<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Nacional Airsoft]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://etav.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[dredmix]]></author_name><author_url><![CDATA[https://etav.wordpress.com/author/dredmix/]]></author_url><title><![CDATA[Diploma 222/A respeitante à alteração da Lei&nbsp;05/2006]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Comunicado das Federações Portuguesas de Airsoft:</p>
<p>A FPA e a FDS decidiram unir esforços numa tentativa de exposição dos nossos argumentos e apresentar, em conjunto, uma sugestão de alteração da Proposta de Lei. É também consensual que, neste momento, abordar as entidades superiores em estratégias diferentes e defendendo alterações diferentes seria mais prejudicial e infrutífero.</p>
<p>A Federação Portuguesa de Airsoft &#8211; APD e a Federação Desportiva de Softair &#8211; APD reuniram-se com a finalidade de analisar o actual diploma 222/A respeitante à alteração da Lei 05/2006 de 23 de Fevereiro. Embora estas associações congéneres se justifiquem por abordagens diferentes no que respeita à pratica da modalidade, são consensuais a respeito da legislação que nos rege. Assim, ambas chegaram a acordo e reconhecem que o presente diploma é castrador para modalidade de Airsoft, sendo do seu entendimento que, em última consequência, a poderá extinguir em território nacional devido a imposições inviáveis ou inatingíveis.</p>
<p>Em última abordagem ao problema, a FPA e a FDS decidiram unir esforços numa tentativa de exposição dos nossos argumentos e apresentar, em conjunto, uma sugestão de alteração da Proposta de Lei. É também consensual que, neste momento, abordar as entidades superiores em estratégias diferentes e defendendo alterações diferentes seria mais prejudicial e infrutífero.</p>
<p>Resumidamente, a FPA e a FDS concordam que:</p>
<p>1. A problemática da pintura obrigatória em armas de Softair como medida perigosa para todo e qualquer agente de autoridade, para além de resultar numa autêntica impugnação ao negócio e pelo acto de fomentar a aquisição e prática ilegal em Portugal.</p>
<p>2. A polémica do reconhecimento das Associações Promotoras do Desporto por parte do IDP, tendo este já peremptoriamente rejeitado toda e qualquer associação relacionada com Airsoft, tornando o alcance da legalidade impossível.</p>
<p>3. A homologação de modelos de armas de Softair é algo inconcebível, uma vez que as próprias armas nem obedecem a certos parâmetros dados como requisitos por esta nova proposta.</p>
<p>4. O limite de potência de 1.3J tem vindo a ser um factor castrador na prática desportiva do Airsoft, pelo que surge a necessidade de reformulação destes limites de forma a proporcionar a já crescente expansão nacional de atletas de tiro prático e tiro de precisão.</p>
<p>5. A restrição do uso de miras telescópicas restringe por completo certas actividades feitas por Airsoft caso esta modalidade não seja reconhecida desporto. Esta situação é abrangente ao ponto de colocar no mesmo patamar as miras militares e as miras feitas para práticas recreativas como é o caso do Airsoft.</p>
<p>6. Todo o interior do país irá ver sérios problemas quando a proibição da venda on-line de armas de softair estiver em vigor. Adicionalmente, esta medida constitui num factor de desvantagem em relação ao comércio on-line dos restantes países da União Europeia.</p>
<p>7. A ausência de números de série em mais de metade dos modelos existentes de armas de softair no mercado, torna a obrigatoriedade da existência dos mesmos um factor altamente prejudicial e descabido, comparando algo que poderia ser apelidado de brinquedo com uma arma de fogo.</p>
<p>8. A exigência de licença de importação e exportação de Armas de Airsoft torna-se redutora, uma vez que, à partida, são armas que não necessitam de licença para serem adquiridas.</p>
<p>Estes são os oito pontos que a FPA e a FDS irão divulgar proximamente em maior pormenor. Apesar da divulgação do documento total ter sido prometida para o dia de Segunda-feira, o texto completo do mesmo irá ser amanhã apresentado a várias autoridades na matéria que irão avaliar as propostas que a FPA e a FDS fazem. Esta foi uma situação que apareceu durante do dia de hoje e estamos certos que, apesar da impaciência e preocupação normal dos praticantes, todos compreendem que havendo a possibilidade do texto ser avaliado por pessoas que estão mais por dentro da matéria e, inclusivamente, têm algum poder para que as nossas propostas sejam aceites, é preferível atrasar por um dia a publicação integral do texto, tendo a certeza que o texto entregue e publicado é o que melhor defende os interesses do Airsoft em Portugal.</p>
<p>Relativamente à petição, esta vai ser iniciada hoje e é relativa ao teor deste mesmo comunicado, pedimos a todas as pessoas que imprimam as Folha de Petição <a href="http://www.fpairsoft.com/docs/peticao_airsoft.pdf" target="_blank"><span style="color:limegreen;"><strong>(clique aqui)</strong></span></a> e que as dêem a assinar a qualquer pessoa (sejam jogadores ou não). O objectivo é a angariação de assinaturas até 10 de Outubro e onde se coloca o objectivo de recolher, no ideal as 15.000. Todos deverão tomar parte desta iniciativa que nos afecta a todos, publicitando-a e fazendo a recolha com o máximo empenho que é possível. As folhas completas poderão ser enviadas para um dos dois endereços:</p>
<p>Federação Desportiva de Softair<br />
Rua Visconde Oliveira do Paço, 6<br />
4440 – 708 Valongo</p>
<p>Ou:</p>
<p>Federação Portuguesa de Airsoft, APD<br />
Apartado 0526816<br />
4251-901 Porto</p>
<p>A direcção,<br />
Nuno Araújo<br />
Presidente da FDS</p>
]]></html></oembed>