presa acima da cintura, até o rabo esbarrar numa mesa. Ela ficou de frente para ele apoiada nessa mesma mesa. &#8211; “Vá, vai-te virando princesa!” &#8211; ela inicialmente não se mexeu. Mas, depois, completamente submissa àquele crápula, foi-se virando lentamente mantendo uma atitude glacial enquanto ele lhe percorria as costas com longos e suaves beijos. Ela arrepia-se com as carícias do chantageador mas não move um músculo, no intuito de mostrar indiferença. No entanto a imensa humidade que o malandro lhe encontra entre pernas, quando com a boca e com um constante tilintar da língua lhe faz uma longa sucção nos lábios vaginais, prova-lhe o contrário. A D. Manuela deixa escapar um sensual e sentido gemido. Ele passa então a concentrar-se no seu maior objecto de desejo: o esplêndido rabo da bela senhora, que está posicionada de bruços em cima da mesa antevendo o que o indivíduo lhe vai fazer. Ela está desesperadamente ansiosa por sentir a sensação de uma língua a penetrar-lhe o anus, mas o canalha quer rentabilizar o momento.</p>
<p>&#8211; Queres língua? hã? Queres?</p>
<p>&#8211; Se&#8230; você&#8230; quiser&#8230; meta-a&#8230; um bocadinho&#8230;</p>
<p>&#8211; Se eu quiser????? Ganda lata! Tu é que vais pedir! Isso é que vais!! Eu conheço o teu género! És muito fina hã? &#8211; As duas primeiras fortes palmadas nas nádegas apanham-na completamente de surpresa mas ela não emitiu um som. Nas seguintes ela perdeu todo o controle, e passou a gemer despudoradamente com o corpo a tremer de excitação a cada nova palmada no rabo. Ambos estão num acelerado estado excitação, e o Geninho ordena-lhe:</p>
<p>&#8211; pede cabrona! Pede!</p>
<p>&#8211; Vai filho-da-puta! Vai enfia-me a língua toda no rabo! Canalha! &#8211; enquanto fecha as pernas, apertando uma coxa de encontro à outra. Nisto, ambos ouvem a voz do marido da D. Manuela no interior do pequeno salão da tasca:</p>
<p>&#8211; Então diz-me que ela estava mesmo agora aqui estava! Talvez tenha ido à casa de banho é?!</p>
<p>&#8211; É tem estado aqui sentada, mas muito mal disposta, e pediu-me para o ir chamar! Foi agora à casa de banho! disse-me que demorava um bocadinho! Que tinha que vomitar! Que é pró senhor esperar! A senhora vira-se de repente para encarar o Geninho, com um olhar angustiado e de raiva,:</p>
<p>&#8211; Como é que ele está aqui? Com é que ele veio aqui parar? Querem dar cabo da minha vida seus bandidos? Meus Deus! E agora que é que eu faço?&#8230;.</p>
<p>&#8211; Calma, assim tem mais graça! Mandei o Sapo ir dizer-lhe que tu estavas mal disposta e que tinhas pedido pró irem chamar! Agora dizes que vieste à casa de banho vomitar, e prontos vais-te embora com ele para casa toda contente da vida, hã!! A D. Manuela ouve estas palavras, e arregala os brilhantes olhos castanhos, espantada com a imaginação daquele crápula, que continuou a falar:</p>
<p>&#8211; Mas antes de ires embora vais-me fazer um valente broche, senão faço já um sinal pró Sapo o empurrar pr´aqui! Assim vê a puta que tem lá em casa! E ela fica paralisada ao ouvir a voz do Sapo:</p>
<p>&#8211; Mas o senhor entre e vá ter com ela à casa de banho é já aqui nesse corredor!</p>
<p>&#8211; Não! É melhor pra já esperar! Ela pode não querer! Tá na casa de banho&#8230;!! Ele foi trancar melhor a porta da saleta onde estavam, enquanto ela ficou estática, de cabeça baixa, com um ar obediente, um olhar apreensivo e uma sensação de medo declarada no rosto, o que assanhou ainda mais a imaginação do chantageador:</p>
<p>&#8211; Essa tua boquinha nessa tua carinha laroca sempre me deu cá umas umas ideias pra um super broche! Uma coisa especial que ví num filme há tempos! – disse-lhe enquanto se livrava das calças. Depois, bruscamente, agarrou-a pelos cabelos com uma mão e disse: &#8211; Agora chupa-me o pau, minha putona adultera – e antes que ela pudesse pronunciar qualquer palavra, abaixou com força a cabeça da linda senhora até à altura da cintura e introduziu-lhe o pénis, de uma só vez, todo na garganta. Ela teve uma impressão de afogamento, provavelmente por não ter tido tempo para preparar a garganta, ou pela surpresa da força aplicada pelo tipo, e quis levantar a cabeça. Nessa altura ele segurou-lhe a nuca com a mão esquerda pelos cabelos, e dando-lhe umas palmadas fortes nas nádegas disse:</p>
<p>&#8211; Não tiras a boca daí cabrona! Agora és a minha puta! E já não tens volta! Agora vais fazer aquilo que eu te mandar! Agora és minha! Obedeces-me hã! Ela rendeu-se, até porque não tinha alternativa, e ele introduziu-lhe mais o pénis na garganta até ela se engasgar, ficar sem ar, querer vomitar, debater-se para que ele a soltasse. Ele continuava a introdução naquele boca quente, tentando atingir a profundidade da garganta, segurando-a pelos cabelos, e dando-lhe palmada fortes no rabo. Quando ela menos esperava, trocou de mão, agarrou-lhe nos cabelos com a mão direita, ergueu-lhe o rosto e viu água a sair-lhe dos olhos perfeitos Ela olhou-o, assustada, com a boca molhada, ofegante, e ele deu-lhe uma palmada na cara com a mão esquerda, e disse:</p>
<p>&#8211; Estás a gostar, não estás? É isto que queres não é? Um macho! Hã? &#8211; e deu-lhe outra palmada</p>
<p>&#8211; És tão boa cabrona! Tens d´ir ao castigo! Vira-te boazona infiel! Ela estava sem saber o que fazer. Ele virou-a completamente e inclinou-a até os seus seios e barriga tocarem na mesa de madeira que ia sendo limpa dos objectos que ali estavam depositados. Ele esticou-lhe os braços para as extremidades da mesa. Nessa altura, o rabo da linda senhora ficou obrigatoriamente totalmente empinado para trás na curva da mesa e o rosto virado para o lado sobre quase o centro da mesa. O canalha deu-lhe uma palmada forte numa das nádegas, e rapidamente abriu um pote de geleia que por ali estava armazenado e começou com uma mão a barrar-lhe o buraco anal com o doce enquanto com a outra mão afastava a tanguinha e lhe esticava ora uma nádega ora a outra, fazendo-a gemer quando lhe introduzia a ponta do dedo toda lambuzada do doce. Ele demorou-se uns 3 ou 4 minutos a encharcar-lhe o rabo com o doce e ela já fechava os olhos e mordia os lábios inferiores quando sentia os movimentos do dedo dentro dela e sobretudo quando ele lhe falava canalhiçes ao ouvido:</p>
<p>&#8211; Eu sabia que tu eras uma mula! Tás toda molhadinha só de estar aqui comigo nesta situação,hã! Olha só! Olha só! Ela estava desnorteada e absolutamente surpreendida por tão excitada e desequilibrada com aquela situação, e incompreensivelmente, quase instintivamente, abriu mesmo um pouco mais as pernas para que ele lhe tocasse melhor.</p>
<p>&#8211; Eu sei o que tu queres! Puta infiel! Vais ser a minha puta ouviste bem! E se tiveres juízo o corno nunca vai saber! Vais levar muita piça nesse rabo! Ai vais vais! Já podia tar rico! Foi mais fácil q´eu pensava sacana linda! Ela não dizia nada, só gemia baixinho. Nisto, ela sentiu as duas mãos abrirem-lhe com uma certa força as duas nádegas e a voz sussurrante do abusador ao ouvido dizer-lhe:</p>
<p>&#8211; Não fiques nervosa! Nasceste pra isto! pra puta! Pra ser usada p´lo teu macho!” Logo a seguir sentiu uma boca atracar-se entre as suas nádegas e uma língua desvairada passar a circular insistentemente no seu anel anal, entrando-lhe repetidamente pelo buraco traseiro acima &#8211; o que a fazia atirar a cabeça para trás e soltar urros abafados e longos dizendo entre os urros, com a boca em biquinho:</p>
<p>&#8211; aaaaaahhhhhhhhhhh! paaaaaraaa, pára, pára&#8230;. uuuhhhrrr&#8230; caaaaraaaalhoooooo! A lindíssima senhora estava completamente dominada. De repente, atónita, apercebe-se que o Geninho falava com uma pessoa, e abismada percebeu que era justamente a pessoa que tinha a boca que colada ao seu anus :</p>
<p>&#8211; Então meu guloso, o material é bom ou não é?</p>
<p>&#8211; hmmmmmhmmm&#8230;</p>
<p>&#8211; Nunca pensaste em meter a língua numa coisinha destas! Hã?</p>
<p>&#8211; hmmmmhmmmm</p>
<p>&#8211; E então o rabo é virgem ou não é? O homem tirou a boca do rabo e disse:</p>
<p>&#8211; É! É! &#8211; e voltou a abocanhar o o buraco anal.</p>
<p>&#8211; Então vais ser o primeiro meu sacana! Mas primeiro o dinheirinho! &#8211; disse o Geninho puxando o homem e interrompendo o que ele estava a fazer ao magnifico rabo da senhora.</p>
<p>&#8211; Eu nem acredito, sempre fui doido por esta gaja! Via-a passar na rua com o marido e ia logo bater uma! Quando me disseste, pensei que fosse alguma brincadeira! Juro que nem acreditava! E nem acredito, puta-que-a-pariu! &#8211; dizia o outro homem com uma cara de transloucado. A D. Manuela a esta altura estava completamente aterrorizada. E o motivo de tanto terror era ela ter-se apercebido que a língua que a estava a enlouquecer de excitação era nem mais nem menos do que a do Tonhão, o dono do café/tasca, que naquele momento entregava um monte de notas ao Geninho, que as contava. A D. Manuela aproveitava para se levantar e ajeitar a saia que estava toda enrolada acima da cintura, mas o Tonhão, mal o Geninho acabou de contar as notas, vira-se para a beldade que ele agora tinha à frente dele, e deu a ordem, a sorrir como uma espécie deus:</p>
<p>&#8211; Vira-te cabrona! Vira-te primeiro e depois levanta a saia! Mostra o tesouro aqui ao Tonhão! Faz como nos filmes de putas! Mas ela ficou estática, em pé, tímida, chorosa e muito envergonhada com a presença do Tonhão. Sentia-se a tensão e a expectativa do Tonhão, que olhava para o Geninho com um gesto dando a entender que teria de lhe pedir a devolução do dinheiro que lhe tinha dado.</p>
<p>&#8211; Anda rápido minha ganda mula! Senão chamo o corno que tá mêmo aqui ao lado, caralho! Vira-te caralho! A esbelta senhora começou a virar-se com uma lágrima no olho.</p>
<p>&#8211; Levanta a saia, porra! E ela nada.</p>
<p>&#8211; Levanta a saia caralho! Já sabemos, eu e o Tonhão, que és puta caralho! Tavas-te a passar com a língua do Tonhão! Ouve bem, mete uma coisa nessa cabeça, tu agora és a minha puta! Tens de obedecer e o Tonhão é da minha confiança tás a ver! É meu amigo caramba! É dificil perceber esta merda simples! Vou-te iniciar hoje como minha puta! O teu marido nasceu pra corno, não vai saber de nada! E tu és a minha puta!! és puta compreendes! E agora levanta a merda da saia! Ela soluçou mais alto e começou a levantar a saia devagarinho, sempre aos soluços, até que a levantou toda, indecentemente, para que o homem a visse. Houve um sorriso de vitória na boca dos dois malandros:</p>
<p>&#8211; Caralho Geninho, que delícia! Eu não acredito! Eu nem acredito! Eu ainda não acredito! Ela é mesmo linda Geninho! Sabes como é que eu gosto de tratar uma febra desta! O Geninho deu uma gargalhada e disse:</p>
<p>&#8211; Então mete aqui na mão mais o respectivo! O prazer custa dinheiro pá! Senão comes só c´o a língua! Já sabes! Com o diálogo dos dois a saia começou a descer:</p>
<p>&#8211; Sobe a saia caralho! Ela obedeceu, e apesar de estar de costas percebeu o movimento do Tonhão a entregar mais dinheiro ao Geninho, e quase imediatamente sentiu uma palmada com toda a força no lado direito do rabo. Tinha sido uma palmada de mão aberta que a fez ver estrelas. Mas logo a seguir o Tonhão começou a lambe-la desvairadamente em toda a extensão do magnifico rabo e na parte interna das coxas, subindo com a língua pelas costas acima e murmurando-lhe ao ouvido:</p>
<p>&#8211; És toda tão boa! Adoro estes peitinhos! &#8211; e conseguiu enfiar a cabeça por baixo da senhora, afastar-lhe a camiseta com uma mão, e abocanhar-lhe o peito direito chupando-o vorazmente como se chupasse e comesse uma ameixa. O Tonhão falava e babava-se extasiado com a maravilha que tinha entre mãos, fazendo sempre um dos dedos gordos circular no anel anal e tentando também enfiar-lho:</p>
<p>&#8211; Que delícia de menina! Nunca me tinha calhado nada assim! Há anos que me passo a ver-te andar na rua! Que cheirinho que tu tens! Uuiii tão docinha! &#8211; ela sentia a saliva quente do homem a escorrer-lhe pelas costas. Os afrodisíacos que lhe tinham sido ministrados e a situação em que se encontrava estavam a produzir nela vibrações que lhe percorriam todo o corpo, sendo já demasiado evidente o desejo sexual anormal que naquele momento lhe ardia no cérebro. O Geninho quando reparou que ela já não se estava a opor &#8211; até, pelo contrário -, saiu para fazer sinal ao Sapo, que entretanto distraia o marido da senhora no salão da taberna, para o entreter por mais um bocado de tempo. Quando reentrou, primeiro ficou a observar por momentos aquela deusa quase toda nua &#8211; só com a tanga enfiada no rabo, os sapatos de salto alto, a saia toda subida pela cintura, uma das mãos grandes do Tonhão por dentro da blusa a apertar-lhe com violência um dos seios perfeitos, e a outra a massagar-lhe com perícia o clitóris – depois sentiu-se zangado, aproximou-se dela, deu-lhe duas bofetadas leves na cara, ajeitou-lhe o cabelo para o lado, pro detrás da orelha expondo-lhe o lado direito do rosto:</p>
<p>&#8211; Isso putinha! Já sabes que és puta, hã! &#8211; e encostou o pénis à boca da senhora que o engoliu já sem nenhum resquício de nojo. O Tonhão por sua vez dizia-lhe ao ouvido mais ou menos isto:</p>
<p>&#8211; Eu gosto é de cuzinho queridinha! Eu gosto é de um cuzinho assim! &#8211; e as mãos correram-lhe para o deslumbrante rabo da senhora. O Sapo entretanto ouviu um berro que lhe aumentou as dificuldades em segurar o marido da D. Manuela no salão da tasca. O senhor queria entrar mais para o interior da tasca para eventualmente ajudar a esposa na indisposição que, segundo o Sapo, a retinha nas casas de banho. Quando o Sapo entrou na arrecadação da tasca para transmitir as suas preocupações surpreendeu-se com uma cena violentissima: a magnifica senhora chupava o Geninho que de vez em quando lhe dava estalos na cara; ao mesmo tempo o Tonhão enrabava-a a um ritmo alucinante dando-lhe palmadas no rabo com uma mão e puxando-lhe os cabelos com a outra; ela gemia, e quando podia gritava para que não parassem porque ela jamais havia passado por uma tal experiência. O Sapo ligou imediatamente a camara de filmar do telemóvel, conseguindo ainda apanhar a beldade a pedir para não pararem, a gozar descontroladamente e a chorar de excitação. O Geninho “trabalhava-lhe” simultaneamente a boca:</p>
<p>&#8211; Gostas de chupar mulazona boa? Brochas o teu marido?</p>
<p>&#8211; hummm hummm!</p>
<p>&#8211; E sem ser ao teu marido?</p>
<p>&#8211; Huummmmhuuummmm! &#8211; o Geninho aliviou-lhe a boca para ela responder um “claro que não!!” &#8211; e voltou a preencher-lhe a lindíssima boca.</p>
<p>&#8211; E costumas engolir? &#8211; Huummmhuummm Não! &#8211; Mas hoje é especial vais ter de engolir caralho!</p>
<p>&#8211; Huuummmm huummm não não quero – respondeu ela nervosa. O Tonhão parecia que ia explodir e começou a imprimir um ritmo alucinante ao vai e vem que entrava e saia do rabo da magnifica mulher e a falar também:</p>
<p>&#8211; Vou-te rebentar que nem uma cadela. Nunca comi uma gaja tão boa! Um rabo destes virgem, o corno não te fode como tu mereces boazona! O afrodisiaco fazia por essa altura um efeito tremendo na linda senhora, e ela começou a rosnar de excitação, enquanto o taberneiro continuava a falar:</p>
<p>&#8211; Geme cabrona! Há anos que sonho contigo! Vou fazer-te o que todos te querem fazer cabrona! Vou-te furar! vais levar com ele até à garganta! Vais litros de langonha! tás a gostar cabra? Responde! &#8211; e deu-lhe uma palmada com força numa das nádegas.</p>
<p>&#8211; AAAAHHHH seus porcos! Não paaareeem! Enteeerraaaa tuuudoooo! O que é que me fizeram bandidos? Que excitação louca! Não quero parar! AAAAHHHH – a D. Manuela estava fora de si com tanta excitação. O Geninho ordenou-lhe:</p>
<p>&#8211; Vais engolir cabrona! Engole o leite, caralho! A puta vai gozar caralho! A puta tá a gozar! Conseguimos caralho! A gaja tá-se a passar! Gosta de dar o rabo caralho! Temos gaja! Temos puta! &#8211; e ela engoliu sedenta e obediente, desvairada, faminta. Quando os dois se fartaram esgueiraram-se por uma porta traseira e desapareceram deixando-a sozinha. Ela começou então a ficar apavorada, a pensar no que tinha feito. Tinha traído o marido; tinha dado o rabo pele primeira vez e de uma forma tresloucada a um porcalhãozito de um taberneiro que ela não conhecia ou mal conhecia; não tinha usado sequer preservativo; as pessoas no salão do bar poderiam se ter apercebido do que aconteceu. Ela aprumou-se o melhor que lhe foi possível e apareceu na sala do bar, onde foi recebida com todos os carinhos pelo marido que a esperava julgando-a retida na casa de banho por causa de uma indisposição. Ele teve de a ajudar a caminhar cambaleante até casa. Ela tomou um banho e ele teve de a ajudar a deitar-se na cama. Ela chorava muito justificando-se com a indisposição e teve de dormir de bruços, porque não conseguia encostar o rabo à cama</p>
<p>parte V</p>
<p>No outro dia de manhã ao acordar a D. Manuela reparou logo que já tinha uma mensagem falada no telemóvel. Trancou-se discretamente na casa de banho e foi ouvir. Era o Geninho a dizer que o tonhão tinha gostado imenso da “esfrega que lhe tinha dado” e que queria mais. Ela, paralisada de tão assustada, apenas ouvia as descrições de como o Tonhão havia dito que a queria comer da próxima vez. Era uma lista de várias formas, todas elas violentas, de como o taberneiro a pretendia enrabar. Ela estava nervosíssima, não sabia o que fazer para pôr um fim àquela situação. No final da mensagem o Geninho apenas dizia que a voltaria a contactar. Dois dias depois, também de manhã ao acordar, o contacto prometido piscava na luz do telemóvel da D. Manuela. Era uma mensagem escrita e que abria com uma fotografia muito expressiva da D. Manuela a ser enrabada pelo Tonhão, tiradas pelo Sapo naquele maldito fim de tarde dois dias atrás. Depois tinha um texto dizendo que naquele mesmo dia era o dia de aniversário do Tonhão e que ele queria dar a ele próprio o melhor presente do mundo. Ela devia por isso sair com uma saia bem justa por cima do joelho. E, para que tudo corresse bem, pedia-se-lhe também para que durante o dia, de hora em hora, fosse barrando o buraco do rabo com vaselina procurando ao mesmo tempo dilatá-lo com um ou dois dedos. Pediam-lhe também que ao sair do emprego fosse ter com eles a um determinado bar da Docas à beira do Tejo. A D. Manuela ficou para morrer. Nunca por nunca imaginou que algum dia viesse a viver uma tal situação. Mas, assustada e sem perceber bem porquê, a verdade é que obedeceu, e de hora em hora retirava-se para a casa de banho da repartição de finanças para, com os dedos cheios de vaselina, enfiar o anelar no magnifico cu barrando-o bem com vaselina. Quando chegou à esplanada combinada já lá estava o Geninho acenando-lhe sorridente e convidando-a sentar-se à sua mesa. Perguntou-lhe logo se ela havia cumprido o pedido. Ela remeteu-se ao silêncio. Ele insistiu na pergunta recordando-lhe que ela tinha quer ser simpática com ele, senão&#8230;. Ela respondeu então com ar irritado que sim, que tinha cumprido o pedido. Ele respondeu que isso era óptimo sobretudo porque o Tonhão naquele dia não estava nada pra brincadeiras. Com a resposta do crápula a barriga da portentosa morena gelou. Passou-se uma meia-hora e nada. Durante esse tempo a belíssima fêmea, arrasada que estava, tentava compensar esse estado psicológico ingerindo vodkas com laranja uns atrás dos outros. O chantageador quis saber onde estava o “corno”, e ela com má vontade lá explicou que lhe tinha pedido para ir a Setúbal recolher uma encomenda de argila da serra da Arrábida com que ela gostava de barrar as nádegas para ficarem mais rijas. De repente olhou prá frente e viu o Tonhão entrar no espaço da esplanada, era um verdadeiro orangotango na aparência. O símio cumprimentou a deslumbrante fêmea que baixou os olhos envergonhada, sentou-se como um autómato, e pediu um uisque sem gelo puro, sempre com os olhos ameaçadoramente abertos fixos no lindíssimo rosto da senhora. Durante mais meia hora foi repetindo os pedidos de uisque e pressionando a espectacular morena a também beber mais e mais vodkas com laranja. O homem não parava de falar de forma continua mas lenta, sempre baixinho, e com uma firmeza de psicopata:</p>
<p>&#8211; Bebe&#8230; &#8211; depois uma longa pausa, e a seguir num tom mais forte – q´és tão boa! &#8211; e ela bebia. E ele tornava</p>
<p>– Anda&#8230; bebe mais &#8230; vaca tão boa! &#8211; uma pausa e: &#8230;custas-me uma fortuna&#8230; vais berrar &#8230; cabrona&#8230; tão boa&#8230;!</p>
<p>&#8211; O Tonhão teve a tomar a tomar viagra que nem um cavalo! Tá-te c´uma tara q´ue benza a deus! &#8211; diz o Geninho ao ouvido da morena.</p>
<p>&#8211; Meu deus querem-me pra capacho das vossa taras! Eu vou-me embora! Eu não aguento isto!</p>
<p>&#8211; Cala a boca vaca mal agradecida! Tenho andado a esconder do teu marido a puta que tu és! Vamos embora mas é pró carro – diz o canalha do Geninho puxando-a pelo braço e ordenando ao Tonhão para pagar a conta e ir ter com ele ao carro dele indicando-lhe o estacionamento. Quando o Tonhão se aproximou da janela do carro encontrou a D. Manuela sentada no banco de trás com a saia justa subida pela anca com uma tanguinha rosa à mostra.</p>
<p>&#8211; Porra! é mêmo boa! Caramba! &#8211; exclamou o troglodita – vale o dinheiro – e depois passando a um tom de raiva &#8211; vai, vai, deixa-me entrar e deita-te aqui de bruços no meu colo pra te começar a castigar essa peidola! Anda cabrona – sentando-se no banco do carro batendo no próprio colo indicando onde ela se deveria deitar de bruços e mandando o Geninho arrancar pro Intendente pra pensão do costume, continuando a falar – que loucura! Que buraquinho rosado! Nem parece que vai conseguir alargar o suficiente pra levar c´o a minha matraca ó Geninho, já viste isto pá tão apertadinho! Mas já tá pago, vai mêmo ter q´alargar né Geninho? Hã? A D. Manuela fez menção de sair da posição de bruços em que já estava, mas o gorilão segurou-a pelas ancas e posicionou-a com o rabo ainda mais espetado. Em seguida tentou meter o dedo maior na boca da linda e assustada morena. Como ela se recusou a abrir a boca levou uma bofetada com força e ouviu-o gritar</p>
<p>– mando parar o carro no meio do Intendente e largo-te lá em cuecas que vais ver o que acontece. Voltou a meter-lhe o dedo na boca e mando-a babá-lo bem de saliva, e em seguida, devagar e até com gentileza foi-o enfiando no cuzinho da morena, que com a inesperada penetração no anus atirou a cabeça e os longos cabelos negros para trás. Depois tirou e levou-lhe à boca dois dedos. Desta vez o Geninho ouviu-a implorar ao taberneiro para não movimentar muito os dedos, ficar apenas com eles cravados, mas com o tempo ele recomeçou, e com o mete e tira de dedos introduziu-lhe não um mas dois dos tais supositórios afrodisíacos. Quando o carro entrou no coração do Intendente o porcalhão do taberneiro dizia, insistentemente, aos ouvidos da beldade morena, que uma adúltera não pode ter perdão; simultaneamente quase lhe rebentava o rabo enfiando-lhe freneticamente os quatro dedos. Ela de inicio tentou abafar os gritos com um lenço sujo que por ali estava, mas depois perdeu o controle e passou a gritar de tal forma que até os chulo e as putas que circulavam na rua ouviram. Quando o javardo do taberneiro se apercebeu dos observadores, cheio maldade no espirito, puxou-lhe os cabelos para que os proxenetas e as prostitutas pudessem ver através da janela do carro o lindíssimo rosto da estonteante fêmea a quem ele estava a bombear o rabo. Estacionaram o carro mesmo em frente a uma pensão muito deteriorada que serve o negócio à prostituição barata que se pratica naquele bairro. O Tonhão permitiu que a bela e cavalona fêmea deixasse a posição de bruços em que foi obrigada a permanecer durante toda a viagem e se sentasse – no fundo para que conseguisse sair do carro. A estonteante morena, que estava sob o efeito de bastante álcool misturado com os afrodisíacos que lhe haviam sido ministrados, ajeita com ar irritado o cabelo despenteado e a camiseta que estava subida, e, cheia de raiva e num tom de voz a roçar a histeria, põe-se a dizer:</p>
<p>&#8211; Cambada de paneleiros é o que vocês são! Só à força é que conseguem ter uma mulher! Isto é um crime de violação e vocês vão pagar! Vão para a cadeia! Seus chantagistas porcos! Hão-de ser enrabados na cadeia que é o que lá fazem aos violadores! &#8211; depois disse palavras que se não conseguiam perceber, e voltou a chamar-lhes paneleiros, chulos, e outras coisas piores. O Geninho inclinou-se para o interior da cabine do carro e tentou beijá-la na boca mas foi empurrado por ela. Como reacção ouviu-se o som de uma bofetada a explodir na cara dela que até deu meia volta e ficou deitada no banco:</p>
<p>&#8211; Ai é assim que tu queres! Não te vou obrigar a nada! Vou fazer antes um telefonema pro corno! Já vais ver! Mas qua granda vaca! Fodes-me a vida, mas eu também tramo – e pegou nela ao colo penetrando no interior da pensão em direcção a um quarto que ele já tinha previamente reservado. A saia estava toda envolta na sua cintura aparecendo a tanguinha rosa muito sexy.</p>
<p>&#8211; Agora vou já enviar ao teu marido, por telemóvel, as tuas fotografias todas e o filme que aqui tenho! Mas primeiro vou-te pôr já na rua! Mas vais só de cuecas q´a saia fica comigo! Vais atravessar ali o Intendente com essas cuecas de puta! Vais ver o que acontece! Os pretos aqui da rua puxam-te já ali pra um prédio que vais saber o que é uma violação! &#8211; abriu a porta do quarto e colocou-a na entrada e gritou-lhe</p>
<p>– queres ser puta! Anda! Vai! Vai prá rua! A beldade morena tremia de medo apercebendo-se que o canalha estava a falar a sério e a chorar pediu-lhe:</p>
<p>&#8211; Por favor não me ponham de cuecas na rua.. nesta rua! Por favor! E não me estraguem o casamento! Eu amo o meu marido! Eu faço o que vocês quiserem! Tudo o que vocês quiserem! Por favor!</p>
<p>&#8211; Vamos ver! Vamos ver! &#8211; e fez um jeito com a cabeça pedindo-lhe para ela olhar para o Tonhão. O taberneiro estava já sem calça e com uma coleira na mão – é a tara do gajo, quer-te colocar aquilo ao pescoço! As putas aqui do intendente já sabem, já nem ligam. Ela ficou completamente atónita sem saber o que fazer ou o que dizer. Paralisada. Enquanto o Tonhão lhe circundava o corpo para, por trás, lhe colocar a coleira, o Geninho acariciava-lhe delicadamente os seios e dizia-lhe baixinho ao ouvido:</p>
<p>&#8211; Abre as pernas! vá&#8230; vááá&#8230; Mais! Mais! Isso! Mais! Abre-te toda porra! &#8211; ela estava mesmo toda aberta, com as pernas escarrapachadas, e, pra mais, forçada a inclinar-se levemente para a frente pelo Tonhão que lhe ajeitava a coleira e não parava de dizer que ainda nem acreditava, que parecia um sonho, etc, ela estava de facto numa posição super provocante com o rabo empinado. A mãozorra do Geninho entrou-lhe pelo meio das pernas por cima da tanguinha tocando-lhe em jeito de massagem no clitóris por um bocado, até que:</p>
<p>&#8211; Tás a ficar toda molhadinha! Hã? Pra que era aquela conversa toda? Tretas, não é?? &#8211; e massageou-lhe mais o clitóris fazendo-a gemer e ficar mais molhada</p>
<p>– tás toda molhada cabrona! Tás a ter prazer hã?, mas agora tenho q´ir lá pra fora, vou-te deixar sozinha aqui c´o tarado do Tonhão! Foi o combinado! Por mim comia-te a meias c´o ele, mas ele não quer! quer-te dar a esfrega lá à maneira dele, só contigo, e pagou tem direito né?. Ela tentou dizer que não queria ficar só com o macacão, que ele tinha mau ar, que ele lhe ia fazer doer. Mas de nada adiantou, só ouviu um “cala a boca porra” do Geninho que antes de fechar a porta ainda se esgueirou ao ouvido da sensual morena, e com ar de gozo lhe diz:</p>
<p>&#8211; O teu cuzinho apertadinho nunca mais vai ser o mesmo depois desse boi aí te montar! Ela ainda pediu por amor de deus qualquer coisa que o chulo chantagista nem ouviu, fechou a porta e foi para uma espécie de sala de estar da pensão imunda. Não demorou e ouviu logo os risos do Tonhão e umas palmadas abafadas, depois uns gemidos tímidos que não escondiam um certo prazer da fêmea que os soltava, depois o som da cama velha a abanar e a batucar na parede, e depois os urros de delírio animalescos da mesma fêmea revelando luxúria desenfreada. O Geninho não se conteve de curiosidade, abriu a porta. A bela mulher, de gatas, não se continha de tanta tesão, o filho-da-puta do taberneiro abria-lhe ao máximo o rabo e enfiava-lhe a linguazona toda pelo rabo acima e no intervalo do tira e mete dava-lhe fortes palmadas nas nádegas. Ela rebolava na boca do troglodita e a cada palmada soltava urros de prazer. Alguns minutos depois a D. Manuela sai apressada do quarto em direcção à casa de banho no outro lado do corredor e ouve-se o Tonhão dizer: “Isto é só o começo minha mula boa&#8230; volta rápido pra eu te comer a sério&#8230;” O Geninho aproveita para ir até à entrada do quarto e diz-lhe o outro:</p>
<p>&#8211; E então? Tá tudo bem aí fora? A mulher daquele corno é uma fera pá! Já lhe amaciei bem o cuzinho! Meti-lhe a língua bem fundo p´lo rabo acima! Agora vai deslisar melhor! Puta de mulher q´o cabrão tem em casa! Já lhe dei uma foda normal e olha c´a gaja veio-se toda! A seguir forniquei-lhe o cu c´o a língua e a cabrona ia-se passando! Tô doido! a seguir vou rebentar c´o ela! Quando a portentosa morena saiu da casa de banho só com a camisola e a tanguinha rosa cravada no rabo, os cabelos lisos compridos, o rabo espectacular, as coxas perfeitas, um outro cliente que ia a entrar para outro quarto com uma prostituta negra comenta: “que potranca de mulher”. Já junto ao Geninho, e enquanto o outro gritava “entra pra dentro malóca!”, a deliciosa morena começou a chorar e diz-lhe:</p>
<p>&#8211; Vocês prometeram que s´eu colaborar me deixam em paz de vez! Vocês prometeram! Hã!&#8230; &#8211; e foi logo puxada por um braço para dentro do quarto. O Geninho ficou a ver aquele rabo empinado super bem feito a rebolar-se na frente dele, e enciumado afastou-se mas deixou aporta entreaberta. De inicio só se ouvia o Tonhão a rir e a assolapar a boca no que se facilmente adivinhava ser o magnífico rabo da morena&#8230; ela gemia baixinho e ele de vez em quando chamava-lhe mulheraço e podre de boa etc. Mas depois ouviu-se o Tonhão dizer: “chega! esta puta já toda molhada outra vez! Agora vou-te enrabar caralho! Mas à minha maneira! Quero sentir-te este cu bem apertadinho! Já vais ver!”. A voz femenina continuou ainda gemer por uns segundos, depois mais forte, e depois: &#8211; AAAAAHHHH HMMMMMMMMMMMMMMM AI SEU ANIMAL!!!!!!AAAIIIII HMMMMMM SEU ESTÚPIDO AAIIIII HHMMMMMMMM AAIIII SUA BESTA. Ouvia-se a cama a balançar fortemente e bater na parede</p>
<p>&#8211; Querias só língua não? Vou-te rebentar toda hoje cabrona! Custas-te-me uma fortuna! DE QUATRO CARALHO! CONTINUA DE QUATRO CARALHO! AINDA VAIS LEVAR MUTA ESTALO NA CARA E CARALHO NO CU – gritava a voz grossa do nojento taberneiro. O dono da pensão veio ter com o Geninho pediu-lhe para ir ver o que se passava com a “puta dele” que era muita gritaria e para fechar a porta do quarto. Ele foi até ao quarto e a coisa era pior do que ele imaginava. Mal o viu a espectacular morena diz-lhe logo em súplica:</p>
<p>&#8211; Ande, venha cá ajude-me! Não o deixe continuar! Ele rasga-me toda! Este brutamontes! É um boi! Não deixe fazer-me o que ele quer! Eu não suporto! Eu faço anal mas assim não! Eu deixo! eu deixo! mas como no outro dia! Aaaiiii assiiiimmm nãããooo! Por favor!!!! O Geninho entrou, fechou a porta bem fechada e trancou-a com a chave. Aproximou-se. A lindíssima trintona estava de quatro, com a cara toda vermelhusca dos estalos que ia apanhando, com um vibrador enorme e grosso espetado entre as pernas que a obrigava a empinar o rabo para trás e lhe comprimia o buraco do cu tornando-o muito apertado. O Tonhão por sua vez tentava introduzir-lhe o pénis dilatadissimo e gritava a babar-se todo: “vou-to esfolar”. Tentava mas não estava a conseguir, e quando viu o chulo disse-lhe:</p>
<p>&#8211; vem cá rápido! Abre-me o rabo desta vaca caralho – o chuleco nem hesitou e esticou as deliciosas nádegas uma pra cada lado, mas estava difícil por causa do buraco vaginal todo preenchido com um vibrador grosso, e em todo o caso a cabeça do pénis do anormal parecia uma lampada, mas ele disse</p>
<p>– continua caralho – e conseguiu-se que a cabeça entrasse um pouco, mas a morena deu um gritinho e um pulo pra frente, e a cabeçorra saiu.</p>
<p>&#8211; Assim não dá! És muita burro! &#8211; diz o Geninho colocando-se na frente da beldade e segurando-a no pescoço e nos ombros – pera aí ainda não vai dar – e pôs a cabeça da morena entre as pernas, colocando um joelho de cada lado da cabeça e deixando-a totalmente imóvel. O Tonhão ajeitou aquela espécie de poste na entrada do buraco anal da agora completamente submissa cavalona e devagar começou a enterrar. A mulher tentou reagir, e a cena, por momentos, parecia uma pega de touros numa tourada, mas o Geninho aguentou-se bem segurando-a, e após um urro mais violento a fêmea acabou por ficar totalmente quieta e com tudo enterrado. Permaneceram todos imóveis e calados por um bocado. O Tonhão suava que nem um animal e a nossa beldade tinha as faces tremendamente ruborizadas e respiração muito acelerada. Depois o Tonhão começou a fazer pequenos movimentos que iam acelerando lentamente, e diz assim para o Geninho:</p>
<p>&#8211; Abre os olhos pá! Vou viciar esta mula! Aprende qu´és ainda um puto! Esta gaja vai trepar pela parede acima! Vê como é que se faz! &#8211; e começou a enterrar sem dó nem piedade. A abanar-se dentro do rabo da beldade. Ela começou a gritar, parecendo nem saber quem era, surpreendendo o próprio Geninho ao dizer-lhe:</p>
<p>&#8211; Bate-me! Chulo da merda! Bate-me na cara! És um merdinhas! Aaaaiiiiiii&#8230; qu´eu venho-me! Este boi dá cabo de mim! &#8211; e levou um estalo na cara do Geninho</p>
<p>&#8211; Anda puta! Pede caralho! Ainda não acabei! Ainda vais levar muito! Abre as pernas! Anda! Vá – dizia-lhe o Tonhão, que parecia um garanhão a montar uma égua.</p>
<p>&#8211; AAAAHHH! Gostas de ver a tua puta levar doutro, é?! &#8211; continuava a maravilhosa morena dirigindo-se ao Geninho &#8211; deste animal é? És um porco! Vê! vê a tua mula levar até estoirar! Vê! AAAHHH tou-me a vir outra vez aaaahhhhh! Este boi não pára! AAAAHHHHH que gozo maldito! AAAHHH vê! olha! Este macaco vai rebentar-me o cu! És um mirone da merda! AAAAHHHH tou doida tou louca! Tou a gozar! AAAHHH este porco gordo tá-me a dar cabo do cuuuu! AAAAHHH estúpido rebenta-mo! AAAHHHH O taberneiro não se cansava de a bombear, até que o corpo dela começou a tremer e explodiu num gozo alucinante. O vibrador saltou para o chão. A estupenda morena estava quase desfalecida quando o seu telemóvel toca. Era o marido, e ela não podia deixar de atender, ele desconfiaria. Mal ela atende, o Geninho com toda a rapidez virou-a de rabo para cima, e piscou o olho ao outro, que, incansável, veio a correr forçar novamente a entrada do belíssimo cú. O marido falava do outro lado da linha avisando-a de que já tinha a argila com ele e que iria agora regressar perguntando-lhe se ela já estava em casa. A morena contorcia-se com o rabo todo dolorido a ser novamente atacado, tendo de fazer um esforço tremendo para não gritar ao telefone, dadas as várias investidas que ia sofrendo até que sentiu o buraco anal dilatar-se à força para acolher o membro vitorioso do taberneiro. O marido queria saber detalhes das mentiras que ela lhe ia inventando acerca do sítio onde ela lhe dizia estar com uma amigas o que tornou o telefonema muito demorado. O taberneiro ia-a bombeando ritmadamente. Ela para evitar sentir dor ia rebolando devagar procurando facilitar as penetrações do brutamontes que lhe estava a esfolar o anus. Quando conseguiu desligar já estava o cavalo do Tonhão a despejar-lhe mais semen para o interior do apetitoso rabo. Ela deu um grito e, a espumar de raiva e de ódio, conseguiu-se livrar da verdadeira besta que a oprimia, para se dirigir ao Geninho, que naquele momento estava a filmar e a rir. Ela sentia-se a última das mulheres, uma prostituta incorrigível, e agarrou os braços do chulo a gritar: &#8211;</p>
<p>Não Cheeega? O que já me fizeram não cheeeega?! Seu malvado! Ela sentia a mão do taberneiro a agarrar-lhe o braço e a tentar puxá-la para a cama dizendo-lhe:</p>
<p>&#8211; Anda cá minha mula boa q´ainda não acabei! Esse rabo hoje vai pegar fogo caralho! Quando mais te fodo mais tesão tenho! Olha a surpresa qu´eu tenho pra ti! &#8211; era um par de algemas – e olha o que mandei colocar pra ti! &#8211; apontando, com um ar cruel, para a parede em frente à porta – era um gancho.</p>
<p>&#8211; Ai não! Isso nãããooo! Não queeerooo! Cheegaaa! Não!!! não!!! chega!! chega!!! aí nããão!!!! socorro!! socorro!! sr. Geninho ajude-me! Esta besta rebenta-me toda! Por favor!! – segurando-se ás pernas do crápula e ajoelhando-se com cara de súplica. Tocando-lhe na braguilha por cima das calças – eu faço o que quiser mas livre-me deste anormal. Ela olhava para ele a pedir ajuda e começou a desabotoar-lhe as calças até que saltou um coiso duríssimo. Ela inclinou-se com as lágrimas nos olhos e chupou com valentia a cabeçorra enorme exposta:</p>
<p>&#8211; slup slup livre-me deste bandido slup slup eu engulo slup slup eu faço tudo! Slup slup</p>
<p>Calma! Calma! Não é a mim que tens de chupar é a ele! Ele é que pagou! Mas vá faz-lhe um bom broche lá como ele gosta e acabou! A seguir vais pra casa! Eu prometo! Vá! Vá! Rápido senão o corno desconfia e a gente não quer isso! &#8211; diz-lhe o Geninho indicando o Tonhão que agora já estava sentado na borda da cama com uma proeminência já enorme outra vez. Ela olhou para os dois e percebeu que tinha mesmo de fazer aquele último sacrifício. Levantou-se mas o brutamontes ordenou-lhe para ir até ele de gatas. Ela colocou-se de quatro e começou a gatinhar na direcção do bajordo do taberneiro:</p>
<p>&#8211; Mia, cabrona, mia&#8230; &#8211; e a morenaça miou enquanto se arrastava até ele. A morena estava cansada de ser abusada por aquele homem ordinário, porco e sujo, que sem dúvida nenhuma, nunca havia tido uma mulher como ela. Ajoelhada diante dele sentiu a mãozorra juntar-lhe os longos e cuidados cabelos negros para ser exibida ao Geninho como se fosse um troféu:</p>
<p>&#8211; Esta coquete nunca tinha fodido a sério! E agora vai fazer maravilhas com a boquinha de princesa! Ah ah ah!” &#8211; e sem que ninguém a mandasse, ela própria ajoelhada começou o felatio. O Geninho estava excítadissimo, e não era para menos, presenciava a seguinte cena: uma mulher de sonhos, ajoelhada em frente a um gordo com ar de porco e abrutalhado, a fazer-lhe um expressivo sexo oral. Ela aumentava os movimentos tentando faze-lo gozar para se libertar o mais rápido possível da situação. Chupava com muita habilidade. O Geninho colocou-se de lado e com a palma da mão passou a esfregar-lhe os biquinhos dos seios, e pediu-lhe:</p>
<p>&#8211; Abre mais as perninhas!! &#8211; Com a outra mão passou a massagear-lhe a vagina, até que a apertou com a mão aberta, provocando-lhe um espasmo de prazer:</p>
<p>&#8211; Sacana, és incrível! tás farta de foder e já tás toda molhadinha outra vez! &#8211; Queixando-se de que ele ainda não lhe tinha comido o cuzinho começou a humedecer-lhe o anus com o liquido vaginal, colocando-se por trás dela ajoelhado entre as pernas.</p>
<p>&#8211; Que é isso pá? só quem fode sou eu! Caralho! Eu é que pago! Só eu é que fodo! Sai daí! Cabrão! &#8211; ralhou logo o taberneiro. De repente os ânimos ficaram muito exaltados, e o Geninho teve que levantar a voz</p>
<p>&#8211; Que porra é esta pá? pára com essa conversa de merda! A mulher é podre de boa e faz o que eu quiser! Se não me der o cú agora vai-mo dar quando me apetecer e as vezes que me apetecer! E assim foi feito. “Ai” gemeu ela baixinho sem forças para gritar quando sentiu o recto anal ser novamente invadido por um membro dilatadíssimo da excitação:</p>
<p>&#8211; Farta de levar e ainda tá apertadinho – comentou o Geninho.</p>
<p>&#8211; Tá por enquanto – respondeu o taberneiro, enquanto fazia movimentos com a cabeça da bela morena invadindo-a até à garganta obrigando-a a engasgar-se. Quando ele pressentia a ânsia de um vómito tirava tudo deixando-a respirar e batia-lhe com o pénis na cara arregalando os olhos não acreditando ainda que estava a realizar aquela tara. &#8211; Rápido! Mete-te por baixo e fode-lhe a conaça qu´ela deixa – gritou o Geninho completamente alucinado.</p>
<p>&#8211; Pelo amor de deus! Parem! Eu não aguento! nãooo! Seus monstros! Nenhum dele ligou aos queixumes</p>
<p>&#8211; Abre mais as pernas caralho! &#8211; o Geninho parecia furioso. Quando se deu conta o taberneiro já tinha escorregado por baixo dela e, portanto, já estava entalada entre os dois. O taberneiro deitado no chão, ela por cima e outro por cima. Ninguém lhe tapou a boca e o grito ouviu-se nos outros quartos. Eles os dois só pararam quando atolaram tudo dentro da portentosa fêmea. Depois passaram a movimentar-se lentamente. A boca da esbelta mulher fez um esgar e uivou de prazer para surpresa dos dois. Dois homens diferentes dentro dela numa situação absolutamente canalha, situação que antes ela nunca imaginou que lhe fosse sequer possível sonhar, quanto mais viver, tudo isso de certa forma a excitou. Começou a rebolar para eles se encaixarem melhor. E ele aproveitaram bem: meteram, meteram, o Geninho chupava-lhe a nuca e babava-se nas costas, o outro apertava-lhe os seios. Tiravam tudo e invadiam-na outra vez. Ela começou a gozar convulsivamente e a gritar desabafos:</p>
<p>&#8211; AAAHHH rasgam-me toda! Filhos da puta! AAAHHH! Que prazer! AAAHHH! Rebentam-me toda! &#8211; e ninguém parava Tempo depois, o taberneiro e o Geninho já esperavam, na portaria da pensão, que a D. Manuela tomasse um banho e recompusesse a maquilhagem etc. Faziam-no bebericando uma cerveja cada um e cavaqueando juntamente com o porteiro.</p>
<p>&#8211; Levou que se fartou naquele rabo! &#8211; considerava o taberneiro</p>
<p>&#8211; É! Mas não se estragou nada! O cuzinho tá só amaciado! &#8211; preocupava-se o Geninho. &#8211; Que puta de mulher boa q´aquele marido tem em casa! Tá de parabéns! Já tou com vontade mas é d´ir ter com ela ao duche meter-lhe mais naquele rabo!</p>
<p>&#8211; Continuava o taberneiro.</p>
<p>&#8211; Para isso tens de pagar mais! E o preço vai aumentar! É q´a gaja não é só ser boa! A gaja fode muita bem! Participa tás a ver?!! E o sacana do cú aguenta tudo! bombeeio-lho com força sem perdão! E que boquinha é gulosa! Agora quando quiseres vais pagar mais caro! Tem que ser pá! Nisto ela sai da casa de banho em direcção ao quarto para se vestir e os três puderam observar aquela espécie de deusa do sexo a passar só de tanguinha rosa choque cravada no magnifico rabo e um soutien igual. Os cabelos lisos lisos compridos, as costas morenas, rabo e coxas de sonho. Viraram-se uns para os outros.</p>
<p>&#8211; Olhem só – ouviu-se, e de seguida suspiros profundos. Já no carro e a caminho de casa a morena quis recuperar a sua dignidade:</p>
<p>&#8211; Nunca mais vos quero ver à minha frente! Nunca mais me quero lembrar do que se passou hoje! Nunca fui tão humilhada em toda a minha vida!</p>
<p>&#8211; Tem calma! Também não se passou nada do outro mundo! Fizemos um acordo e tu cumpriste! Foi só isso!</p>
<p>&#8211; Os senhores maltrataram-me! Tou cheia de dores no rabo e já passou mais de meia hora daquele horror! – ela pensava na violência.</p>
<p>&#8211; Tens que t´habituar! Vais aguentar muita vez c´o meu margalho todo no cú! És boa pra caralho! Já bati muitas à tua conta! &#8211; disse-lhe o bajordo do taberneiro. A morena olhou para ele, fez uma cara de nojo e virou a cara. Levou uma chapada na cara. Ela pediu por amor de deus para não lhe baterem e chorou sem parar.</p>
<p>– Vais ser boazinha pra mim! Hã! Qu´eu tou a pagar! Tu és uma puta infiel e o teu marido não sabe! Já é a segunda vez qu´a t´arrebento o rabo todo e tu tens gozado qu´nem uma cadela no cio! Já pensaste se o teu marido vem a saber? Já pensaste nisso? hã? O Geninho pára o carro e faz-lhe sinal para sair. Estavam novamente no local onde se tinham encontrado:</p>
<p>&#8211; Tem juízo e o corno nunca vai saber de nada! A deslumbrante morena vira-se desesperada para o Geninho e diz-lhe:</p>
<p>&#8211; Por favor temos de falar os dois a sós! Eu não quero sofrer outra canalhice destas! Este seu amigo é um estúpido e um monstro! Por favor! Prefiro matar-me! Por favor!</p>
<p>&#8211; Tá bom! Tá bom! Amanhã eu procuro-te! Tem calma! A D. Manuela esforça-se e consegue chegar a casa, e a ao quarto um pouco antes do marido. Deita-se de bruços devido ao desconforto que sentia no rabo. Começa a recordar a forma como tinha corneado o seu amado cônjuge, e cai num choro lento. Mas a pouco e pouco a memória da luxuria foi ficando mais forte que a da culpa. Quando ela se deu conta já tinha o travesseiro bem preso entre as pernas mexendo as bojudas e torneadas nádegas num vaivém acelerado tentando chegar ao orgasmo.</p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>parvinho</strong></em></p>
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