<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[Para onde vai o dinheiro da publicidade&nbsp;online?]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Em cada 100 euros que os anunciantes publicitários gastam, os editores apenas captam 51 euros na chamada publicidade programática (online), embora alguns possam chegar aos 67 euros.</p>
<p>O restante é atribuído a um &#8220;fee&#8221; tecnológico do lado da procura (10%), mais 8% cada às Supply Side Platform (SSP) e Demand Side Platform (DSP), bem como mais 7% de comissão para a agência de publicidade e um reduzido &#8220;fee&#8221; tecnológico do lado da oferta (1%). Um &#8220;delta desconhecido&#8221; de 15 euros não consegue ser atribuído e o trabalho britânico &#8220;<a href="https://www.isba.org.uk/knowledge/digital-media/programmatic-supply-chain-transparency-study/">Programmatic Supply Chain Transparency Study</a>&#8221; assume não poder afirmar com qualquer certeza o que isso representa.</p>
<p><img data-attachment-id="5097" data-permalink="https://tictank.pt/2020/05/20/para-onde-vai-o-dinheiro-da-publicidade-online/isba-study/" data-orig-file="https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png" data-orig-size="1080,684" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="ISBA-study" data-image-description="" data-medium-file="https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=300" data-large-file="https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=600" class="size-large wp-image-5097 aligncenter" src="https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=600&#038;h=380" alt="" width="600" height="380" srcset="https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=600&amp;h=380 600w, https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=150&amp;h=95 150w, https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=300&amp;h=190 300w, https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png?w=768&amp;h=486 768w, https://tictank.files.wordpress.com/2020/05/isba-study.png 1080w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>O estudo foi realizado pela PwC para a Incorporated Society of British Advertisers (ISBA, a entidade agregadora dos anunciantes do Reino Unido) e a Association of Online Publishers (AOP). Decorreu entre 1 de Janeiro e 20 de Março deste ano e foi revelado no início deste mês de Maio.</p>
<p>Entre as principais recomendações para anunciantes, editores e todo o sector, o estudo alerta para a normalização &#8220;urgentemente necessária em várias áreas contratuais e de tecnologia, para facilitar a partilha de dados e gerar transparência&#8221;, bem como &#8220;todos os participantes do sector devem colaborar para investigar os custos não atribuíveis&#8221; e definir acções para os reduzir.</p>
<p>&#8220;A publicação deste estudo marca um momento importante na nossa compreensão das cadeias de fornecimento da publicidade online. É a primeira vez em qualquer lugar do mundo que é feita uma tentativa de mapear um sistema que não pode ser auditado&#8221;, sintetiza Phil Smith, director-geral da ISBA.</p>
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