<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Portugal com 1.250 operadores de serviços&nbsp;essenciais]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Portugal comunicou à Comissão Europeia (CE) a existência de 1.250 operadores de serviços essenciais (OSE), e de um total de 26 serviços. É o país com um maior número reportado à CE, após a Finlândia com 10.897 mas tal disparidade deve-se à metodologia adoptada por este país onde &#8220;foi identificado um número muito elevado de OSE no sector da saúde&#8221;.</p>
<p>Os OSE são &#8220;as organizações públicas e privadas que devem aplicar medidas de cibersegurança e comunicar os principais incidentes informáticos&#8221;, explica a CE em <a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/mex_19_6172" target="_blank" rel="noopener">comunicado</a>, e &#8220;operam em sectores cruciais da economia e da sociedade, como os cuidados de saúde, os transportes, a energia, os serviços financeiros, o abastecimento de água, etc., e devem ser particularmente resistentes aos ciberataques&#8221;.</p>
<p>Os dados constam do <a href="https://ec.europa.eu/newsroom/dae/document.cfm?doc_id=62671" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> da CE ao Parlamento e ao Conselho europeus para &#8220;avaliar a coerência das abordagens adoptadas pelos Estados-Membros na identificação dos operadores de serviços essenciais&#8221;, relativamente &#8220;à segurança das redes e sistemas de informação&#8221; (nos termos da <a href="https://www.cncs.gov.pt/transposicao-da-diretiva-nissri/" target="_blank" rel="noopener">Directiva SRI</a>).</p>
<p>A CE detectou diferenças na identificação e respectiva comunicação pelos Estados-Membros. Enquanto países como a Estónia &#8220;optaram por um título muito geral que permite identificar basicamente qualquer operador que considerem essencial no subsector da eletricidade&#8221;, outros (nos quais se inclui Portugal) &#8220;optaram por uma abordagem muito mais granular&#8221; e optaram &#8220;por não incluir determinados serviços que outros Estados-Membros incluíram. Tal pode dar origem a condições de concorrência diferentes entre os operadores de serviços essenciais no mercado interno&#8221;.</p>
<p>Para a comissária da economia e da sociedade digitais, Mariya Gabriel, &#8220;as regras europeias em matéria de cibersegurança são essenciais para a defesa das nossas economias e dos nossos cidadãos contra as ciberameaças no conjunto da UE&#8221;, e o relatório agora publicado reforça a ciber-resiliência nos sectores críticos.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2019/10/ose-ce-1.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[439]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[261]]></thumbnail_height></oembed>