<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[pauloadriano.pt]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Paulo Adriano]]></author_name><author_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com/author/oitodoonze/]]></author_url><title><![CDATA[VG &#8211; Conqueiros]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>#99, 12-06-2012 @19:58</p>
<p class="jetpack-slideshow-noscript robots-nocontent">Este slideshow necessita de JavaScript.</p><div id="gallery-2569-1-slideshow" class="slideshow-window jetpack-slideshow slideshow-black" data-trans="fade" data-autostart="1" data-gallery="[{&quot;src&quot;:&quot;https:\/\/pauloadriano.files.wordpress.com\/2012\/06\/2012-06-12-20-01-58-custom.jpg&quot;,&quot;id&quot;:&quot;2570&quot;,&quot;title&quot;:&quot;2012-06-12 20.01.58 (Custom)&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;itemprop&quot;:&quot;image&quot;},{&quot;src&quot;:&quot;https:\/\/pauloadriano.files.wordpress.com\/2012\/06\/2012-06-12-20-01-22-custom.jpg&quot;,&quot;id&quot;:&quot;2571&quot;,&quot;title&quot;:&quot;2012-06-12 20.01.22 (Custom)&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;itemprop&quot;:&quot;image&quot;},{&quot;src&quot;:&quot;https:\/\/pauloadriano.files.wordpress.com\/2012\/06\/2012-06-12-20-01-41-custom.jpg&quot;,&quot;id&quot;:&quot;2572&quot;,&quot;title&quot;:&quot;2012-06-12 20.01.41 (Custom)&quot;,&quot;alt&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;itemprop&quot;:&quot;image&quot;}]" itemscope itemtype="https://schema.org/ImageGallery"></div>
<p>A tarde estava a arrefecer e havia nuvens que tornavam a atmosfera mais sombria. Ameaçavam. Mesmo assim não resisti em dar a minha volta tonificadora.</p>
<p>Segui sempre o caminho que o gps do guiador me indicava até àquele momento em que me apeteceu fugir da estrada principal que, em hora de ponta, me ameaçava a integridade. Aí, desviei-me e tudo correu bem até entrar no caminho que me levava para dentro de um eucaliptal. A descer. A chuva molha-tolos começa a fazer das suas e lá tenho eu de arrumar dentro de um saco hermético o equipamento mais sensível que é coisa para custar dinheiro. Passadas algumas pedaladas, o caminho acaba e tenho de voltar para trás e experimentar outro carreiro.</p>
<p>&#8211; Dasse! – Pela segunda vez, tenho de subir a espécie de caminho, também por estar sem saída. Experimento o terceiro e… tudo na mesma, como a lesma.</p>
<p>A chuva começa apertar, o tempo a escassear e, ao nível do baixo-ventre as coisas não estão melhores: parece que alguém andou a bombar para dentro da tripa.</p>
<p>&#8211; Vamos mas é para casa! – tinha de guardar o acesso ao taparuére para outro dia. E o dia foi hoje.</p>
<p>O tempo não estava mais famoso: fresco e ventoso mas, ao menos, sem os ameaços da chuva.</p>
<p>Na primeira etapa, tive de lutar contra o vento. Tenho para mim que, à pala do dito, se não desse ao pedal, andaria de marcha à ré.</p>
<p>A segunda etapa, foi ainda pior. Entre a Ortigosa e o destino, aquilo teve o sabor de uma montanha de primeira categoria. Salvas as devidas proporções, claro, que eu não sou gajo para muitas andanças. Não admira que tenha usado as mudanças mais baixas do meu velocípede sem motor. Aqueles dois quilómetros em plano inclinado, devem ter levado tanto tempo como o resto do percurso. E nunca me apeei. Ou melhor: apeei-me uma vez: tudo por culpa de uma nespereira à beirinha da estrada que, qual serpente tentadora do éden, me mostrava grossos, apetitosos e dourados frutos.</p>
<p>&#8211; Não é tarde nem é cedo! – E assim improvisei ligeiro lanche. Continuei.</p>
<p>Ultimamente, durante os percursos, aproveito para pôr os “podcasts” da Caderneta de Cromos em dia. O que eu me farto de rir com aquilo. Pudera, são coisas que me dizem muito por serem do “meu tempo”. Ao entrar nos Conqueiros, lanço mais uma das minhas gargalhadas. Já nem me lembro a que propósito. Só sei que a mulher que se cruzava por mim, me olhou com ar desconfiado como quem diz:</p>
<p>&#8211; Gente maluca!</p>
<p>Chegado ao ponto zero, confirmo a posição do tesouro no radar e… pimba! Não custou nada. O acesso à “cache” foi rápido e fácil. Ao terminar o registo, topei um indivíduo a olhar-me. Faço conta de que não reparo e, na volta de regresso, tenho de passar mais perto dele.</p>
<p>&#8211; É por causa do jogo? – Lança-se ele. Eu já tinha colocado os fones.</p>
<p>&#8211; Hã?</p>
<p>&#8211; O jogo! Esteve a fazer o jogo? – Ninguém fala do jogo naqueles termos. Não deve ser “geocacher”.</p>
<p>&#8211; O jogo? Ah… o jogo! Sim, estive a fazer o jogo. – E lá estivemos a trocar algumas impressões. Confirmei a ideia de que ele sabia mais ou menos o que se encontrava ali, que estava a par da coisa, mas não passava de um simples “muggle” curioso.</p>
<p>&#8211; Mas vocês ganham alguma coisa com isso?</p>
<p>&#8211; Nã! É apenas um jogo. – E lá lhe esclareci mais alguns pormenores. Que éramos muitos. Milhares. Que havia muitas “caches” em Portugal. Milhares. E também pelo mundo fora. Milhões.</p>
<p>E depois fui para casa. Desta vez (quase) sempre a descer.</p>
<blockquote><p>Um VG na torre da igreja de Santo Ildefonso uma cache simples que apenas quer &#8220;falar&#8221; em VG. Quem tiver info sobre a igreja, e a puder disponilizar terei todo o gosto em a incorporar no listing desta cache, utilizem por favor o email no meu perfil.</p>
<p>O VG encontra-se a 142,59mts de altitude.</p></blockquote>
<p><a href="http://coord.info/GC3DQDW"><img src="http://gcvote.com/gcvote.php?bannertype=stars&amp;waypoint=GC3DQDW&amp;language=en" alt="" /></a></p>
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