<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><oembed><version><![CDATA[1.0]]></version><provider_name><![CDATA[]]></provider_name><provider_url><![CDATA[http://tictank.pt]]></provider_url><author_name><![CDATA[TICtank]]></author_name><author_url><![CDATA[https://tictank.pt/author/tictank/]]></author_url><title><![CDATA[(In)justiça racial e postura das empresas&nbsp;tecnológicas]]></title><type><![CDATA[link]]></type><html><![CDATA[<p>Os últimos anos foram marcados por movimentos de expressão vindos do interior de empresas, dinamizados pelos funcionários perante os dirigentes ou destes para eventos marcantes. A última semana teve duas ocorrências de nota sobre essas correntes.</p>
<p>A primeira surgiu quando o presidente Trump emitiu uma ordem executiva e <a href="https://tictank.pt/2020/05/29/faq-qual-o-impacto-da-ordem-executiva-de-trump-para-as-redes-sociais/">atacou os media sociais</a>, nomeadamente o Twitter.</p>
<p>Alguns <a href="https://www.theverge.com/2020/5/29/21275044/facebook-trump-tweets-employee-reaction-criticism">funcionários</a> da empresa <a href="https://edition.cnn.com/2020/06/01/tech/facebook-employees-twitter/index.html">assumiram</a> estar contra a posição do seu CEO, Mark Zuckerberg, bem como não quererem estar ligados a proclamações racistas como as que o presidente teve perante a morte do afro-americano George Floyd.</p>
<p>A posição surge quando vários responsáveis de diferentes empresas tecnológicas <a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1OZx-_tm3PPyx6-ZJAST1xxOJRfn7KfYDjDT6JedrTfs/htmlview?pru=AAABcpQv1d8*gmh53Vc5a8bgHDNQ_Ck1Ag#gid=0">emitiram</a> uma posição clara sobre os eventos em Minneapolis mas ela prolonga uma postura já com vários anos.</p>
<p>&#8220;Na última década, a prática de emitir relatórios de transparência tornou-se comum para empresas de diferentes sectores&#8221; nos EUA, por servirem &#8220;como um mecanismo valioso para as empresas demonstrarem maior responsabilidade em relação às suas operações e políticas perante o público e os legisladores&#8221;, nota o relatório &#8220;<a href="https://www.newamerica.org/oti/reports/spotlight-transparency/">A Spotlight on Transparency: An Overview of How the Practice of Transparency Reporting Has Emerged Across Different Industries</a>&#8221; da New America.</p>
<p>Esta transparência é revelada em diversas posições mas a organização nota a necessidade de existir uma normalização para estes relatórios e uma análise aos benefícios, riscos e desafios a eles associados.</p>
<p>Na sua conclusão, entende-se que &#8220;os relatórios de transparência surgiram como uma prática valiosa para empresas e organizações em vários sectores. Esses relatórios permitem que o público e os decisores políticos responsabilizem as organizações pelas suas políticas e práticas e forneçam informações qualitativas e quantitativas importantes para as partes interessadas. Embora os relatórios de transparência tenham alguns desafios, relacionados, por exemplo, com riscos e normalização, a prática transformou significativamente&#8221; essa postura empresarial em vários sectores.</p>
]]></html><thumbnail_url><![CDATA[https://tictank.files.wordpress.com/2020/06/newamerica.jpg?w=1200&fit=440%2C330]]></thumbnail_url><thumbnail_width><![CDATA[440]]></thumbnail_width><thumbnail_height><![CDATA[213]]></thumbnail_height></oembed>