<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Gota de Orvalho]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://gotadeorvalho.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[chumani]]></author_name><author_url><![CDATA[https://gotadeorvalho.wordpress.com/author/chumani/]]></author_url><title><![CDATA[mindfulness e impermanência&nbsp;2]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>O meu primeiro professor do Dharma, Anagarika Munindra, costumava perguntar-nos: “Onde está o fim de ver, o fim de provar, o fim de sentir?” Claro que não há nada de errado com essas experiências – simplesmente não conseguem satisfazer a nossa ânsia profunda de felicidade. O maravilhoso paradoxo do caminho espiritual é que todos estes fenómenos variáveis enquanto objectos do nosso desejo deixam-nos com um vazio, enquanto como objectos de atenção plena tornam-se o veículo do despertar. Quando tentamos possuir e agarrar as experiências que pela sua natureza são transitórias, inevitavelmente ficamos insatisfeitos. Contudo, quando olhamos com consciência para a natureza continuamente inconstante destas mesmas experiências, já não somos tão conduzidos pela sede do desejo. Por “consciência” quero dizer a atitude de prestar atenção plena ao momento, abertos à verdade da mudança. Portanto não se trata de fechar os nossos sentidos e afastarmo-nos do mundo, mas de abrir o nosso olho da sabedoria e ser livre no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Joseph Goldstein,<em> One Dharma</em></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://gotadeorvalho.files.wordpress.com/2015/10/photo-1420708392410-3c593b80d416.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[439]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[294]]></thumbnail_height></oembed>