<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://paragrafopontofinal.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Ponto Final]]></author_name><author_url><![CDATA[https://paragrafopontofinal.wordpress.com/author/pontofinalmacau/]]></author_url><title><![CDATA[Parágrafo #14]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;"><a href="https://paragrafopontofinal.wordpress.com/2017/01/30/paragrafo-14/fullsizerender/#main" rel="attachment wp-att-2290"><img data-attachment-id="2290" data-permalink="https://paragrafopontofinal.wordpress.com/2017/01/30/paragrafo-14/fullsizerender/" data-orig-file="https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg" data-orig-size="640,815" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="fullsizerender" data-image-description="" data-medium-file="https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?w=236" data-large-file="https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?w=640" class="alignleft size-medium wp-image-2290" src="https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?w=236&#038;h=300" alt="fullsizerender" width="236" height="300" srcset="https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?w=236&amp;h=300 236w, https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?w=472&amp;h=600 472w, https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?w=118&amp;h=150 118w" sizes="(max-width: 236px) 100vw, 236px" /></a>Donald Trump tomou posse como Presidente dos Estados Unidos da América na passada terça-feira e no dia seguinte a Amazon viu chegar ao seu top dos livros mais vendidos um título originalmente publicado em 1949. Podia ser uma coincidência, se o livro não fosse o </span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;"><i>1984</i></span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">, de George Orwell. O facto talvez se explique na sequência das palavras do porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, que afirmou ter sido esta a tomada de posse mais vista de sempre, isto enquanto as televisões mostravam uma assistência presencial onde os espaços vazios eram predominantes e a imprensa comparava fotografias desta tomada de posse com a de Barack Obama, visivelmente mais participada. Uma repórter do </span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;"><i>Washington Post</i></span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;"> comparou a discrepância entre as declarações da Casa Branca e os factos verificáveis ao que se passava na obra de George Orwell, &#8220;onde guerra é paz, onde fome é fartura. É o que está a acontecer aqui&#8221; e a Amazon foi obrigada a ir aos armazéns. O que Donald Trump fará com o mandato que lhe foi entregue está por descobrir nos próximos anos (ainda que logo nos primeiros dias tanto se tenha revelado&#8230;), mas se o seu desempenho à frente do país que almeja ser o farol do mundo contribuir para despertar leitores vorazes, talvez as listas de livros proibidos nas bibliotecas norte-americanas não cheguem para fazer frente à catadupa de distopias que ameaçam sair dos armazéns editoriais. Há quem diga que os livros nos podem salvar, resta saber se conseguirão fazer-nos sobreviver ao futuro mais próximo.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Nesta edição, viramo-nos para o Brasil. Uma nova antologia de poetas contemporâneos dá conta de um território, real e nem tanto, onde a pluralidade de vozes e poéticas é notória. Por cá, com passagem por Lisboa e pelos convívios de uma activa comunidade macaense, alimentamos uma das discussões favoritas do território, aquela que esgrime argumentos em torno do que é ou não é a identidade macaense, agora munidos de aparato académico à altura do debate.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Aproveitando a mudança de ano, inauguramos um novo espaço: Navegar é Preciso pede um verso emprestado a Fernando Pessoa e começa, neste Janeiro, a mostrar o que há de bom para ler na internet. Outras novidades virão, ao longo dos próximos meses. </span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">E porque o novo ano lunar está mesmo a começar, </span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;"><i>kung hei fat choi! </i></span></span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Que o ano do galo seja rico, se não em boas notícias, pelo menos em boas leituras.</span></span></span></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/01/fullsizerender.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[259]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>