<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[O MENSAGEIRO]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://jornalomensageiro.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[O Mensageiro]]></author_name><author_url><![CDATA[https://jornalomensageiro.wordpress.com/author/jornalomensageiro/]]></author_url><title><![CDATA[“SEIS ANOS DE INTERREGNO FORAM UM&nbsp;ERRO”]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>A melhor treinadora de futsal da região – assim distinguida pela Associação de Futebol de Leiria (AFL) nos últimos anos – vê com bons olhos o regresso ao activo da selecção nacional feminina. Numa entrevista concedida antes da final do Torneio Mundial, onde Portugal perdeu (1-5) com o Brasil, Teresa Jordão, treinadora das equipas femininas do Centro Recreativo da Golpilheira (CRG), Batalha, e das selecções da AFL, elogiou a qualidade das atletas que comanda. <!--more--></p>
<p><strong>A selecção nacional está de regresso, após seis anos de interregno. Que comentário lhe merece esta decisão da Federação Portuguesa de Futebol?</strong><br />
É uma boa notícia para o futsal feminino, que conta já com um elevado número de atletas e com qualidade.</p>
<p><strong>O técnico nacional, Jorge Braz, <a href="http://www.fpf.pt/portal/page/portal/PORTAL_FUTEBOL/SELECCOES/NOTICIA?notid=10418703">considerou recentemente</a> que a qualidade das atletas portuguesas justificaria uma segunda selecção. Partilha da mesma opinião? Como vê essa afirmação a partir da realidade do distrito de Leiria?</strong><br />
Sim, concordo plenamente com o técnico nacional. No nosso distrito existem jogadoras com muita qualidade e a prova disso são as presenças constantes na selecção universitária de futsal e na selecção de futebol 11.</p>
<p><strong>Curiosamente, nenhuma delas esteve presente nesta primeira convocatória para o Torneio Mundial (6 a 12 de Dezembro, Espanha), como as atletas do CRG, clube que até tem cedido algumas às selecções femininas, mas de futebol de 7 ou de 11. Como vê esta situação?</strong><br />
Vejo-a apenas como opção do técnico nacional que não teve tempo para realizar mais um ou dois estágios para poder assim observar mais jogadoras. No entanto, o técnico nacional é conhecedor do futsal feminino, uma vez que tem acompanhado os torneios inter-associações de Sub-19, os campeonatos universitários e a selecção universitária.</p>
<p><strong>Isso é reconhecido por Jorge Braz, que afirmou ainda manter “contacto com vários treinadores e coordenadores técnicos das associações distritais”. Inclui-se nesse lote?</strong><br />
Não fui contactada pelo técnico nacional, apenas falei com ele há algum tempo sobre algumas jogadoras do distrito que poderiam eventualmente serem seleccionáveis se se confirmasse o regresso da selecção nacional.</p>
<p><strong>O que espera desta selecção nacional feminina de futsal – com uma Sub-21 no encalço?</strong><br />
Relativamente ao Torneio Mundial que se realiza em Espanha, espero e desejo que a selecção tenha uma boa prestação para conseguir obter uma classificação entre as melhores selecções mundiais (Espanha e Brasil), para demonstrar a quem de direito que estes seis anos de interregno foram um erro [n.d.r. venceu a Espanha, nas ½ finais, por 4-3].<br />
No futuro, espero que o organismo que tutela o futsal feminino possibilite ao seleccionador nacional a realização de mais estágios de observação e a criação de uma selecção mais jovem (sub-21 ou sub-20).</p>
]]></html></oembed>