<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Blog BDA]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://jborgesalmeida.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[José B. Almeida]]></author_name><author_url><![CDATA[https://jborgesalmeida.wordpress.com/author/jborgesalmeida/]]></author_url><title><![CDATA[O Cemitério dos Barcos Sem&nbsp;Nome]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><img data-attachment-id="4066" data-permalink="https://jborgesalmeida.wordpress.com/2020/03/03/o-cemiterio-dos-barcos-sem-nome/cemiterio-barcos-s-nome/" data-orig-file="https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg" data-orig-size="303,466" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="cemiterio-barcos-s-nome" data-image-description="" data-medium-file="https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg?w=195" data-large-file="https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg?w=303" class=" size-full wp-image-4066 aligncenter" src="https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg?w=303&#038;h=466" alt="cemiterio-barcos-s-nome" width="303" height="466" srcset="https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg 303w, https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg?w=98&amp;h=150 98w, https://jborgesalmeida.files.wordpress.com/2020/03/cemiterio-barcos-s-nome.jpg?w=195&amp;h=300 195w" sizes="(max-width: 303px) 100vw, 303px" /><br />
O Cemitério dos Barcos Sem Nome é uma história empolgante; há um barco afundado há um quarto de século, em combate com um corsário, cuja localização exacta não é conhecida. Duas pessoas estão profundamente interessadas em ser a primeira a descobri-lo, uma arqueóloga, historiadora, e um caçador de tesouros, embora não exista qualquer indício de que o barco pudesse tranportar algo valioso. Um marinheiro, temporàriamente sem barco, acaba por ter um enorme protagonismo em virtude de uma casualidade.</p>
<p>Com o desenrolar da história vem naturalmente a perceber-se a razão do interesse, tanto da historiadora como do caça tesouros, que é, afinal, a mesma. Usando meias verdades, aquela coloca do seu lado o marinheiro e o leitor segue os seus passos para a correcta lozcalização do barco. O desenlace da história é inesperado.</p>
<p>Para bem se ler este livro requer-se uma profunda cultura histórica, que eu não tenho e um conhecimento de terminologia marítima, que eu conheço, até certo ponto. Apesar das limitações, a leitura foi muito atraente e rápida.</p>
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