<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[pauloadriano.pt]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Paulo Adriano]]></author_name><author_url><![CDATA[https://pauloadriano.wordpress.com/author/oitodoonze/]]></author_url><title><![CDATA[Era Uma Vez o Santuário de&nbsp;Fátima]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p><a href="https://pauloadriano.wordpress.com/?attachment_id=2628#main"><img data-attachment-id="2628" data-permalink="https://pauloadriano.wordpress.com/2012/07/30/era-uma-vez-o-santuario-de-fatima/2012-07-14-18-27-41-custom/" data-orig-file="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg" data-orig-size="600,450" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.6&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;GT-S5570&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1342290461&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;2.78&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;50&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.00094517958412098&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="2012-07-14 18.27.41 (Custom)" data-image-description="" data-medium-file="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?w=200" data-large-file="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?w=600" src="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?w=200&#038;h=150" alt="" title="2012-07-14 18.27.41 (Custom)" width="200" height="150" class="alignright size-medium wp-image-2628" srcset="https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?w=200&amp;h=150 200w, https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?w=400&amp;h=300 400w, https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?w=100&amp;h=75 100w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>#104, 14-07-2012 @18:26</p>
<p>Hoje foi dia de Casa Jovem e eu, um dos voluntários para estar naquele espaço que o santuário de Fátima criou para a malta mais nova que visita o recinto. É o segundo ano que, depois de um longo interregno, que esta iniciativa está de pé. Daí que, o local não seja muito frequentado, pelo que dá oportunidade para haver mais convívio entre os que se dispuseram ao trabalho.</p>
<p>Num período de maior acalmia, lá deixei a Sara e o Davide a fazer o trabalho que também devia ser meu para ir à procura de outro tipo de tesouro que ainda constava da minha lista de não-descobertos.</p>
<p>No princípio, estava difícil o gps dar com o sinal, talvez da vegetação que envolve o recinto. Enquanto não o apanhava, dirigi-me ao local do Era Uma Vez o Santuário de Fátima [Fátima] V2. Mais ou menos. Não fosse a dica e havia de ser o cabo dos trabalhos: só para dar a volta à vegetação, temos de dar corda aos sapatos e andar umas boas dezenas (centenas?) de metros. Só o tive de fazer uma vez e já custou. </p>
<p>No local indicado pelo gps, atrevi-me a levantar uma tampa. Errado! Aquele não era o sítio; havia um desvio de alguns metros, pelo que, numa breve passagem de olhos pelo local, lá dei com qualquer coisa que parecia demasiado artificial para ser o que pensaríamos. Sem dúvida, ali estaria o tesouro. Verifiquei se não havia mirones e lá acedi ao conteúdo para fazer o respectivo registo.</p>
<p>Mais tarde, o DavideJesus acompanhou-me na visita às Pracetas Santo António que, como eu, ainda não tinham sido descobertas por ele. Na minha eterna ânsia de a descobrir rapidamente, lá calhou fazer uma interpretação da dica que, mais tarde, se revelou errada: as quatro mais estreitas bem podiam ser floreiras, mas aquilo eram mais canteiros que floreiras. Coube ao meu parceiro a interpretação correcta e a descoberta do recipiente(zinho) que, de tão bem camuflado, se arriscaria a continuar tal e qual caso eu, desta vez, fizesse geocaching solitário. Ainda bem. Com companhia, torna-se tudo mais fácil e dá mais tempo para apreciar a envolvente.</p>
<blockquote><p>A Senhora disse então aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram nos meses seguintes&#8230; e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém</p></blockquote>
<p><a href="http://coord.info/GC1T4TC"><img src="http://gcvote.com/gcvote.php?bannertype=stars&amp;waypoint=GC1T4TC&amp;language=en" alt="" /></a></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://pauloadriano.files.wordpress.com/2012/07/2012-07-14-18-27-41-custom.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[330]]></thumbnail_height></oembed>