<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Liberdade Religiosa]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://fundacaoais.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[ACN PORTUGAL]]></author_name><author_url><![CDATA[https://fundacaoais.wordpress.com/author/fundacaoais/]]></author_url><title><![CDATA[Governo Americano preocupado com liberdade religiosa na&nbsp;Europa]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>O Departamento de Estado publicou ontem o seu relatório anual sobre  liberdade religiosa, um documento que sublinha os abusos e o estado da  liberdade religiosa em todos os países do mundo.</p>
<p>A principal  novidade deste ano é o aumento da preocupação pela liberdade religiosa  na Europa. As proibições aos véus islâmicos em França e o referendo que  proibiu os minaretes nas mesquitas na Suíça são dois exemplos apontados  pelos americanos.</p>
<p>Portugal não merece qualquer reparo por parte do relatório, <a href="http://www.state.gov/g/drl/rls/irf/2010/index.htm" target="_blank">que pode ser lido na íntegra aqui</a>.</p>
<p><strong>Suspeitos do costume</strong></p>
<p>No topo da lista de países com violações graves da liberdade religiosa há poucas mudanças em relação ao ano passado.</p>
<p>O  Myanmar, com a repressão dos monges budistas e de qualquer corrente  budista que não a Theravada, apoiada oficialmente, merece forte  condenação.</p>
<p>A Coreia do Norte, outro habitué das listas negras  em relação a direitos humanos, é novamente apontado como um dos piores  abusadores da liberdade religiosa, tal como a China, criticada não só  pelo tratamento das comunidades cristãs, mas também pela repressão dos  muçulmanos da comunidade uighur e dos budistas tibetanos.</p>
<p>O  anti-semitismo e a perseguição aos Baha’i no Irão é sublinhado, tal como  a total intolerância por qualquer prática religiosa que não seja o  Islão sunita na Arábia Saudita.</p>
<p>O relatório, que foi apresentado  pela Secretária de Estado Hillary Clinton, enumera ainda várias  ex-repúblicas soviéticas, nomeadamente o Uzbequistão, e estados de  África, sobretudo a Eritreia. (Fonte RR)</p>
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