<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Cuidados a ter com a localização das antenas para&nbsp;telemóveis]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>500 metros é a distância aconselhada para colocar antenas de telemóveis afastadas de escolas, zonas habitacionais ou centros de saúde.</p>
<p>A medida deve ser tomada mais por precaução do que tendo por base dados científicos e a razão é simples: em termos do impacto da radiação das radiofrequências (RRF) no ser humano, passaram poucos anos para se poder ter certezas sobre os seus reais efeitos.</p>
<p>Há referências a dores de cabeça, depressão e diversos sintomas detectados numa meta-análise a outros estudos por Joshua Pearce, professor de engenharia eléctrica na Michigan Technological University. Mas o impacto na saúde das RRF &#8220;<a href="https://www.mtu.edu/news/stories/2019/november/siting-cell-towers-needs-careful-planning.html">ainda é inconclusivo</a>&#8220;. No entanto, &#8220;alguns dos dados preliminares dão-nos razão para estar preocupados&#8221;.</p>
<p>Com a instalação das antenas para o 5G, o número de antenas deverá aumentar. Em Portugal, quando foi do 4G, colocaram-se problemas semelhantes.</p>
<p>Embora a instalação destas torres &#8211; ou estações de radiocomunicações &#8211; fosse regulada &#8220;ainda não há qualquer intervenção das autoridades em matéria de saúde pública&#8221;, escrevia-se na altura na ABC Ambiente, de Agosto de 2001, <a href="https://www.quercus.pt/artigos-radiacoes/627-telemoveis/2479-antenas-de-telemovel-suscitam-duvidas">citada pela Quercus</a>. &#8220;Nenhum parecer é dado à instalação de antenas, sujeitas a licenciamento pelo ICP [Instituto das Comunicações de Portugal, actual Anacom] e pelas autarquias. O que torna possível a colocação de uma estação-base da Optimus no recinto do Centro de Saúde da Parede, ainda que o Conselho Europeu e a Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselhem uma atenção especial a esses locais&#8221;.</p>
<p>Em 1999, o Conselho Europeu adoptou uma Recomendação relativa à Limitação da Exposição da População aos Campos Electromagnéticos, feita a pensar &#8220;nos locais em que as pessoas passam períodos de tempo significativos&#8221;.</p>
<p>Nesse ano, o <a href="https://www.publico.pt/1999/08/23/jornal/torres-de-redes-de-telemovel-preocupam-moradores-122672">Público escrevia</a> que o ICP só tinha de licenciar &#8220;o material que compõe a antena&#8221;, enquanto &#8220;as operadoras recorrem a proprietários particulares, que lhes arrendam parcelas de terreno para a instalação. Nestes casos, é apenas necessária uma autorização do arrendatário e o licenciamento das obras pela autarquia. Só se a torre for colocada numa via pública é que está dependente do consentimento municipal. De qualquer das formas, não há ainda legislação sobre os critérios a ter em conta quanto à construção de estações de redes móveis celulares, nada impedindo que uma destas antenas seja erguida mesmo ao lado da janela de uma casa&#8221;.</p>
<p>Mas esta possibilidade era indesejada pelas 30 comissões de moradores agrupadas no NIFATT (Northern Ireland Families against Telecommunications Transmitter Towers), que então pressionavam &#8220;o governo britânico a instituir uma distância mínima de 500 metros [das antenas a] casas e escolas. O NIFATT chega a derrubar antenas e a impedir os técnicos de as instalarem&#8221;.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2019/12/cell-towers-michigan-technological-university.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[238]]></thumbnail_height></oembed>