<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Não cifrem o Facebook, o WhatsApp e o&nbsp;Instagram]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Quase 130 organizações de uma centena de países <a href="https://www.ft.com/content/feda422a-483a-11ea-aeb3-955839e06441" target="_blank" rel="noopener">pediram</a> a Mark Zuckerberg para não cifrar as comunicações nas aplicações Facebook, WhatsApp e Instagram, temendo um acréscimo de vítimas jovens dos predadores sexuais online.</p>
<p>A intenção foi revelada no ano passado pelo responsável do Facebook e agora <a href="https://www.nspcc.org.uk/what-we-do/news-opinion/facebook-encryption-sexual-abuse/" target="_blank" rel="noopener">dinamizada</a> numa <a href="https://twitter.com/tweetinjules/status/1225222253723316224" target="_blank" rel="noopener">carta aberta</a> pela britânica National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC).</p>
<p>Um porta-voz da rede social <a href="https://www.bbc.com/news/technology-51391301" target="_blank" rel="noopener">declarou</a> estarem a trabalhar de perto com o norte-americano National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC) e as autoridades para manter as crianças seguras. Em 2018, o Facebook reportou 16,8 milhões de casos de exploração sexual infantil e de conteúdos abusivos ao NCMEC. Os resultados levaram à prisão de 2.500 pessoas mas o NCMEC calcula que, se avançar a medida proposta pelo Facebook, 70% destas queixas podem perder-se.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2020/02/nspcc-e1581043260338.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[247]]></thumbnail_height></oembed>