<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[pauloadriano.pt]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Paulo Adriano]]></author_name><author_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com/author/oitodoonze/]]></author_url><title><![CDATA[Lagoa da Saibreira]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><img data-attachment-id="2472" data-permalink="https://pauloadriano.wordpress.com/2012/05/28/lagoa-da-saibreira/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8/" data-orig-file="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg" data-orig-size="1024,768" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8" data-image-description="" data-medium-file="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?w=200" data-large-file="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?w=940" class="alignright size-medium wp-image-2472" title="8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8" src="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?w=200&#038;h=150" alt="" srcset="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?w=200&amp;h=150 200w, https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?w=400&amp;h=300 400w, https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?w=100&amp;h=75 100w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px"   />#95, 27-05-2012 @11:11</p>
<p>Ainda pequenote, olhava para as lagoas que se criavam nos buracos das barreiras com aquela sensação de pena por não ter os dotes de nadador à altura. E invejava os meus colegas que se atreviam a lançar-se, destemidos, para as águas turvas. Ainda hoje, o sinto. Tudo o que seja água com mais de metro e meio de altura, é coisa para me deixar, digamos, de pé atrás. No entanto, sempre apreciei as paisagens deixadas por aquele tipo de pegadas ecológicas deixadas pelo homem.</p>
<p>No domingo de manhã, acordei com o dilema. A melhor pessoa para o resolver, foi a mulher:</p>
<p>&#8211; Vou andar de bicicleta ou vou para o quintal? – A segunda alternativa, consistia em continuar os trabalhos na cabana do Joãozito.</p>
<p>&#8211; Andar de bicicleta! – Foi a resposta imediata. E o destino estava traçado: a lagoa da saibreira.</p>
<p>Já lá tinha ido uma vez, no encalço da caixa que aí residia. Meio à pressa e com o lusco-fusco a toldar um pouco a visão e o discernimento, acabei por voltar a casa de mãos a abanar.</p>
<p>Desta vez, com mais tempo e a certeza da localização da área, as coisas seriam mais fáceis. Não fosse o pormenor de ter de andar à procura num local que apresenta um declive que, invariavelmente me obriga a ir acima e baixo umas quantas vezes até ao objectivo final. A arborização da zona também não ajudava à estabilização do gps e, vai daí, tive de alargar o raio de acção.</p>
<p>&#8211; Raio! ´Tá difícil. Concentra-te! – A segunda parte da dica era explícita, mas a primeira é que me andava aqui a confundir os neurónios. Mais uma daquelas que só se percebe quando encontramos a “cache”. Posicionei-me junto ao meu bólide para ter uma visão mais panorâmica e fui percorrendo com o olhar a paisagem.</p>
<p>&#8211; Ali! – Avistei aquele elemento natural deslocalizado que imediatamente fez luz na minha cabeça. Confirmou-se. Colado o autocolantezito, preparava-me para o regresso e aparece companhia.</p>
<p>&#8211; Deve vir ao mesmo! – pensei. E, de facto, vinha. Apresentámo-nos. Era o Cardicon. Trocámos impressões “geocachianas” e foi curioso saber que tínhamos em comum o facto das nossa mulheres não acharem muita piada ao passatempo.</p>
<p>&#8211; Bem, agora é hora de abalar que o almoço já deve estar quase pronto.</p>
<blockquote><p>este local funcionou em tempos uma extração de areias e saibros. Nos invernos mais chuvosos as zonas baixas alagam e esta área transforma-se numa lagoa.</p></blockquote>
<p><a href="http://coord.info/GC39D5D"><img src="http://gcvote.com/gcvote.php?bannertype=stars&amp;waypoint=GC39D5D&amp;language=en" alt="" /></a></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/05/8dfb1977-7c43-493a-a269-7d49ba3548d8.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>