<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[pauloadriano.pt]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Paulo Adriano]]></author_name><author_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com/author/oitodoonze/]]></author_url><title><![CDATA[Olha mais uma vez o&nbsp;castelo]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><a href="http://farm8.static.flickr.com/7143/6662088513_5206af97cf.jpg"><img class="alignright" src="https://i0.wp.com/farm8.static.flickr.com/7143/6662088513_5206af97cf.jpg" width="200" /></a>#79, @19:27</p>
<p>Quando esta cache saiu ainda pensei: ui, uma caixinha, mesmo aqui ao pé do trabalho; é já!</p>
<p>E depois caí na realidade. Primeiro, FTF’fs não é comigo. Eu sou mais FTFTF e não vou explicar aqui, com aquele receio de ferir as susceptibilidades dos adeptos desta sub-modalidade; procurem na net, dizem que ‘tá lá tudo.</p>
<p>Segundo, multi’s também não é comigo. Isto é, eu faço-as, um bocado a contragosto, mas prefiro ir directamente ao assunto. Posto isto, é fácil de adivinhar que esta foi feita, digamos, às prestações à moda do planeta agostini.<br />
Já perdi na memória o dia da minha primeira investida para descobrir o ponto inicial. Sei que foi com o nvcosta mais a missB e ainda uma companhia que não perde tempo com taparuéres. Na pausa para o café do almoço, ali na Marquês de Pombal, demos o saltinho ao local. Enquanto elas apreciavam a (sobejamente conhecida) vista, nós, gajos, tratámos de esmifrar os cantos à casa. Calhou-me a mim a descoberta, lá no alto, do que me levaria ao segundo ponto. Mas teria de ficar para uma próxima vez. Há quem trabalha nesta terra e o salário é para se merecer.</p>
<p>A segunda investida ao segundo ponto foi mais ou menos na mesma companhia. Mais uma vista conhecida de outras andanças e do registo da outra cache que foi sua antecessora. Pela pressa, nada feito. Qual caixinha, qual carapuça! </p>
<p>Na terceira demanda, fui sozinho, nem me lembro a que propósito. Andei ali às voltas e depois de alguns minutos contados, lá vislumbrei as insígnias do jogo. Caches e pistas é que nem vê-las. Mas viram-me a mim: um dos transeuntes a ver-me como quem procura lentes de contacto no chão, questionou-me:</p>
<p>&#8211; Precisa de ajuda? – respondi que não, obrigado. E desisti.<br />
Um dia muito mais tarde, depois de ter abordado o dono na comunidade facebookiana do GC, é que arranjei um tempinho para voltar ao local para consumar o crime. E foi difícil: a dica estava muito escondidinha e só com o “sim senhor” bem para o ar é que descodifiquei e anotei os números. Aqui vou abrir um parênteses para informar o dono que a mensagem do segundo ponto encontra-se débil e em risco de fenecer a todo o momento.</p>
<p>Nesse dia, ia dar mais uma formação e ainda tinha vinte minutos para alcançar o objectivo final. Como a coisa estava a uns 247 metros, achei que ia ser fácil. Só não contei com o desvio do meu android que me levava para um cantinho escuro do prédio. Escuro, porque o pôr-do-sol avançava a passos largos e a minha acuidade visual estava a dar o berro por via disso.</p>
<p>Quando estava quase a desistir, lá se fez luz e pensei assim para os meus botões:</p>
<p>&#8211; Se o nome dela é aquele que é, faz sentido que procure um sítio de onde se veja o castelo… &#8211; Meu dito, meu feito. Afinal, era só atravessar a estrada para se ver o monumento, já iluminado, e encontrar, novamente as insígnias que nos são familiares. Apesar de não ser isso que procurava, pelo menos dava-me a certeza de que, desta vez, estava no sítio certo. E o contentor, achado logo a seguir comprovou isso mesmo. Camuflado, como deve ser. Anotei o registo com um lápis de pedreiro que era o que havia na altura dentro do meu bólide…</p>
<blockquote><p>Existem três lendas, no imaginário local envolvendo o Castelo:</p>
<p>Segundo uma, estando o castelo em posse dos Mouros, preparava-se o Rei D. Afonso Henriques para retomá-lo.</p>
<p>Ao observar os corvos que esfoaçavam sobre o castelo, pareceu-lhe que repetiam &#8216;agora não, amanhã de manhã&#8217;.</p>
<p>Por essa razão, aguardou até ao amanhecer para desferir o ataque, logrando retomar o castelo.</p>
<p>Uma outra lenda refere que sob o castelo existe um vulcão adormecido, responsável pelo aquecimento da água da Fonte Quente.</p>
<p>A última assegura que existe uma entrada secreta subterrânea que permite a comunicação do castelo com uma igreja, do lado oposto da cidade.</p></blockquote>
<p><a href="http://coord.info/GC3ABRR"><img src="http://gcvote.com/gcvote.php?bannertype=stars&amp;waypoint=GC3ABRR&amp;language=en" alt="" /></a></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://i0.wp.com/farm8.static.flickr.com/7143/6662088513_5206af97cf.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>