<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[Terras da Ribeirinha]]></provider_name><provider_url><![CDATA[https://terrasdaribeirinha.wordpress.com]]></provider_url><author_name><![CDATA[Terras da Ribeirinha]]></author_name><author_url><![CDATA[https://terrasdaribeirinha.wordpress.com/author/terrasdaribeirinha/]]></author_url><title><![CDATA[&#8220;Anais Leirienses – estudos &amp; documentos &#8211;&nbsp;7&#8221;]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[
<p><strong><em>Anais Leirienses – estudos &amp; documentos &#8211; 7</em></strong> é o título de uma publicação dedicada à divulgação de trabalhos de investigação histórica, patrimonial e cultural sobre o distrito de Leiria e concelhos limítrofes, editada pela editora “Hora de Ler”, Leiria, sendo este o último número publicado, Dezembro de 2020.</p>



<p>Este número 7 dos <strong><em>Anais Leirienses – estudos &amp; documentos</em></strong> é composto por um conjunto de valiosos trabalhos de investigação, os quais foram apresentados ao “Congresso de História e Património da Alta Estremadura e Terras de Sicó”, organizado pela Al-Baiäz – Associação de Defesa do Património e realizado no Museu Municipal de Alvaiázere, nos dias 21 e 22 de Setembro de 2019. Este Congresso abarcou cinco importantes áreas científicas: Arqueologia, Antropologia e Etnografia, História, História da Arte, Património Cultural e Natural.</p>



<p>A entidade organizadora deste Congresso, a Al-Baiäz – Associação de Defesa do Património, é uma das instituições com grandes pergaminhos no estudo, defesa e divulgação da História e do Património na área geográfica dos concelhos do Norte do Distrito de Leiria. Além dos inúmeros programas de visitas ao histórico e genuíno património cultural e natural da região realizadas, participou e organizou diversos fóruns de estudo e debate. Logo em 1997, ano da sua fundação, participou no 1º Encontro de Associações de Defesa do Património (Santarém e Coimbra). Depois organizou um “Encontro-Debate” sobre o património alvaiazerense (1999). A partir daqui começou a organizar as suas “Jornadas do Património Cultural e Natural” para debater a História e o Património da região. As 1ª<sup>s</sup> Jornadas foram realizadas em Ansião, com um orador de cada concelho e um representante da DGMN (2000); as 2ª<sup>s</sup> Jornadas, em Figueiró dos Vinhos, foram dedicadas ao “<em>Património natural/ambiental e cultural</em>”, também com um orador de cada concelho (2001); as 3ª<sup>s</sup> Jornadas foram em Alvaiázere, organizadas em moldes diferentes, em moldes temáticos: “<em>Arqueologia na Região, a Rede Natura 2000 e o Sítio Sicó-Alvaiázere</em>”(2003); as 4ª<sup>s</sup> Jornadas foram em Pedrógão Grande para debater os “<em>Usos e Costumes – Identidade Esquecida!</em>” e a “<em>A Água – que Futuro?</em>” (2004); as 5ª<sup>s</sup> Jornadas foram em Alvaiázere sobre a “<em>Arqueologia Industrial</em>” e as “<em>Energias Renováveis</em>” (2009); as 6ª<sup>s</sup> Jornadas voltaram a ser em Alvaiázere, desta vez, dedicadas às “<em>Espécies Vegetais Tradicionais – preservação e desenvolvimento</em>” e “<em>Património Cultural Imaterial – diversidade e salvaguarda</em>” (2011) <a href="http://www.albaiaz.pt/Historial.pdf">http://www.albaiaz.pt/Historial.pdf</a>.</p>



<p>Mais recentemente, e muito bem, a Al-Baiäz, presidida pelo Dr. Mário Rodrigues e seu principal obreiro, decidiu realizar um evento de maior dimensão temática e territorial, um “Congresso de História e Património da Alta Estremadura e Terras de Sicó”. Participaram neste Congresso mais de duas dezenas de investigadores dos mais variados ramos do conhecimento que contribuíram, com o seu saber sobre o passado histórico e patrimonial da região, para um maior conhecimento, maior identidade e desenvolvimento regional.</p>



<p>Para o Prof. Saúl Gomes, coordenador científico dos <strong><em>Anais Leirienses – estudos &amp; documentos</em></strong> e, também, coordenador científico deste Congresso, no texto de abertura do Congresso, intitulado “A História Local em Tempos de História Global”, destaca a qualidade dos participantes neste evento: “<em>Investigadores universitários e ‘stakeholders’ locais, especialistas nas referidas áreas científicas, marcaram presença neste congresso, contribuindo para o aprofundamento e valorização social, do conhecimento em torno do passado e do património, que dele nos dá testemunhos materiais e imateriais das Terras da Alta Estremadura e Sicó</em>. Acrescentando que este território tem muito potencial, porque “<em>A valorização social da História das comunidades regionais e locais encontra, na atualidade, e especialmente no território atlântico que corresponde ao espaço abrangido por este congresso, condições particularmente propícias ao seu desenvolvimento</em>.”</p>



<p>Este número dos <strong><em>Anais Leirienses – estudos &amp; documentos</em></strong> tem quase quatro centenas de páginas com as investigações apresentadas neste Congresso. São valiosos contributos para o desvendar do passado histórico, cultural e patrimonial do espaço geográfico da Alta Estremadura e Terras de Sicó. Por isso, este volume, tem motivos de sobra para uma leitura atenta, quase obrigatória. Permitam-nos que faça uma referência especial aos autores e aos seus notáveis estudos apresentados sobre o Norte do Distrito de Leiria, área a que dedicamos particular atenção:</p>



<ul><li><em>A mina romana da gruta do Bacelinho, Alvaiázere</em> – Alexandra Figueiredo, Cláudio Monteiro, Anderson Tognoli e Ana Salgado;</li><li><em>Algar da Água (Alvaiázere): Retrato preliminar da ocupação da Pré-história à Alta Idade Média</em> – Alexandra Figueiredo, Cláudio Monteiro, Anderson Tognoli e Alexandre Peixe;</li><li><em>Arquiteturas do Calcário na Alta Estremadura</em> – Ana Saraiva;</li><li><em>Os arrendamentos das Rendas de Penela, Ansião e Casal de Abiul e da terça de Alvaiázere e Rego da Murta</em> – Miguel Portela;</li><li><em>Catálogo das minas de ferro do concelho de Alvaiázere &#8211; situação até 1945</em> – Ricardo Charters d’Azevedo;</li><li><em>O Culto Mariano no Concelho de Ansião</em> – Manuel Augusto Dias;</li><li><em>Figueiró dos Vinhos na Idade Média: a repartição de Figueiró, Almofala, Arega e Agúda (sécs. XII-XV) a partir de algumas ligações familiares</em> – Isaura Santos;</li><li><em>De Figueiró dos Vinhos para Alpiarça: A produção artística do pintor José Malhoa para a família Relvas</em> – Nuno Oliveira Prates;</li><li><em>Património escondido à vista de todos no Concelho de Ansião</em> – Maria Cláudia Santos;</li><li><em>A simbologia nos sinos das torres sineiras do concelho de Alvaiázere</em> – Maria Adelaide Furtado.</li></ul>



<p>Para terminar, uma palavra final de reconhecimento ao editor dos <strong><em>Anais Leirienses</em></strong>, Eng. Carlos Fernandes, pelo interesse manifestado em editar as actas deste Congresso, pois sem a sua disponibilidade e o seu empenho, não seria possível que estes excelentes textos de investigação ficassem, tão rapidamente, ao alcance de todos. O nosso bem-haja.</p>



<p><strong>Descrição:</strong><br>Título: <em><strong>Anais Leirienses – estudos &amp; documentos – 7</strong></em><br>Autor: Vários<br>Ano: 2020 (Dezembro)<br>Edição: 1ª<br>Editora: Hora de Ler (<a href="https://www.facebook.com/2263586547021316/photos/a.2263742533672384/3665614953485128/?type=3&#038;theater" rel="nofollow">https://www.facebook.com/2263586547021316/photos/a.2263742533672384/3665614953485128/?type=3&#038;theater</a>)<br>Editor: Carlos Fernandes<br>Páginas: 381<br>Dimensões: 23&#215;15 cm</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="3792" data-permalink="https://terrasdaribeirinha.wordpress.com/2021/01/19/anais-leirienses-estudos-documentos-7/anais-leirienses-7/" data-orig-file="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg" data-orig-size="588,891" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Anais Leirienses 7" data-image-description="" data-medium-file="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg?w=198" data-large-file="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg?w=588" src="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg?w=588" alt="" class="wp-image-3792" width="476" height="721" srcset="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg?w=476 476w, https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg?w=99 99w, https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg?w=198 198w, https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7.jpg 588w" sizes="(max-width: 476px) 100vw, 476px" /></a><figcaption>Anais Leirienses &#8211; 7, Dezembro de 2020</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="3794" data-permalink="https://terrasdaribeirinha.wordpress.com/2021/01/19/anais-leirienses-estudos-documentos-7/anais-leirienses-7b/" data-orig-file="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg" data-orig-size="585,889" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Anais Leirienses 7B" data-image-description="" data-medium-file="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg?w=197" data-large-file="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg?w=585" src="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg?w=585" alt="" class="wp-image-3794" width="473" height="719" srcset="https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg?w=473 473w, https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg?w=99 99w, https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg?w=197 197w, https://terrasdaribeirinha.files.wordpress.com/2021/01/anais-leirienses-7b.jpg 585w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /></a><figcaption>Anais Leirienses &#8211; 7, Dezembro de 2020 (contra-capa)</figcaption></figure>
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