<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[pauloadriano.pt]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Paulo Adriano]]></author_name><author_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com/author/oitodoonze/]]></author_url><title><![CDATA[Agrupamento 1166]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><a href="http://www.freguesias.pt/imagens/100901/varias/colectividades/Agrup1166.jpg"><img class="alignright" src="https://i0.wp.com/www.freguesias.pt/imagens/100901/varias/colectividades/Agrup1166.jpg" width="200" /></a></p>
<p>#80 11.03.2012@16:55</p>
<p>Domingo soalheiro. Uma hora livre. No lugar de ficar refastelado a fazer “coaching” e zelar pelas adiposidades que a idade se encarrega de acumular, é uma excelente ideia pegar no que vai restando da minha “bicla” com dias contados e juntar o útil ao agradável.</p>
<p>O percurso estava marcado: duas caixinhas ao pé de casa, que o tempo não vai dar para mais. O pior será, quando o “plafond” de “taparuéres” se esgotar aqui por perto e começar a ter de pedalar para paragens mais longínquas. </p>
<p>O primeiro ponto seria o poço dos tremoços. E foi. Mas leva com um “não encontrei”, porque em cima dela, da cache, entenda-se, estava um casal de namoradinhos a desfrutar, não do tremoço nem da ervilha (ups), mas de uma conversa amena que não deu para ouvir. Ainda fiz tempo, que é o que eu faço nestas alturas, mas nada. Siga, que ainda há uma.<br />
Seria a do agrupamento 1166 com quem, recentemente estreitei laços de colaboração na área musical. Não sei se o dono do plástico pertence ao magote, mas mesmo assim, é como se fosse uma cache familiar. Tanto, que o percurso idealizado por mim passava frente à sede da escuteirada. (Não se esqueçam que temos ensaio sexta-feira). Não sei se bruxedo ou cruzes-canhoto, uns metros à frente, a corrente do meu veículo deu um ameaço que me fez lembrar aventura recente. A menina está doente, temos de a tratar com carinho, mas os quase 90 quilos que carrega não ajudam nada. Foi susto. Sigamos, que o “android” diz ficar o destino a 2,87km. Em linha recta. Eu tinha a certeza de que era esse o destino certo: a resolução do falso código era simples e confirmou-se na própria “listing”. E lá vou a pedalar. Passei pelo trilho pedestre que vai dar à minha casa. Passei pela casa do Tomé onde faço a razia do cabelo que vai sobrevivendo e onde o filhote brinca com os carritos tirados da gaveta ao lado espelho. Passei pelo machadinha, onde abasteço a garrafonada com água da boa. E subi aquela ladeira que vai dar ao Toco.</p>
<p>Pelo caminho imaginava o local de destino: um pinhal, quiçá onde as quatro secções dos amigos do BP e das BA’s diárias armam tendas e bagagens. Mas isto era eu a imaginar. E a pedalar. </p>
<p>Ao entrar no pinhal, seguindo sempre as ordens do “célulá”, o percurso tornou-se pesado. O caminho era de areia e, nalgumas partes, não era a pedalar que se ia ao sítio. Comecei a achar estranho: só pinhal e acessos muito maus… Mas por que diabo vinham pôr o “spot” aqui? Continuei, mas agora o meu cérebro matutava na coisa que parecia não estar bem.</p>
<p>Quase a chegar ao ponto zero, fez-se luz.</p>
<p>&#8211; Gaita! Não era para aqui. Esta é a falsa coordenada que naturalmente identifica uma cache mistério. Porra!<br />
O que eu tinha feito, meio à pressa, meio sem pensar, foi dar instruções ao telemóvel para navegar, via radar, para as coordenadas arredondadas e não para as que tinha guardado na secção dos “waypoints”. Totó! Xoninhas!</p>
<p>Ora, “vade retro”, agora com o destino devidamente corrigido. Ao menos a inclinação já me era favorável. E o que foi apenas um ponto de passagem a marcar o meu percurso, acabaria por se tornar o ponto final: ali, em frente à casa deles.<br />
Para quem não tiver pachorra para ler a descrição, deixo-vos com uma síntese sintetizada: andei 10,5 km para encontrar a cache que fica a 255 metros da minha casa. Já agora, exibo orgulhosamente as insígnias do único gajo que foi às coordenadas N 39° 46.600 W 008° 52.600. Mais alguém?</p>
<blockquote><p>O agrupamento de escuteiros 1166 iniciou actividades em 1996 com a intenção de dar aos jovens desta freguesia mais oportunidades de crescimento seguindo os ideais de Baden Powell. Abriu apenas com a secção dos Lobitos mas em 2001 já se encontrava completo, pois já estavam abertas as secções dos Exploradores, dos Pioneiros e dos Caminheiros. O agrupamento veio a crescer durante estes anos. Neste momento conta com um efetivo de mais de 100 elementos, entre escuteiros e chefes. Está bastante bem inserido na comunidade participando nas mais diversas atividades propostas.</p>
<p>Temos um pequeno terreno junto do parque de merendas que foi cedido pela junta de freguesia de Amor ao agrupamento. A este foi dado o nome de “Campo dos Pirilampos” devido à quantidade de pirilampos que podem ser avistados nas noites de verão. Neste parque realizamos várias atividades como técnicas de orientação, técnica escutista, socorrismo e é onde por vezes acampamos. Também aqui que recebemos escuteiros que tenham interesse em acampar na nossa localidade.</p></blockquote>
<p><a href="http://coord.info/GC3BRW8"><img src="http://gcvote.com/gcvote.php?bannertype=stars&amp;waypoint=GC3BRW8&amp;language=en" alt="" /></a></p>
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