<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Os perigos do telemóvel, do pescoço jovem ao BYOD&nbsp;laboral]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>20 anos de dados mostram como os jovens que usam o telemóvel sofrem mais acidentes que os leva ao hospital.</p>
<p>As lesões na cabeça ou no pescoço ocorrem principalmente com <a href="https://www.qut.edu.au/news?id=156068">jovens entre os 13 e os 29 anos</a> e estão associados ao &#8220;twalking&#8221; ou envio de mensagens enquanto caminham.</p>
<p>Mas a população trabalhadora que usa telemóvel sofre de outro tipo de influência e que passa pelas empresas poderem vigiar o seu uso do dispositivo.</p>
<p>Segundo Kenan Degirmenci, da QUT University, esta política de levar o dispositivo móvel entre casa e o trabalho (conhecido por BYOD ou &#8220;Bring Your Own Device &#8220;) está a criar <a href="https://www.qut.edu.au/news?id=156068">problemas tanto para funcionários como para empregadores</a>.</p>
<p>A violação de dados empresariais com o potencial de roubo de informação pessoal ocorre num ambiente em que nenhuma das partes sabe o que a outra faz em termos de cibersegurança.</p>
<p>Degirmenci investigou duas multinacionais com cerca de 550 funcionários dos EUA, Alemanha e Coreia do Sul que adoptaram a política de BYOD. “Os funcionários americanos colocam um maior ênfase nos riscos de BYOD comparados com a Alemanha e a Coreia do Sul”, explicou.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2019/12/kenan-degirmenci-qut-media.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[248]]></thumbnail_height></oembed>