<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[A evolução das &#8220;deepfakes&#8221; até à&nbsp;lei]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>O receio do uso das &#8220;deepfakes&#8221; em eleições é real e não deve ser menosprezado. Quanto à sua generalização, a tendência é mais difícil de antecipar, devido ao ainda elevado preço, software de difícil uso e conhecimento tecnológico necessários.</p>
<p>As &#8220;deepfakes&#8221; generalizaram-ser a partir de 2017 e o temor do seu aproveitamento político foi essencial desde então para agora se antecipar a criação de leis sobre o uso das imagens falsas. Dois anos depois, no entanto, um estudo a 15 mil &#8220;deepfakes&#8221; detectou que 96% eram de teor pornográfico.</p>
<p>Estes vídeos não passam de uma evolução tecnológica natural na manipulação de imagens agilizada a partir dos anos 1990 com o Adobe Photoshop, recorda-se no trabalho &#8220;<a href="https://www.csis.org/analysis/trust-your-eyes-deepfakes-policy-brief" target="_blank" rel="noopener">Trust Your Eyes? Deepfakes Policy Brief</a>&#8220;, elaborado pelo Center for Strategic and International Studies.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2019/12/trust-your-eyes-csis.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[243]]></thumbnail_height></oembed>