<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Ame um robô ou deixe-o (para ser um&nbsp;falhado&#8230;)]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Quer ajudar um robô a conseguir cumprir tarefas? Dê-lhe carinho ou mesmo algum amor, se possível&#8230;</p>
<p>Esta é a <a href="https://www.eurekalert.org/pub_releases/2019-11/uosc-sr110619.php" target="_blank" rel="noopener">teoria</a> dos investigadores liderados por Stefanos Nikolaidis e apresentada na recente International Conference on Intelligent Robots and Systems.</p>
<p>&#8220;Imagine que se trata de um desporto: se joga ténis com alguém que o deixa sempre ganhar, não vai melhorar. É o mesmo com os robôs&#8221; porque &#8220;temos de os desafiar&#8221;, explica Nikolaidis.</p>
<p>No estudo &#8220;<a href="https://arxiv.org/abs/1903.00636" target="_blank" rel="noopener">Robot Learning via Human Adversarial Games</a>&#8220;, demonstra-se como as máquinas podem aprender pela repetição e por exemplos prévios &#8211; uma tarefa difícil pela quantidade de exemplos que é necessário mostrar-lhes para eles conseguirem agir quase como um humano.</p>
<p>Enquanto este tem uma intuição natural para tarefas específicas &#8211; qual o peso ou fragilidade de um objecto, por exemplo -, o robôs é nestas matérias &#8220;um recém-nascido&#8221;.</p>
<p>O sistema deve estar a funcionar num robô dentro de um ano, segundo o investigador da University of Southern California.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2019/11/robot-haotian-mai-usc.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[247]]></thumbnail_height></oembed>