<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Dói-me, diz o&nbsp;robô]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>É possível estabelecer relações de empatia mais interessantes quando os robôs &#8220;<a href="https://tictank.pt/2019/11/13/ame-um-robo-ou-deixe-o-para-ser-um-falhado/">podem aprender pela repetição e por exemplos prévios</a>&#8221; mas também se caminha para um futuro em que humanos e andróides serão indistinguíveis aos olhos dos seres humanos.</p>
<p>Um passo nessa direcção foi dado pela equipa de investigação de Minoru Asada, da Osaka University. Para este investigador, também presidente da Sociedade Japonesa de Robótica, a possibilidade de os robôs se assemelharem aos humanos <a href="https://www.telegraph.co.uk/science/2020/02/22/watch-robot-can-feel-pain-invented-scientists/">está perto tecnicamente mas impõem-se algumas questões éticas</a>.</p>
<p>Por ser uma sociedade bastante envelhecida, no Japão tenta-se desenvolver &#8220;uma sociedade simbiótica com robôs artificialmente inteligentes e um robô que pode sentir dor é uma componente essencial dessa sociedade&#8221;.</p>
<p>O Affetto está em desenvolvimento desde 2018 e &#8220;usa&#8221; 116 expressões para demonstrar bom humor ou dor. Em vez de faces rígidas, usa um material sensível ao toque, uma &#8220;<a href="https://interestingengineering.com/3d-printed-skin-could-finally-give-robots-a-sense-of-touch">pele artificial</a>&#8221; que permite criar <a href="https://www.sciencenews.org/article/robots-feel-pain-artificial-intelligence">expressões faciais com emoções</a> e <a href="https://interestingengineering.com/researchers-in-japan-to-make-artificial-skin-that-can-feel-pain">interacções mais diferenciadas</a>.</p>
<p><span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe class='youtube-player' width='640' height='360' src='https://www.youtube.com/embed/EKFc1DEoO6U?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></span></p>
<p>Tudo isto facilita uma aproximação ao que o neurocientista António Damásio e outros consideravam uma <a href="https://www.sciencenews.org/article/will-to-survive-might-take-artificial-intelligence-next-level">lacuna nos robôs</a>: a capacidade destes demonstrarem sentimentos.</p>
<p>Têm surgido outras <a href="https://www.popsci.com/story/technology/ces-2020-weird-gadgets/">aproximações a robôs mais empáticos</a>, nem sempre focados na população com mais idade. Por exemplo, o <a href="https://lovot.life/en/lovestory/">Lovot</a> é como um animal de companhia doméstico, enquanto o <a href="https://www.jst.go.jp/erato/ishiguro/en/index.html">Ibuki</a> pode dar a mão ao acompanhante em caminhadas.</p>
<p><span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe class='youtube-player' width='640' height='360' src='https://www.youtube.com/embed/blvMv9Qpj24?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;autohide=2&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' allowfullscreen='true' style='border:0;'></iframe></span></p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2020/02/lovot.jpg?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[439]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[247]]></thumbnail_height></oembed>