<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Relacionamentos Dado Moura]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://kw37.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Dado Moura]]></author_name><author_url><![CDATA[https://kw37.wordpress.com/author/kw37/]]></author_url><title><![CDATA[A chave do&nbsp;passado]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<h4 style="text-align:justify;"><a href="https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg"><img data-attachment-id="760" data-permalink="https://kw37.wordpress.com/2008/10/30/a-chave-do-passado/11197txt/" data-orig-file="https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg" data-orig-size="180,118" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="11197txt" data-image-description="" data-medium-file="https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg?w=180" data-large-file="https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg?w=180" class="alignleft size-full wp-image-760" title="11197txt" src="https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg?w=180&#038;h=118" alt="" width="180" height="118" srcset="https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg 180w, https://kw37.files.wordpress.com/2008/10/11197txt.jpg?w=150&amp;h=98 150w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /></a>Aceitamos e justificamos os nossos erros, mas não suportamos os deslizes do outro.</h4>
<p style="text-align:justify;">A cada novo dia vivemos novas experiências e sempre temos decisões a tomar. Em razão dessas escolhas podemos acertar ou errar.<br />
Na vida a dois, reconhecemos que algumas atitudes assumidas foram malsucedidas, contudo, não deixam de fazer parte da nossa história. Sem haver a menor possibilidade de apagar os erros do passado, deles só podemos tirar a lição de não reincidir nos mesmos enganos.<br />
Ainda que as pessoas nos alertem sobre alguns cuidados para evitar os sofrimentos, em alguns momentos, estaremos arriscando a nossa liberdade – mesmo não sendo intencional – de também errar.<!--more leia mais--></p>
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<p><a href="http://podcast.cancaonova.com/programa.php?id=400" target="_blank"><img style="border:none;" src="https://kw37.files.wordpress.com/2010/05/player.jpg" alt="Podcast" /></a></p>
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<p style="text-align:justify;">A cada dia, o <a title="outros artigos relacionados" href="http://dadomoura.com/tag/casais/" target="_blank">casal</a> participa mutuamente da história do outro, e não sendo possível apagar de nossa vida as más experiências, não será difícil, em certo momento, o (a) companheiro (a) tomar conhecimento dessas situações.<br />
Diante dessas descobertas &#8211; que poderão não ser tão doces quanto gostaríamos – o desejo do cônjuge de continuar a jornada do convívio com aquele por quem se dizia estar apaixonado pode esfriar. Sob o domínio das decepções, pode-se rotular ou condenar o outro ao escárnio; difamando-o a fim de justificar o sentimento de decepção e recusando-lhe o direito da “boa fama”. Pois, na sua natureza egoística,imagina não ser o único a saber da história do (a) parceiro (a) e considera vergonhoso partilhar a vida com alguém após tomar conhecimento do passado da pessoa amada.</p>
<p style="text-align:justify;">Aceitamos e justificamos os nossos erros, mas não suportamos os deslizes do outro. Com memória curta ou anestesiada pela soberba deixamos perder em nossas lembranças o fato de que não somos irrepreensíveis. Esquecemos que também temos um “telhado de vidro” e por outras inúmeras vezes fomos objeto da misericórdia e da complacência de outras pessoas, quando nos víamos numa esparrela sem saída.</p>
<p style="text-align:justify;">Na odisséia em que nos colocamos a viver no comum de um <a title="outros artigos relacionados" href="http://dadomoura.com/tag/relacionamento/" target="_blank">relacionamento</a>, estará aquela pessoa que escolhemos para ser o nosso “co-piloto”. Juntos, faremos novas descobertas sobre os segredos da <a title="outros artigos relacionados" href="http://dadomoura.com/tag/convivio/" target="_blank">convivência</a>. Assim, ninguém poderá fazer do nosso passado uma arma, disparando-a quando quiser nos ofender, chantagear ou aprisionar.</p>
<p style="text-align:justify;">A pessoa com quem nos relacionamos é muito mais que um simples produto que &#8211; uma vez “arranhado” ou com “data de validade vencida”- perde seu valor e sua integridade.<br />
A beleza de cada ser humano está na sua capacidade infinita de desejar viver uma nova história. Mesmo que ele tenha vivido um passado maculado pelas contingências, nenhum de nós é íntegro o bastante para julgá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Apesar de termos caído em algumas armadilhas, a nossa vida e os nossos valores não ficaram presos às “arapucas” das quais fomos vítimas.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um abraço,</p>
<p style="text-align:justify;">Dado Moura</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://i0.wp.com/kw37.wordpress.com/files/2008/10/11197txt.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[180]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[118]]></thumbnail_height></oembed>