<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Mais de 350 domínios COVID desde o início do&nbsp;ano]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p style="text-align:left;">São indivíduos, nas duas principais cidades (Lisboa e Porto), quem mais pretende registar domínios em relação com o COVID-19. O .PT, entidade responsável pelo registo de domínios, tem em observação os domínios &#8220;<a href="https://www.dns.pt/pt/noticias/qual-o-impacto-do-covid-19-no-pt/">relacionados com terminologia igual, similar ou relacionada com COVID-19 (domínios COVID)</a>&#8220;, desde o início do ano.</p>
<p style="text-align:left;">O número de registos rondou os 350, dos quais 2% não foi aceite &#8220;por incumprimento das regras aplicáveis ao registo&#8221;. No geral, diz a instituição em comunicado, &#8220;o registo em .pt está a aumentar consideravelmente&#8221; mas esse tipo de registos relacionados com o COVID-19 não teve um impacto significativo, representando apenas cerca de 1% do total de domínios registados em .pt&#8221;.<img class="transparent alignright" src="https://www.dns.pt/fotos/editor2/infografias/registos.png" alt="https://www.dns.pt/fotos/editor2/infografias/registos.png" width="501" height="256" /></p>
<p style="text-align:left;">Os titulares estão localizados principalmente nas regiões da Grande Lisboa e Grande Porto, &#8220;divididos, praticamente de forma igualitária, entre pessoas colectivas e singulares, com uma ligeira vantagem destas últimas&#8221;.</p>
<p style="text-align:left;">A nível europeu, também o Council of European National Top-Level Domain Registries (CENTR) questionou recentemente várias entidades de registos europeus (incluindo a nacional) e concluiu que &#8220;até agora a pandemia não teve um impacto significativo&#8221; no sistema de registos de domínios (DNS).</p>
<p style="text-align:left;">No início de Maio, o CENTR <a href="https://www.centr.org/news/blog/registries-and-covid-abuse.html">actualizou com casos concretos</a> o que diferentes entidades de registos estavam a fazer neste âmbito, actualizando as conclusões anteriores de meados de Abril.</p>
<p style="text-align:left;">De uma <a href="https://centr.org/news/blog/the-true-effect-of-corona-on-the-dns.html">amostra a 12 entidades</a> desde 1 de Janeiro, foram detectados 751 mil registos, dos quais apenas 6,164 estavam relacionados com covid, corona ou virus. E &#8220;a maioria deles foi registada durante a segunda metade de Março de 2020&#8221;.</p>
<p>Para Portugal, o <a href="https://tictank.pt/2020/04/06/dominios-coronavirus-e-covid-registados-em-portugal/">domínio com o registo mais antigo</a> aparecia como tendo sido feito a 14 de Janeiro.</p>
<p>Nas conclusões, a entidade europeia afirma que, &#8220;com base numa ampla variedade de conjuntos de dados e métricas, pode-se concluir que a pandemia do COVID-19 não teve impacto significativo no DNS. Os utilizadores continuam a registar domínios conforme o esperado, os registos de nomes de domínio continuam a aumentar com um crescimento médio de cerca de 2%, a carga na infra-estrutura está dentro da faixa de capacidade em cerca de 10% e os níveis de abuso são semelhantes aos baixos níveis anteriores à pandemia&#8221;.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/centr.png?fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[241]]></thumbnail_height></oembed>